Veja entrevista de Caio Túlio Costa dada a Lorena Calabria, apresentadora do programa de rádio Encontro com Gigantes. A gravação foi feita em 21 de janeiro de 2010.
Já está disponível neste site o programa completo do curso de Ética Jornalística que o professor Caio Túlio Costa ministra na Cásper Líbero para os alunos do quarto ano de jornalismo.
Recomenda-se aos alunos que leiam atentamente o programa bem como as indicações de avaliação. O programa e o sistema de avaliação são objetos de discussão e análise com os alunos no começo do curso. Professor e alunos devem chegar a bom termo e concordância quanto à maneira da condução das atividades escolares.
Recomenda-se também que os alunos não faltem às aulas iniciais quando todo o processo do curso é exaustivamente discutido e combinado com os alunos.
Atenção: o cronograma ainda pode sofrer alterações em função do dia da aula magna promovida pela faculdade quando os alunos são dispensados das aulas regulares para comperecerem à ela.
Publicado em O Estado de S. Paulo de 15/12/2009, pág. A8
Segundo Caio Túlio, negar recurso ao ‘Estado’ mostra entendimento errôneo sobre liberdade de imprensa
Por Moacir Assunção
O jornalista e professor de ética jornalística da Faculdade Cásper Líbero, Caio Túlio Costa, viu com “enorme estranheza” a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que negou provimento ao recurso do Estado contra a censura imposta pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF). “A decisão, na verdade uma não-decisão, é de uma estultice tão grande que fico em dúvida se os ministros conhecem a Constituição, o que é grave para membros do STF. Eles fizeram uma enorme confusão de conceitos e demonstraram um entendimento errôneo sobre o que é liberdade de imprensa”, afirmou, indignado.
O conceito de liberdade de imprensa, afirma o jornalista, está perfeitamente delineado na própria Constituição e não pode ser limitada por decisões judiciais. “Se um órgão de imprensa tem condições técnicas para divulgar uma determinada notícia, subentende-se que ele é plenamente responsável por isso. Nesse caso, eventuais prejudicados pela divulgação devem buscar reparação nos tribunais, como é, aliás, em todo o mundo.”
Em sua visão, o STF fez um julgamento que os próprios ministros viram como técnico, mas resvalou no mérito, a julgar pelos pronunciamentos dos cinco que foram responsáveis pela vitória da tese do relator, ministro Cezar Peluso, ante os três que se posicionaram contrários. “O ministro Gilmar Mendes disse que a Justiça pode impedir, a priori, a publicação de reportagens. Ora, não há sentido algum em sua fala, já que se há problemas com a reportagem o pedido de reparação virá posteriormente, para que não se instale a censura prévia”, criticou.
CONFUSÃO
Para o jornalista, primeiro ombudsman da Folha de S. Paulo, as declarações do presidente do STF demonstram confusão entre os conceitos constitucionais de liberdade de imprensa e direito à privacidade. “Se um processo corre em segredo de Justiça, é função de seus guardiães, os órgãos públicos, mantê-lo. Caso a informação chegue a um meio de comunicação, ele tem o direito e o dever de publicar todas as notícias, afinal de contas, esse é o seu papel”, afirmou.
Ele disse concordar com a fala do decano do STF, ministro Celso de Mello, segundo quem, “o poder geral da cautela é o novo nome da censura em nosso país”. “Os três ministros que foram contrários à tese vencedora – Carlos Ayres Britto, Cármen Lúcia e Mello – demonstraram um discurso coerente com o texto constitucional ao rejeitar a censura prévia, mesmo que via Judiciário.”
