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	<title>Caio Túlio Costa &#187; Blog</title>
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		<title>Ouvidores do mundo em BH</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 11:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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O jornalista, professor de jornalismo e consultor Caio Túlio Costa participa nesta sexta-feira, em Belo Horizonte, do 1º Congresso Internacional de Ouvidores e Ombudsman. Será o expositor na oficina sobre ouvidoria em jornais, revistas, rádio e televisões.
Caio Túlio pretende debater quesitos basilares para o exercício da função como, por exemplo, as funções do ombudsman na indústria [...]]]></description>
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<div><span style="font-size: small;"><span> </span></span></div>
<p><span><span style="font-size: small;"><span>O jornalista, professor de jornalismo e consultor Caio Túlio Costa participa nesta sexta-feira, em Belo Horizonte, do 1º Congresso Internacional de Ouvidores e Ombudsman. Será o expositor na oficina sobre ouvidoria em jornais, revistas, rádio e televisões.</span></span></span></p>
<p>Caio Túlio pretende debater quesitos basilares para o exercício da função como, por exemplo, as funções do ombudsman na indústria da midia; os limites da atuação do ombudsman nesta indústria; as diferenças fundamentais entre a função do ombudsman e o serviço de atendimento ao consumidor (os polêmicos SAC); o perfil ideal do ombudsman e as barreiras para a expansão da função além de traçar um pequeno histórico do ombudsman de imprensa no Brasil e no mundo.</p>
<p>O Congresso, uma promoção da Associação Brasileira de Ouvidores e Ombudsman numa parceria com a OAB de Minas Gerais será realizado de 28 a 30 de julho no Hotel Ouro Minas, na capital do estado de Minas Gerais.</p>
<p>A oficina sobre ouvidoria nos meios de comunicação se desenrola das 9h às 12h do dia 30.</p>
<p>Além de Caio Túlio, confirmaram presença o 1º Ouvidor Público do Brasil, Manoel Camargo. Ele abre o evento com a palestra Cidadania, Direitos Fundamentais e os Limites entre o Público e o Privado; Dante Negro, diretor do Departamento de Direito Internacional da OEA, com o tema O Defensor Del Pueblo e sua Atuação na América Latina; Erick David, professor da Universidade de Bruxelas, com a palestra O Ombudsman no Conselho de Segurança da ONU; Ian Willian Darling, presidente do Fórum Canadense de Ombudsman, que abordará O Papel do Ombudsman no Canadá e EUA.</p>
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		<title>Palestra sobre eleições e internet</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 02:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado no site Santa Catarina 24 horas em 31 de maio de 2010  
Seminário sobre Eleições e Imprensa reúne profissionais da comunicação em Santa Catarina

Florianópolis &#8211; O panorama das próximas eleições em relação à imprensa e ao aspecto jurídico foi debatido amplamente durante toda a segunda-feira (31) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O encontro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado no site Santa Catarina 24 horas em 31 de maio de 2010  </em></p>
<p><strong>Seminário sobre Eleições e Imprensa reúne profissionais da comunicação em Santa Catarina<br />
</strong><br />
Florianópolis &#8211; O panorama das próximas eleições em relação à imprensa e ao aspecto jurídico foi debatido amplamente durante toda a segunda-feira (31) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O encontro, organizado por intermédio da Escola do Legislativo, reuniu jornalistas, radialistas, assessores de imprensa e demais profissionais da comunicação que participaram de duas palestras. No período matutino, o jornalista Caio Túlio Costa falou sobre a função social dos veículos de comunicação como instrumentos de transparência no processo eleitoral. À tarde, o procurador-chefe substituto da Procuradoria da República em Santa Catarina, André Stefani Bertuol, discorreu sobre a legislação específica, as principais mudanças e os pontos mais polêmicos.</p>
<p>Consultor de novas mídias, primeiro ombudsman da imprensa brasileira e profissional experiente em coberturas de fatos políticos, Caio Túlio Costa fez um panorama da situação dos principais veículos de comunicação do Brasil: revistas, jornais, rádio e televisão. Ele também comparou o comportamento da mídia nacional com a estrangeira e apontou as principais falhas no desempenho da imprensa. “Em geral, divide-se os candidatos entre os que têm condições de se eleger e os que não têm, implantando um sistema diferenciando de cobertura”, afirmou.</p>
<p>Como exemplo, o jornalista citou a tese desenvolvida pela professora Susana Salgado, da Universidade Nova de Lisboa, de Portugal. Ela examinou 4.364 peças jornalísticas e comprovou que os órgãos de notícias tornavam-se menos neutros à medida que a campanha tomava corpo, oferecendo espaço proporcional ao desempenho dos candidatos nas pesquisas. Costa também abordou casos de manipulação da informação que ficaram conhecidos do grande público. O levantamento do professor Rogério Christofoletti, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), analisou o erro cometido pela revista Veja contra o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB/RS). O parlamentar teve seu mandato cassado, em 1994, por conta de reportagem da publicação. Mais tarde, o próprio autor do texto, o jornalista Luiz Costa Pinto, reconheceu que havia confundido o valor de “US$ 1 mil” na conta de Ibsen com “US$ 1 milhão”, o que foi determinante para a cassação do político.</p>
<p>A expansão e o poder da internet, a mais nova mídia eleitoral, foi tema da palestra de Caio Túlio e também do procurador André Stefani Bertuol.  Muitas são as dúvidas que ainda pairam sobre a sua utilização, mas ambos os palestrantes concordaram que a utilização da rede mundial é definitiva, o que ficou confirmado no episódio da vitória do presidente dos EUA, Barak Obama. Bertuol, que baseu sua explanação nas Leis nº 9.504/1997 e nº 4.737/1965, o chamado Código Eleitoral, disse que a legislação brasileira começa a se ajustar a essas inovações. Um passo nessa direção foi dado com as alterações jurídicas que começaram a vigorar este ano com a aprovação da Lei 12.034, de 2009, que já prevê a possibilidade de campanhas na web e a liberação do uso de redes sociais e blogs.</p>
<p>A maioria dos participantes apresentou dúvidas também sobre propaganda eleitoral extemporânea. Isto é, as peças de divulgação da candidatura de um político divulgadas antes de 5 de julho, prazo oficial para início da campanha 2010. Como o conjunto de leis permite interpretação, discutiu-se o que caracteriza propaganda fora de época e os meios de prevenção de irregularidades do gênero.</p>
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		<title>Exemplos de moral provisória</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 18:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acaba de ser lançado o livro &#8220;Esfera Pública, Redes e Jornalismo&#8221; no qual Caio Túlio Costa, professor titular de Ética Jornalística da Faculdade Cásper Líbero, apresenta uma série de exemplos da moral provisória no jornalismo em seu artigo &#8220;Sobre a moral provisória&#8221;.
