Caio Túlio Costa / Biografia

Caio Túlio Vieira Costa, nascido em 1954 em Alfenas, MG, é jornalista.

Doutor em ciências da comunicação pela Universidade de São Paulo, é professor de Informação e Comunicação na Era Digital no curso de pós-graduação em Jornalismo com Ênfase em Direção Editorial da ESPM-SP.

Consultor em mídia digital, é sócio da MVL Comunicação, empresa de comunicação corporativa do Grupo Atitude Global, empresa da qual é presidente do Conselho. Também integra os conselhos da Fundação Padre Anchieta (TV Cultura-SP), do Instituto Vladimir Herzog e o da Transparência Brasil.

Trabalhou durante 21 anos no Grupo Folha onde foi editor da Ilustrada; secretário de redação nos anos oitenta (quando informatizou a redação e ajudou a implantar o projeto Folha); correspondente na Europa, baseado em Paris; primeiro ombudsman da imprensa brasileira; criador da Revista da Folha e fundador e diretor geral do UOL, o Universo Online, o primeiro provedor de internet de grande porte da América Latina.

Presidiu a Fundação Semco (2004-2006), uma inciativa do empresário Ricardo Semler, onde ajudou a criar o Instituto DNA Brasil, um think tank voltado para as questões estratégicas do país.

Em 2006 assumiu a presidência do Internet Group, então uma empresa da Brasil Telecom que uniu os portais e serviços do iG, iBest e BrTurbo. Deixou a empresa em 2009 quando a Oi assumiu o controle acionário do iG.

Como consultor, desenvolveu para a Oi a estratégia para uma plataforma multimidia e convergente.

Em 2010, foi o coordenador da área digital da campanha de Marina Silva (ex-PV) à presidência do Brasil. Em 2011, também atuou como o chairman da empresa Phorm no Brasil.

É autor de quatro livros: Ética, jornalismo e nova mídia – uma moral provisória (Zahar, 2009), O que é Anarquismo (Brasiliense, 1981), Cale-se (A Girafa, 2003) e Ombudsman – O Relógio de Pascal (Geração Editorial, 2006; Siciliano, 1990).

É co-autor da primeira versão do Manual Geral de Redação da Folha (1984), tem artigos em livros e revistas acadêmicas sobre comunicação e organizou livros como 50 Brasileiros param para pensar o país (Instituto DNA Brasil, 2005) e Somos ou estamos corruptos? (Instituto DNA Brasil: 2006).

“Moral Provisória – Ética e jornalismo: da gênese à nova mí­dia” é o tí­tulo de sua tese de doutorado defendida em junho de 2008 na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – a mesma que foi editada em livro pela Zahar.

Caio Túlio também ministrou aulas no departamento de Jornalismo da PUC de São Paulo, um curso na pós-graduação da ECA-USP e foi professor de Ética Jornalística na Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo (2003 a 2012) onde também deu cursos de pós-graduação.

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