Desde o dia 31 de julho, o Estado está proibido de publicar informações sobre a operação da Polícia Federal, que investigou e indiciou por vários crimes o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
FRASE
Caio Túlio Costa, Professor de Ética Jornalística:
“O ministro Gilmar Mendes disse que a Justiça pode impedir, a priori, a publicação de reportagens. Ora, não há sentido algum em sua fala, já que se há problemas com a reportagem o pedido de reparação virá posteriormente, para que não se instale a censura prévia”
O Supremo Tribunal Federal manteve a censura ao jornal O Estado de S. Paulo, impedido de publicar informações sobre a operação Boi Barrica, que investiga o filho do senador José Sarney, presidente do Senado Federal. Ouça entrevista de Caio Túlio Costa concedida à Radio CBN, programa Noite Total, comandado por Fabíola Cidral, em 10 de desembro de 2009.
Caio Túlio Costa deu um depoimento em 13 de outubro de 2009 para o Projeto Memórias Ecanas (2009), realizado pelos alunos de Relações Públicas da disciplina Produção Audiovisual, ministrada pelo professor Paulo Nassar, da ECA, a Escola de Comunicações e Artes da USP.
O projeto tem o objetivo de ouvir ex-alunos da ECA.
O depoimento de Caio Túlio está publicado no You Tube dividido em duas partes.
Caio Túlio Costa foi aluno da ECA de 1974 a 1979. Na USP, além de se graduar e se doutorar em jornalismo, Caio Túlio cursou também Filosofia na USP (sem se graduar), participou de grupo estudantil de teatro amador, foi militante da corrente política Liberdade e Luta e editou dois jornais estudantis – “Dois Pontos” e “Avesso”.
No depoimento, fala de sua história, de sua formação universitária e política, além de discorrer sobre partes de sua carreira – em especial sobre a criação da função de ombudsman na Folha de S. Paulo (de 1989 a 1991) e da criação do UOL – onde trabalhou de 1995 a 2002.
Wagner Martins, Caio Túlio e Abel Reis no painel sobre marketing de busca
Caio Túlio Costa participou em 16 de novembro de 2009 do seminário Info, da Abril, dedicado ao “Poder do Marketing de Busca”.
Integrante do painel “O SEM do futuro” (SEM quer dizer Search Engine Marketing), Caio Túlio discutiu o tema com Abel Reis, presidente da Agência Click, e com Wagner Martins, da Espalhe Marketing de Guerrilha.
Veja a seguir texto publicado no site da Info (Abril.com), sobre Seminários Info, em 16/11/2009
Busca social terá importância maior
Por André Cardozo
A relação entre mídias sociais e ferramentas de busca foi um dos assuntos da mesa-redonda O SEM do Futuro, que ocorreu durante o Seminário INFO O Poder do Marketing de Busca.
Wagner Martins, diretor da Espalhe Marketing de Guerrilha, citou o Google Social Search como um exemplo da integração entre redes sociais e busca. “O Google Social Search não se limita a mostrar apenas os resultados orgânicos do Google. Ele mostra também resultados publicados pela rede de amigos do usuário. E é esse tipo de conteúdo que muitas vezes é o mais confiável”, explicou.
Abel Reis, presidente e COO da AgênciaClick, acrescentou que a integração entre redes sociais e ferramentas de busca ainda está em estágio inicial. “Uma citação de marca no LinkedIn tem peso e contexto diferente de uma citação no Facebook, no MySpace etc. E as ferramentas de busca ainda não sabem lidar com essas diferenças”, explicou.
Caio Túlio Costa, consultor de novas mídias, acrescentou que uma grande mudança das redes foi o maior poder dado ao consumidor. “Nós jornalistas não lidamos bem com esse poder enorme que está na mão do usuário”. Costa citou como exemplo o caso United Airlines, em que um cliente insatisfeito com a quebra de guitarra durante um vôo fez um vídeo criticando a empresa. O vídeo foi um hit instantâneo e causou graves danos à imagem da United.
Jornalista, professor de ética jornalística na Faculdade Cásper Líbero de São Paulo, doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP e consultor em novas mídias, em comunicação, Caio Túlio Costa foi ombudsman do jornal Folha de S. Paulo e diretor dos portais UOL e IG. É autor de quatro livros: O que é Anarquismo, Cale-se, Ombudsman – O Relógio de Pascal e Ética, jornalismo e nova mídia – uma moral provisória.