Editado pela e-papers, foi organizado pelos professores do curso de pós-graduação da Faculdade Cásper [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba de ser lançado o livro &#8220;Esfera Pública, Redes e Jornalismo&#8221; no qual Caio Túlio Costa, professor titular de Ética Jornalística da Faculdade Cásper Líbero, apresenta uma série de exemplos da moral provisória no jornalismo em seu artigo &#8220;Sobre a moral provisória&#8221;.</p>
<p>Editado pela e-papers, foi organizado pelos professores do curso de pós-graduação da Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo. Além de prefácio de André Lemos, da UFBa, e apresentação de Dimas A. Künsch, da Cásper, o livro é composto de 18 textos de autores distintos.</p>
<p>O índice e a biografia dos autores revela a abrangência da obra:</p>
<p>Primeira parte: Esfera pública interconectada: processos discursivos e contextos de interação</p>
<p>1. &#8220;Os deuses voltam à cena: ciberespaço, razão e delírio&#8221;, por Dimas A. Künsch &#8211; da Cásper Líbero;<br />
2. &#8220;Esfera pública e os media na trajetória de pensamento de Jürgen Habermas&#8221;, por Rousiley C. M. Maia &#8211; da UFMG;<br />
3. &#8220;Esfera pública interconectada, blogosfera e redes sociais&#8221;, por Sergio Amadeu da Silveira &#8211; da Cásper;<br />
4. &#8220;Trocas simbólicas no ciberespaço e os processos de construção de esferas públicas interconectadas&#8221;, por Liráucio Girardi Júnior &#8211; da Cásper;<br />
5. &#8220;Opinião pública e conversação cívica&#8221;, por Heloiza Matos &#8211; da Cásper;<br />
6. &#8220;A argumentação na esfera pública: em busca da articulação discursiva e do entendimento entre atores plurais&#8221;, por Ângela Marques &#8211; da Cásper;<br />
7. &#8220;Mundo, mundo, vasto mundo da vida&#8230;&#8221; por Eugênio Bucci &#8211; da ECA/USP;<br />
8. &#8220;A diluição de fronteiras no campo da Comunicação em tempos de interculturalidade&#8221;, por Laan Mendes de Barros, da Cásper.</p>
<p>Segunda parte: 0 jornalismo e suas interfaces com o ciberespaço, o imaginário e a política</p>
<p>9. &#8220;Mídias sociais conectadas e jornalismo participativo&#8221;, por Walter Teixeira Lima Junior &#8211; da Cásper;<br />
10. &#8220;As mídias sociais e o ciberjornalismo: reconfiguração de vozes&#8221;, por Elizabeth Saad Corrêa &#8211; da ECA/USP;<br />
11. &#8220;Da esfera pública à blogosfera a partir da estética da comunicação&#8221;, por Luís Mauro Sá Martino &#8211; da Cásper;<br />
12. &#8220;Hipermídia, hiperlinguagem e imagem complexa no webjornalismo&#8221;, por Dulcília H. Schroeder Buitoni &#8211; da Cásper;<br />
13. &#8220;Enquetes e sondagens de opinião e a agenda de debates da ciberpolítica&#8221;, por Rosemary Segurado e Vera Chaia &#8211; ambas da PUC-SP;<br />
14. &#8220;A mídia e os acontecimentos de 1968: produção de sentido ou implosão?&#8221;, por Cláudio Novaes Pinto Coelho &#8211; da Cásper;<br />
15. &#8220;Rádio informativo e ecologia da comunicação:o Jornal da CBN como cenário de vinculação sociocultural&#8221;, por José Eugenio de Oliveira Menezes &#8211; da Cásper;<br />
16. &#8220;Jornalismo e imaginário: o lugar do universal&#8221;, por Marcia Benetti &#8211; UFRGS;<br />
17. &#8220;Sobre a moral provisória&#8221;, por Caio Túlio Costa &#8211; Cáper &#8211; e<br />
18. &#8220;O ensino de jornalismo frente à realidade das novas tecnologias&#8221;, por Carlos Costa &#8211; da Cásper.</p>
<p>No seu artigo, Caio Túlio Costa aprofunda a questão específica da &#8220;moral provisória&#8221;, tema de sua tese de doutorado que se tranformou em livro (&#8221;Ética, jornalismo e nova mídia &#8211; uma moral provisória&#8221;, editado pela Zahar em 2009).</p>
<p>Os dois parágrafos iniciais, reproduzidos abaixo, dão o tom do texto que contém vários exemplos de moral provisória no jornalismo:</p>
<p>&#8220;A moral provisória é o jornalismo em estado puro. É uma maneira diferente de entender a profissão, fundada e mantida no imediatismo &#8211; cada vez mais no adiantado da hora. No jornalismo, a moral provisória é o instantâneo do profundo abismo entre os princípios e o dia a dia, entre o teórico e o prático, entre o ideal e a realidade. Ela se nutre do fosso entre o normativo e o funcional. Ela não existiria se não existissem meios escusos para fins nobres. Ela não existiria se não existissem interesses, ilegítimos ou legítimos, sejam individuais, empresariais ou institucionais. Se a moral provisória é usada por motivo honroso, mais assertivamente ainda ela pode ser provisoriamente enganadora, provisoriamente mentirosa, provisoriamente má – definitivamente destrutiva. A moral provisória nasce, cresce e floresce num paradoxo: constrói para destruir – destrói para construir. Justificativas de princípios morais valem para nortear idealmente a imprensa quando investiga um assunto, uma pessoa, uma empresa, uma instituição. Mas são desconsideradas na forma como a imprensa investiga, apura, decide – ela chega a usar ferramentas imorais no processo de captação da informação. Se o motivo é escuso, então, vai-se usar um código moral transitório para justificar o injustificável. Em ambos os momentos, a moral é provisória, interina, momentânea. E o jornalista, temporariamente, é autorizado a ser mau, hipócrita, enganador, mentiroso – o justiceiro.&#8221;</p>
<p>&#8220;Se os profissionais puros, altruístas e de boa fé sustentam, antes de tudo, que o jornalismo deveria ser uma práxis ética (Bucci, 2002: 26), a indústria se planeja, se diz e se maquia exatamente como se a fosse. Ela nunca reconhece ter a moral provisória como recurso. Não. Em público, normativamente, a indústria da notícia se apresenta como a campeã da virtude moral. Mas desanca essa práxis nos bastidores, naquilo que não é escrito nem mostrado, naquilo que está subjacente à investigação, na manipulação e na reutilização da idéia da moral conforme a necessidade, o momento, a situação; para significar isso ou aquilo porque o “interesse público” sempre fala mais alto. Mas o que é interesse público? Quem define o interesse público? A direção da empresa de comunicação? O ocupante do governo da ocasião? O deputado, o empresário, o editor da publicação, o leitor, o consumidor?&#8221;</p>
<p>O livro pode ser encontrado nas boas livrarias e se mostrou desde o primeiro momento indispensável para quem se interessa por comunicação e, em especial, pelo jornalismo em época de grandes trannfor,ações comandadas pela tecnologia.</p>
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		<title>Leilão de fotos foi um sucesso</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 02:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O leilão de fotos em benefício do IDS (Instituto Democracia e Sustentabilidade), presidido por Marina Silva, foi um sucesso. Todas as fotos foram vendidas. Para os fotógrafos extenmporâneos Adolfo Leiner, Beto Ricardo, Caio Túlio Costa e Leão Serva esta foi a primeira experiência numa apresentação pública na qual suas fotos estavam à venda, á espera [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O leilão de fotos em benefício do IDS (Instituto Democracia e Sustentabilidade), presidido por Marina Silva, foi um sucesso. Todas as fotos foram vendidas. Para os fotógrafos extenmporâneos Adolfo Leiner, Beto Ricardo, Caio Túlio Costa e Leão Serva esta foi a primeira experiência numa apresentação pública na qual suas fotos estavam à venda, á espera de lances. O dinheiro arrecadado foi transferido para o Instituto.</p>
<p>Veja as fotos de Caio Túlio Costa:</p>
<div id="attachment_2285" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/Vida.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2285" src="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/Vida-150x150.jpg" alt="Fotos de Caio Túlio Costa" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos de Caio Túlio Costa</p></div>
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		<title>Expo de fotógrafos em prol do IDS</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 15:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leilão de fotos em São Paulo 
Exposição de fotos em São Paulo, de 25 de maio a 1 de junho reúne, em São Paulo, quatro fotógrafos extemporâneos: Adolfo Leirner, Beto Ricardo, Caio Túlio Costa e Leão Serva.