Abaixo, a entrevista concedida por e-mail para o ComRemix:
ComRemix – Com a imensa disponibilidade de fontes encontráveis via web, a tradicional caderneta de contatos do jornalista perdeu força, igualando as possibilidades para comunicadores on e offline. Até que ponto isso é verdade?
Caio Túlio Costa – Em nenhum ponto isso é verdade. O maior patrimônio de um jornalista é a sua agenda. A internet o ajuda a construir, renovar ou refazer a agenda. Ela facilita. Mas não é preciso ter muita fonte, é preciso ter a fonte certa. Oferta em quantidade não significa oferta de qualidade.
ComRemix – O senhor acredita em uma convergência de canais tradicionais e novos? Matérias impressas que continuam online ou vice-versa?
Caio Túlio Costa – A convergência não está nos meios nem nos conteúdos, está no indivíduo. É ele, o indivíduo, quem converge. É ele quem escolhe qual conteúdo e em qual suporte ele deseja ver ou interagir com.
ComRemix – Quais os papéis que a mídia convencional e as novas mídias terão no mundo corporativo?
Caio Túlio Costa – O mundo corporativo ganhou poder de mídia com a nova mídia – assim como qualquer indivíduo, qualquer instituição… O papel desse poder, o alcance, a freqüência e a audiência é outra coisa, é outra discussão – mas o fato é que a mídia tradicional não é mais a atriz principal da comunicação – ela tem que dividir esse poder com o indivíduo, com as instituições e com as empresas.
ComRemix – Como as novas mídias e as redes sociais influenciarão mudanças na mídia convencional?
Caio Túlio Costa – Se eu soubesse responder a isso estaria rico…
ComRemix – Os blogueiros são uma “nova casta” de jornalistas, ou estamos diante de um fato novo? Como os blogueiros mudarão o papel dos jornalistas?
Caio Túlio Costa – Não existe nova casta de jornalista – jornalista é o jornalista, aquela pessoa com vocação para a profissão e que se formou para tanto – seja na prática do ofício seja numa universidade. Não há mudança no “papel” do jornalista, ele continua sendo o intermediário, o moderador, o analista, o elo entre o fato, a notícia, a opinião e o público consumidor da informação. Ele é aquele que representa para os outros a representação que os diversos atores do fato lhe fazem ou lhe sugerem. O que mudou foi que o jornalista deixou de ser o ator principal da comunicação unilateral como ela vinha sendo feita desde sempre. Agora, o jornalista divide espaço com o não jornalista (com o indivíduo egocêntrico, com o cidadão, com o blogueiro, com o site de uma instituição qualquer, com o site de uma empresa). Foi isso que mudou – não mudou o papel do jornalista. E ainda há jornalistas que são blogueiros também.
Vídeo elaborado pelos alunos de jornalismo da Metodista exibe entrevista do jornalista e professor Caio Túlio Costa concedida a Fernanda Martins logo após palestra no Mix da Comunicação, evento no qual se discutiu as mudanças que a internet trouxe às comunicações. O evento aconteceu na manhã de 27 de outubro de 2009, em São Bernardo do Campos, no campus de Rudge Ramos da Metodista. Clique aqui para ver o vídeo.
Publicado no site Rudge Ramos Online, da Unversidade Metodista de São Paulo, em 27/10/2009, às 11:53
Para Caio Túlio Costa, internet deu poder de mídia ao indivíduo
Caio Túlio durante palestra na Universidade Metodista
O jornalista, doutor em ciências da comunicação, abriu o Mix de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo nesta terça-feira (27).