Adolfo é engenheiro e médico, Beto é ambientalista, Caio Túlio é jornalista, professor e consultor e Leão Serva é jornalista. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Leilão de fotos em São Paulo </strong></p>
<p>Exposição de fotos em São Paulo, de 25 de maio a 1 de junho reúne, em São Paulo, quatro fotógrafos extemporâneos: Adolfo Leirner, Beto Ricardo, Caio Túlio Costa e Leão Serva.</p>
<p>Adolfo é engenheiro e médico, Beto é ambientalista, Caio Túlio é jornalista, professor e consultor e Leão Serva é jornalista. Rosely Nagakagawa foi a curadora que reuniu os trabalhos. </p>
<p>Os quatro têm em comum a paixão pela fotografia. Exercem-na em momentos extra-profissionais.</p>
<p>Os resultados destas quatro &#8220;viagens&#8221; pela fotografia estarão em leilão de arrecadação de fundos para o IDS, Instituto Democracia e Sustentabilidade.</p>
<p>Adolfo trabalha recortes e elementos fotográficos no photoshop alcançando efeitos supreendentes. Beto Ricardo mostra visões da montanha Bela Adormecida, em São Grabriel da Cachoeira. Caio Túlio Costa expõe instantâneos colhidos em viagens a Cuba. Vietnã, Tailândia e Portugal. Leão Serva trabalha com polaroids.</p>
<p>A exposição será na galeria (espaço de arte) do Restaurante Trio, na Vila Olimpia  (Rua Gomes de Carvalho, 1759). A exposição vai de 25 de maio até 1 de junho, quando acontece o leilão, às 21 horas. A partir de 25 de maio, as obras poderão ser vistas no Espaço Arte Trio todos os dias no horário do almoço.</p>
<div id="attachment_2277" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Convite1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2277" src="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Convite1-150x150.jpg" alt="Convite para a exposição no Trio" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Convite para a exposição no Trio</p></div>
<p>Todos os leitores deste site estão convidados para a exposição e para o leilão.</p>
<p><strong>Para quem não conhece Adolfo Leirner, ele se define assim:<br />
</strong>&#8220;Com dez anos ganhei uma histórica Kodak Brownie 620. Aos 11, num hotel em Santos onde passava férias havia um fotógrafa com estúdio e laboratório e que me adotou como assistente me ensinando a fotografar e revelar fotos. A seguir me apossei de uma Leica antiga esmaltada em preto que era da minha mãe. No meu 13o. aniversário ganhei um ampliador que completou meu laboratório. Era sócio do Foto Clube Bandeirantes onde ia de noite assistir os debates sobre fotos dos sócios. Com 15 anos ganhei uma Rollei e curtia fotografar eventos esportivos. Às vezes minhas fotos eram aproveitadas em jornais. Aos 17 anos fui estudar no ITA, e a fotografia cedeu lugar aos estudos que me ocupavam integralmente. Fundei uma pioneira fábrica de aparelhos médicos e entrei aos 37 anos na FMUSP, onde fiz graduação, residência, doutorado e docência em Cardiologia. Dirigi por 25 anos um laboratório de Bioengenharia no Incor onde era médico e engenheiro, e “Professor Pardal”. Vivi entre artes e artistas Minha mãe Felícia Leirner era escultora, meus irmãos Nelson e Giselda são artistas de renome além de uma penca de familiares dedicados às artes. Com a idade, cedi aos jovens meu lugar na academia sobrando espaço para retornar à fotografia, agora modificada pela captura e processamento digitais. As câmeras porém permaneceram semelhantes e o manejo foi fácil. Amadurecido pelos ativos 70 anos que deixei para trás encontrei na fotografia uma forma de guardar os momentos que presencio e transformá-los numa crônica gráfica do homem e da história. A série que exponho agora toma como inspiração o conflituoso relacionamento de amor e ódio do homem e das instituições com as várias formas do divino e da arte sacra, usando elementos do vandalismo, do grafitti e da escrita arcaica.&#8221;</p>
<p><strong>Beto Ricardo diz de si mesmo:<br />
</strong>&#8220;Meu contato inicial com a fotografia foi com as imagens da família e de viagens que meu pai fazia com uma Rolleyflex e, algum tempo depois, com uma câmera 35 mm. Slides emoldurados, caxias de metal, projeções caseiras. Aos 19 anos entrei na universidade para cursar ciências sociais, enveredei pela antropologia e adotei uma câmera Nikon FM2 como ferramenta de registro nas minhas viagens e trabalhos de campo. Valorizei as imagens fotográficas tanto quanto os textos, na série de publicações &#8220;Povos Indígenas no Brasil&#8221;, que idealizei em 1978 e da qual fui editor por vários anos. Aprendi com Vincent Carelli a ler editorialmente as fotografias que recebíamos de muitos colaboradores, profissionais e amadores. Ainda neste trabalho associado à luta dos povos indígenas pelo reconhecimento dos seus direitos, descobri a força das fotos yanomami de Claudia Andujar. Com muitas viagens de trabalho pela Amazônia, especialmente no alto Rio Negro, fiz extenso registro dos bastidores de vários processos de lutas dos índios e populações tradicionais por direitos e de vários casos exemplares da diversidade socioambiental do Brasil. Paisagens humanizadas e em movimento. Organizei eventos e exposições sempre vinculados a estes processos, nos quais as fotografias conviveram com desenhos, pinturas, vídeos, objetos, textos e sons. Aprendi um bocado com Pedro Martinelli, nas várias jornadas de viagens na Amazônia que fizemos juntos. Cheguei a operar com duas FM2, uma com filmes côr e outra com pb, antes de adotar mais e mais uma pequena câmera digital. Como editor do ISA (Instituto Socioambiental), tenho incorporado algumas das minhas imagens e de outros colaboradores em várias publicações, nos últimos 15 anos.&#8221;</p>
<div><strong></strong></div>
<p> </p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_2281" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/000003_trRevRev.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2281" src="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/000003_trRevRev-150x150.jpg" alt="Detalhe de foto de Caio Tulio feita em Havana Velha, Cuba" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe de foto de Caio Tulio feita em Havana Velha, Cuba</p></div>