RENATO CASTRONEVES / FOTO JÔ RABELO
da Redação
O primeiro ombudsman da imprensa brasileira, o jornalista Caio Túlio Costa, acredita que o mundo passa por uma grande revolução, que tira de alguns grupos o poder da formação de opinião e dá ao cidadão esta nova função. A declaração foi dada durante palestra de abertura do Mix de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo, nesta terça-feira (27), que tem como tema central “A internet mudou o mundo”.
“Com a internet, o indivíduo passou a ter poder de mídia”, afirmou Costa ao falar sobre o processo de revolução social causado pela Web e os desafios da cobertura jornalística nos meios digitais.
A interação entre mídia e população também foi destacada durante a apresentação. Para o fundador e ex-diretor geral do UOL e ex-presidente do iG, a comunicação em rede cria alternativas multilaterais de relacionamento.
O jornalista citou exemplos mundiais em que o uso de novas formas de comunicação, como e-mails, celulares e redes sociais, provocou mudanças políticas e sociais de grande impacto.
A queda do presidente Joseph Estrada, nas Filipinas, em 2001, após mobilização de milhares de pessoas via SMS e e-mails, e o uso da internet durante campanha do agora presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foram apontados como exemplos do uso das novas mídias para mudar a vida das pessoas.
Mídia tradicional – Caio Túlio também falou sobre a adequação das mídias tradicionais à nova fase da comunicação. Segundo ele, “elementos mais conservadores da imprensa não conseguem enxergar o processo revolucionário do jornalismo digital”.
Questionado por um aluno da Metodista sobre o possível desaparecimento dos jornais impressos, Costa respondeu com bom-humor: “Jornal impresso? Aquele que era entregue de porta em porta antigamente?”.
Profissional “multitarefas” – O surgimento de novas plataformas de comunicação foi colocado pelo jornalista como uma “necessidade” de adequação do profissional da área. Para Costa, a profissão vai exigir cada vez mais formação técnica e intelectual contínua.
“O senso comum não basta para o comunicador. Precisamos rediscutir as questões éticas e o nosso estar no mundo. Minha maior preocupação é com as ferramentas do homem, do espírito, e não apenas com o lado técnico”, completou Costa.
Currículo extenso – Caio Túlio Costa, 55, é doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, professor de ética jornalística na Faculdade Cásper Líbero de São Paulo e consultor em novas mídias. É autor de quatro livros: Ética, jornalismo e nova mídia – uma moral provisória (Zahar, 2009), O que é Anarquismo (Brasiliense, 1981), Cale-se (A Girafa, 2003) e Ombudsman – O Relógio de Pascal (Geração Editorial, 2006; Siciliano, 1990).
Trabalhou durante 21 anos no Grupo Folha, onde foi editor da Folha Ilustrada, secretário de redação, correspondente na Europa, baseado em Paris, e primeiro ombudsman da imprensa brasileira. Criou a Revista da Folha, fundou e foi o primeiro diretor geral do UOL (Universo Online). Entre 2006 e janeiro de 2009, Caio presidiu o Internet Group, então uma empresa da Brasil Telecom que uniu os portais e serviços do iG, iBest e BrTurbo.
O jornalista e professor Caio Túlio Costa abriu em 27 de outubro de 2009 o Mix de Comunicação, evento promovido pela Faculdade de Comunicação da Universidade Metodista. Com mediação do professor Ricardo Fotios, Costa introduziu o tema central do encontro: ”A internet mudou o mundo”. Programação abaixo.
Publicado no site da Universidade Metodista em 14/10/2009:
Metodista realiza Mix de Comunicação
A Faculdade de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo realiza, nos dias 27, 28 e 29 de outubro, no Campus Rudge Ramos, o evento Mix de Comunicação. Estarão presentes diversos profissionais da área como o consultor de Novas Mídias, Caio Túlio Costa, para debater sobre o tema central: “A Internet mudou o mundo”.
A proposta é integrar os alunos dos sete cursos que compõem a área na Universidade (Cinema Digital, Comunicação Mercadológica, Jornalismo, Mídias Digitais, Publicidade e Propaganda, Rádio e TV e Relações Públicas). As palestras do Mix de Comunicação, realizadas simultaneamente ao XII Congresso Metodista, são abertas para toda a comunidade e não é necessário fazer inscrição prévia.
O evento é gratuito e todos os participantes assinarão uma lista de presença. Ao fim do evento, serão emitidas declarações de participação.
DIA 27 DE OUTUBRO – PERÍODO MATUTINO Palestra de Abertura: “A Internet Mudou o Mundo”
Palestrante: Caio Túlio Costa, consultor de Novas Mídias, doutor em Ciências da Comunicação, jornalista e professor de Jornalismo
Local: Salão Nobre
Horário: das 7h30 às 11h
Palestra: “Campanhas de Merchandising Social nas Novelas da TV Globo”
Palestrante: Márcio Schiavo, diretor da Comunicarte
Local: Anfiteatro Iota
Horário: das 9h às 11h
DIA 27 DE OUTUBRO – PERÍODO NOTURNOPalestra: “A Pesquisa e o Desafio das Novas Mídias”
Palestrantes: Ângelo Franzão Neto, presidente do Grupo de Mídia, e Hilton Cesario Fernandes, coordenador de Pesquisas de Opinião e Mercado da APPM
Local: Salão Nobre
Horário: das 19h30 às 23h
Mostra de Cinema Digital e Premiação do Festival Curta 1 Minuto – FAC Metodista e Sony
Local: Anfiteatro Sigma
Horário: das 19h30 às 23h
DIA 28 DE OUTUBRO – PERÍODO MATUTINO Palestra: “Jornalismo para a Classe C”
Palestrantes: Carolina Costa, editora da revista AnaMaria, e Gustavo Curcio, editor de Arte, Arquitetura/Decoração e colunista na Editora Abril S/A.
Local: Salão Nobre
Horário: das 07h30 às 11h
Apresentação dos trabalhos dos Cursos de Comunicação no XII Congresso da Metodista
DIA 28 DE OUTUBRO – PERÍODO VESPERTINOApresentação dos trabalhos dos Cursos de Comunicação no XII Congresso da Metodista
DIA 28 DE OUTUBRO – PERÍODO NOTURNOApresentação dos trabalhos dos Cursos de Comunicação no XII Congresso da Metodista
DIA 29 DE OUTUBRO – PERÍODO MATUTINOPalestra: “A Ética das Ruas e a Ética das Mídias”
Palestrantes: Marco Rossi, diretor da Mega Brasil Comunicação, e Sandrine Lage, jornalista e autora do livro “O poder de (in)formar”
Local: Salão Nobre
Horário: das 07h30 às 11h
Palestra: “A Força da Reputação como Ativo Tangível nas Organizações”
Palestrantes: Mara Pinheiro, gerente de Comunicação da Votorantim, e Joyce Cristina, gerente de Comunicação da Toyota
Local: Anfiteatro Iota
Horário: das 07h30 às 11h
DIA 29 DE OUTUBRO – PERÍODO NOTURNOPalestra: “A Mídia e a Área Promocional”
Palestrantes: Alberto Leite, diretor executivo e publisher da IT Mídia; Regis Amedi, presidente da Salsa Nova; e Rogério Machado, diretor de Marketing do Jornal O Estado de S. Paulo
Local: Salão Nobre
Horário: das 19h30 às 23h
Palestra: “Mídias Digitais, Cinema 3D, Games e Ilustração”
Palestrantes: Talita Araujo Moro, publicitária e design gráfico; Guilherme Albuk, artista de Efeitos Visuais, Animador, diretor e visual jockey; Rafael Nani, pós-graduado em Cinema, produtor, roteirista e diretor de filmes de ficção, documentários e curtas como: “Dos males o menor”, “Por um triz”; e João Eugênio dos Santos Neto, profissional de Web e design de empresas como Fico, Mercador e Volkswagen
Local: Anfiteatro Iota
Horário: das 19h30 às 23h