<p> </p>
<p></strong></p>
<p><strong>Caio Túlio Costa explica assim a sua aproximação com a fotografia:<br />
</strong>&#8220;Meu nome é Caio Túlio Costa e tenho 55 anos. Sou jornalista e professor de jornalismo. Ganho a vida como executivo e consultor de novas mídias. Fotografo desde criança por conta da paixão de meu pai pela fotografia. Com ele, aprendi a medir a luz, a calcular a abertura da objetiva e a velocidade exata para disparar o obturador. Ele usava uma Leica manual e uma Rolleiflex, alternadamente, com a ajuda de um fotômetro. Meu pai gostava de slides e as sessões de fotos projetadas na parede da sala de casa eram comuns naquela época em Alfenas, no sul de Minas. Eu me deslumbrava com aquilo. Herdei parte do seu equipamento (a Leica, o fotômetro e um tripé) que acabou sendo furtada de dentro de minha casa. Já em São Paulo, na escola de jornalismo, aprendi a revelar e a ampliar fotos. Usei e abusei do laboratório revelando os amigos, as namoradas e as ruas da cidade. Com a ajuda de uma Nikon F2, depois de uma Leica R8 e mais recentemente de uma Leica digital (D-Lux 3), passei a registrar viagens, em especial as que<br />
costumo fazer com minha família. Também fiz fotos jornalísticas, poucas, pressionado pelo dia-a-dia do jornal. Confesso ter resistido bastante, mas acabei cedendo à fotografia digital. As fotos deste leilão, escolhidas pela Rosely Nagakagawa, exibem dez instantâneos de três viagens recentes, Cuba, Ásia e Portugal – a passeio – sempre à espreita de algum ângulo nem muito óbvio nem tão comum. Quero frisar que não manipulo as fotos no Photoshop, não recorto foto, não utilizo filtros nem recursos avançados da câmara e sou parcimonioso com as teleobjetivas. Gosto de Eugène Atget, de Cartier-Bresson, de Robert Capa, da Annie Leibovitz e do Bob Wolfenson. Só aceitei expor estas fotos porque é para uma boa causa.&#8221;</p>
<p><strong>Leão Serva se explica dessa forma:</strong>Em 1992, no interior de Angola, minha primeira câmera reflex, uma Minolta que me acompanhava desde a adolescência e já tinha testemunhado outras guerras, foi expropriada por guerrilheiros da Unita. Segui cobrindo guerras.<br />
Para substituir a câmera, comprei uma máquina super-automática, auto-focus, &#8220;auto tudo&#8221;. A consequência foi trágica: anos depois, numa visita a aldeias indígenas do rio Içana, no Alto Rio Negro, me dei conta que já não sabia manipular com inteligência os recursos da câmera. Decidi então comprar equipamentos low techs. Ao longo dos ltimos anos, quando o mundo vivia a corrida à foto digital, eu vivi uma volta ao passado. Primeiro foi uma Leica R3, de 1976; depois, foi uma Rollei 35, de 1966. Mais recentemente, ganhei de um amigo uma linda Polaroid SX70, de 1972, à qual juntei posteriormente duas outras polas. Vivi então uma busca da &#8220;última polaroid&#8221;. Como a empresa não faz mais filmes para elas, os poucos que existem são conservados em geladeira e podem sofrer problemas em sua química, criando efeitos aleatoriamente.<br />
Diz o professor e galerista Eduardo Brandão que todas as fotos já foram feitas e boa parte das pessoas já as viu e as tem na memória. Dessa forma, quando apertamos o botão do obturador, é como se buscássemos refazer uma foto que já vimos. Essa história começa quando os inventores da fotografia retratavam imagens captadas de sua janela. Quase todos os fotógrafos também refizeram essa trajetória, captando imagens da visão de suas janelas. Tenho certeza dessas verdades quando olho o visor da máquina. A maior parte de minhas fotos nesta exposição, todas feitas com a máquina SX70 (algumas com filmes adaptados em casa), mostram lugares clássicos. Fotografei muitos deles repetidamente, inúmeras vezes, nas mais diversas situações de clima e luz, da janela do escritório onde eu trabalhava, da janela de um hotel no Rio ou da janela de casa.<br />
Fotografia para mim nasceu da habilidade de meu pai, um fotógrafo amador talentoso e premiado. Vivo um pouco em busca desse Graal, o olho dele, seu raciocínio cromático, a relação dos filtros e filmes dentro de sua Rolleiflex retangular. Desde que comecei a trabalhar, a câmera passou a ser também um recurso jornalístico para revelar a alma dos personagens que obriga o repórter a se aproximar muito do objeto, que às vezes é o próprio risco. Uma câmera conduz melhor inclusive o trabalho do repórter de texto.<br />
Mas todo esse realismo foi relegado a um segundo plano diante da textura estranha e do acaso imposto pela química dos filmes de polaroid vencidos.<br />
De volta das viagens de guerra, em 1994 as fotos se tornaram tema de uma exposição (&#8221;Todos os Fogos do Front&#8221;) que esteve no Museu da Imagem e do Som (MIS), em SP, e depois em Salvador, Bahia (Casa do<br />
Benin), e em Buenos Aires (Embaixada do Brasil). Mais recentemente, uma dessas polaroids participou da coletiva Mostra São Paulo Original de Fotos (2009).<br />
Nasci em São Paulo em 1959, comecei a trabalhar como jornalista em 1978 e hoje sou diretor de Redação do jornal &#8220;Diário de S.Paulo&#8221;. Tenho alguns livros publicados, os mais recentes são &#8220;Jornalismo e Desinformação&#8221; (Senac, 2001) e &#8220;Cidade Limpa &#8211; O projeto que mudou a cara de S. Paulo&#8221; (2008).&#8221;</p>
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		<title>Ética e mídia em debate em Rio Preto</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 13:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caio Túlio Costa fez palestra na Bienal do Livro 
O jornalista e professor proferiu palestra no espaço &#8220;Palavra&#8221; da Bienal do Livro de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. A palestra foi no domingo, 2 de maio, das 10 às 12 horas, parte da programação da quarta edição da Bienal.
O jornalista abordou temas referentes ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Caio Túlio Costa fez palestra na Bienal do Livro </strong></p>
<p>O jornalista e professor proferiu palestra no espaço &#8220;Palavra&#8221; da Bienal do Livro de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. A palestra foi no domingo, 2 de maio, das 10 às 12 horas, parte da programação da quarta edição da Bienal.</p>
<p>O jornalista abordou temas referentes ao seu livro <em>Ética, jornalismo e nova mídia &#8211; uma moral provisória</em> (Zahar) e os debateu com a platéia.</p>
<p>Discutiu conceitos de moral e ética, realizou exercícios de entendimento de linguagem com os participantes e mostrou os desafios que as novas mídias acrescentam à indústria da comunicação &#8211; com exemplos de como os novos meios digitais estão transformando radicalmente a comunicação.</p>
<p><em>Da Agência Bom Dia, divulgado em 12/04/10 às 17h23: </em></p>
<p><strong>4ª Bienal do Livro de Rio Preto já tem programação </strong><br />
A 4ª Bienal do Livro de Rio Preto já está com a grade de programação definida. O evento será realizado de 30 de abril a 9 de maio, no Centro de Educação, Cultura e Artes da Swift.</p>
<p>Nesta edição da Bienal, &#8220;Palavra&#8221; é o tema da feira literária. O evento contará com seis espaços: Palavra Escrita, Palavra Exposta, Palavra Em Cena, Palavra Lúdica, Palavra Filmada e Palavra Sensorial.</p>
<p>O Palavra Escrita, montado no graneleiro da Swift, reúne 70 estandes de editoras e livrarias, dois de autores locais e um da Academia Rio-pretense de Letras e Cultura.</p>
<p>O <strong>Palavra Exposta</strong>, que ficará no auditório da Swift, é um espaço voltado para palestras com escritores de projeção nacional e internacional. O espaço receberá: Gabriel Chalita, <strong>Caio Túlio Costa</strong>, Joãosinho Trinta, Daniel Piza, Célio Turino, Pedro Bandeira, Gentil de Faria, Ignácio de Loyola Brandão, Augusto Cury, Rosely Sayão, Pasquale Cipro Neto, José Roberto Torero, Márcia Tiburi, Romildo Sant’Anna, Moacyr Scliar, Mário Prata, Maurício Kubrusly. Terá ainda uma mesa redonda com os autores Alfredo Leme Coelho de Carvalho, Salvatore D’Onofrio, Antônio Manoel dos Santos Silva, Hygia Therezinha Calmon Ferreira, Zêqui Elias e Rosalie Gallo y Sanches, da Academia Rio-pretense de Letras e Cultura. A mediação das palestras será feita por David Oscar Vaz.</p>
<p>Também integra a grade de programação do Palavra Exposta, a III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras, nos dias 7 e 8 de maio.</p>
<p>Já o espaço Palavra Em Cena é destinado à leitura e/ou encenação de obras literárias por atores. Participam desta atividade os atores Rosaly Papadopol, Hélio Cícero, Pascoal da Conceição, João Paulo Lorenzon e Antônio Calloni, este último fazendo leitura de seus textos.</p>
<p>Para as crianças, a Bienal tem o espaço Palavra Lúdica, onde acontecerão oficinas, leitura de obras infantis e apresentações de teatro e música. As atividades ficarão por conta de: Ingrid Biesemeyer, Cia. da Casa Amarela, Preto Moreno, Mileny Goto, Hamilton Pereira, Cia. Forrobodó de Teatro e Cultura Popular, Cia. Teatral Poleiro dos Anjos, Cia. da Boca e Maritza Nuñez. Mais o grande destaque será a presença de Zé do Caixão, no dia 8 de maio, às 14h30, fazendo leitura de contos infantis.</p>
<p>No Palavra Filmada, espaço destinado para a sétima arte, serão exibidos filmes adaptados de obras literárias brasileiras, tais como “Tieta do Agreste”, “O Grande Mentecapto”, “Memórias Póstumas de Brás Cubas” e “Quincas Borba”.</p>
<p>Para finalizar, o Palavra Sensorial, montado no Anfiteatro da Represa, será o palco de atrações artísticas. O espaço receberá as apresentações da Cia. Manoel Kobachuk, Adriana Calcanotto, Vânia Bastos, Missão Resgate, Escola Viva, Projeto Guri, Aprodança, Casa do Hip Hop, Tunai e Wagner Morais &amp; Lívia Maria.</p>
<p>Programação da 4ª Bienal do Livro<br />
• 30 de Abril &#8211; Sexta-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo “Pai do Mato” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
20h – “Adriana Partimpim–Dois é Show” – Adriana Calcanhotto (Palavra Sensorial)</p>
<p>• 1º de Maio – Sábado<br />
9h30 – Palestra “Pedagogia da Gentileza” – Gabriel Chalita (Palavra Exposta)<br />
20h – Show “Tocar na Banda” – Vânia Bastos (Palavra Sensorial)<br />
20h30 – Leitura: “As Várias Faces de Hilda Hilst” – Rosaly Papadopol (Palavra Em Cena)</p>
<p>• 2 de Maio – Domingo<br />
10h – Palestra “Ética e Mídia” – Caio Túlio Costa (Palavra Exposta)<br />
14h30 – “Leitura de Poemas” – Antônio Calloni (Palavra Em Cena)<br />
15h – Palestra “Pobre Gosta de Luxo, Quem Gosta de Miséria é Intelectual” – Joãosinho Trinta (Palavra Exposta)</p>
<p>• 3 de Maio – Segunda-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo “Traquinagens” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
10h – Música Poesia – Maritza Nuñez (Palavra Lúdica)<br />
15h30 – Oficina “O Dia do Saci: Contos e Curiosidades” – Hamilton Pereira (Palavra Lúdica)<br />
16h – Palestra “Nabuco e a Civilização Brasileira” – Daniel Piza (Palavra Exposta)<br />
19h – Mesa Redonda “Fontes da Criação Literária” – Alfredo Leme Coelho de Carvalho, Salvatore D’Onofrio, Antônio Manoel dos Santos Silva, Hygia Therezinha Calmon Ferreira, Zêqui Elias e Rosalie Gallo y Sanches (Palavra Exposta)<br />
19h30 – “Apresentação musical” – Escola Viva (Palavra Sensorial)<br />
20h30 – “Meninos de Ouro” – Missão Resgate (Palavra Sensorial)<br />
20h – Filme: “Tieta do Agreste” – Direção Cacá Diegues (Palavra Filmada)</p>
<p>• 4 de Maio – Terça-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo “Magia Musical” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
10h – Oficina “Quebra-Cabeças dos Contos de Fadas” – Ingrid Biesemeyer (Palavra Lúdica)<br />
15h30 – Espetáculo “Candim” – Cia. da Casa Amarela (Palavra Lúdica)<br />
16h – Palestra “Ponto de Cultura &#8211; O Brasil de Baixo Para Cima” – Célio Turino (Palavra Exposta)<br />
19h – Palestra “Como Conquistar Quem Não Gosta de Ler” – Pedro Bandeira (Palavra Exposta)<br />
19h30 – “Apresentação de dança” – Aprodança (Palavra Sensorial)<br />
20h – Filme: “O Grande Mentecapto” – Direção Oswaldo Caldeira (Palavra Filmada)<br />
20h30 – Leitura: “A Palavra Poética em Cena” – Hélio Cícero (Palavra Em Cena)</p>
<p>• 5 de Maio – Quarta-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo “Música Maestro” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
10h – Palestra “A História do Livro no Brasil” – Gentil<br />
10h – Espetáculo “De onde veio a palavra que veio da palavra de onde veio” – Cia. Forrobodó de Teatro e Cultura Popular (Palavra Lúdica)<br />
15h30 – “Música Poesia” – Maritza Nuñez (Palavra Lúdica)<br />
18h – Palestra “Processo de Criação: Inspiração existe? Qual o papel do professor na formação do autor e do leitor?” – Ignácio de Loyola Brandão (Palavra Exposta)<br />
19h30 – “Mostra Regional” – Projeto Guri (Palavra Sensorial)<br />
20h – Palestra “O Código da Inteligência – A Excelência Profissional e Emocional” – Augusto Cury (Palavra Exposta)<br />
20h – Filme: “Memórias Póstumas de Brás Cubas” – Direção André Klotzel (Palavra Filmada)</p>
<p>• 6 de Maio – Quinta-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo “Menino, Vou Te Contá!” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
10h – Oficina “Brincando de Ilustrar” – Mileny Goto (Palavra Lúdica)<br />
15h – Palestra “Valores e Competências da Educação Familiar e da Escolar” – Rosely Sayão (Palavra Exposta)<br />
15h30 – “Palavra Sonora” – Preto Moreno (Palavra Lúdica)<br />
18h – Palestra “A Nossa Língua” – Pasquale Cipro Neto (Palavra Exposta)<br />
19h30 – “Hip Hop Classic” – Casa do Hip Hop (Palavra Sensorial)<br />
20h – Palestra “O Velho, o Novo e os Novíssimos Testamentos” – José Roberto Torero (Palavra Exposta)<br />
20h – Filme: “Quincas Borba” – Direção Roberto Santos (Palavra Filmada)<br />
20h30 – Leitura: “Memórias do Mundo: Um Olhar sobre Borges” – João Paulo Lorenzon (Palavra Em Cena)</p>
<p>• 7 de Maio – Sexta-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo &#8220;Respeitável Público” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
10h – Palestra “Filosofia e Literatura” – Márcia Tiburi (Palavra Exposta)<br />
10h – Espetáculo “A Mulher Que Matou os Peixes” – Cia. Teatral Poleiro dos Anjos (Palavra Lúdica)<br />
11h30 às 12h30 – III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Abertura Solene e Apresentação das escritoras (Palavra Exposta)<br />
15h às 18h &#8211; III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Palestras com Mônica López Bordón, Isabel Hernandez, Alicia Torres, Leonor Scliar e Bella Ventura. Mediadora: Nilce Lodi (Palavra Exposta)<br />
15h30 – Espetáculo “A Princesa Diva, Adivinha” – Cia. da Boca (Palavra Lúdica)<br />
18h às 20h &#8211; III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Café Literário e Homenagem a Raquel de Queiroz (Lounge do Palavra Exposta)<br />
18h30 – Palestra “Estética da Oralidade: Literatura Oral Popular” – Romildo Sant’Anna (Palavra Exposta)<br />
20h – Palestra “Criação Literária” – Moacyr Scliar (Palavra Exposta)<br />
20h – Filme: “Tieta do Agreste” – Direção Cacá Diegues (Palavra Filmada)<br />
20h – Show “Nordeste Aqui” – Wagner Morais &amp; Lívia Maria (Palavra Sensorial)</p>
<p>• 8 de Maio – Sábado<br />
10h às 13h &#8211; III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Palestras com Eliane Potiguara, Amanda Pedroso, Araceli Otamendi e Cristina De La Concha. Mediadora: Nilsa Amaral. (Palavra Exposta)<br />
14h30 – Leitura de Contos Infantis – Zé do Caixão (Palavra Lúdica)<br />
15h às 18h &#8211; III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Palestras com Vidaluz Meneses, Lara Moreno, Niminon Suzel Pinheiro e Glória Davila (Palavra Exposta)<br />
18h às 20h &#8211; III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Café Literário e Encerramento (Lounge do Palavra Exposta)<br />
20h – Palestra “O Ofício do Escritor e a Literatura Policial” – Mário Prata (Palavra Exposta)<br />
20h – Show “25&#8230; ou Mais” Acústico – Tunai (Palavra Sensorial)</p>
<p>• 9 de Maio – Domingo<br />
14h – Palestra “Me Leva Mundão” – Maurício Kubrusly (Palavra Exposta)<br />
15h – Leitura: “Os Sertões: a Terra, o Homem, a Luta” – Pascoal da Conceição (Palavra Em Cena)</p>
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		<title>&#8220;Encontro com gigantes&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 14:14:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Veja entrevista de Caio Túlio Costa dada a Lorena Calabria, apresentadora do programa de rádio Encontro com Gigantes. A gravação foi feita em 21 de janeiro de 2010.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja entrevista de Caio Túlio Costa dada a Lorena Calabria, apresentadora do programa de rádio Encontro com Gigantes. A gravação foi feita em 21 de janeiro de 2010.</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gnb5tmSAP-U&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gnb5tmSAP-U&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Programa do curso de ética para 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 13:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já está disponível neste site o programa completo do curso de Ética Jornalística que o professor Caio Túlio Costa ministra na Cásper Líbero para os alunos do quarto ano de jornalismo.
Além da ementa do curso &#8211; que abrange o ano todo e a bibliografia &#8211; estão disponíveis, em separado, o cronograma das aulas, o sistema de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível neste site o programa completo do <a href="http://caiotulio.com/categoria/curso-de-etica/" target="_self">curso de Ética Jornalística</a> que o professor Caio Túlio Costa ministra na Cásper Líbero para os alunos do quarto ano de jornalismo.</p>
<p>Além da <a href="http://caiotulio.com/conheca-o-programa-completo/" target="_self">ementa</a> do curso &#8211; que abrange o ano todo e a bibliografia &#8211; estão disponíveis, em separado, o <a href="http://caiotulio.com/roteiro-das-aulas-1o-semestre-de-2009/" target="_self">cronograma</a> das aulas, o sistema de <a href="http://caiotulio.com/sistema-de-avaliacao/" target="_self">avaliação</a> e o tema da <a href="http://caiotulio.com/atividade-complementar/" target="_self">atividade complementar</a>.</p>
<p>Recomenda-se aos alunos que leiam atentamente o programa bem como as indicações de avaliação. O programa e o sistema de avaliação são objetos de discussão e análise com os alunos no começo do curso. Professor e alunos devem chegar a bom termo e concordância quanto à maneira da condução das atividades escolares.</p>
<p>Recomenda-se também que os alunos não faltem às aulas iniciais quando todo o processo do curso é exaustivamente discutido e combinado com os alunos.</p>
<p>Clique para conhecer o <a href="http://caiotulio.com/conheca-o-programa-completo/" target="_self">Programa de 2010</a>, o <a href="http://caiotulio.com/roteiro-das-aulas-1o-semestre-de-2009/" target="_self">Cronograma</a> das aulas, o sistema de <a href="http://caiotulio.com/roteiro-das-aulas-1o-semestre-de-2009/" target="_self">Avaliação</a> e a <a href="http://caiotulio.com/sistema-de-avaliacao/" target="_self">Atividade complementar</a>.</p>
<p>Atenção: o cronograma ainda pode sofrer alterações em função do dia da aula magna promovida pela faculdade quando os alunos são dispensados das aulas regulares para comperecerem à ela.</p>
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		<title>Para professor,&#8221;STF confundiu conceitos&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 13:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado em O Estado de S. Paulo de 15/12/2009, pág. A8
Segundo Caio Túlio, negar recurso ao &#8216;Estado&#8217; mostra entendimento errôneo sobre liberdade de imprensa
Por Moacir Assunção
O jornalista e professor de ética jornalística da Faculdade Cásper Líbero, Caio Túlio Costa, viu com &#8220;enorme estranheza&#8221; a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que negou provimento ao recurso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado em O Estado de S. Paulo de 15/12/2009, pág. A8</em></p>
<p><strong>Segundo Caio Túlio, negar recurso ao &#8216;Estado&#8217; mostra entendimento errôneo sobre liberdade de imprensa</strong></p>
<p>Por Moacir Assunção</p>
<p>O jornalista e professor de ética jornalística da Faculdade Cásper Líbero, Caio Túlio Costa, viu com &#8220;enorme estranheza&#8221; a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que negou provimento ao recurso do Estado contra a censura imposta pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF). &#8220;A decisão, na verdade uma não-decisão, é de uma estultice tão grande que fico em dúvida se os ministros conhecem a Constituição, o que é grave para membros do STF. Eles fizeram uma enorme confusão de conceitos e demonstraram um entendimento errôneo sobre o que é liberdade de imprensa&#8221;, afirmou, indignado.</p>
<p>O conceito de liberdade de imprensa, afirma o jornalista, está perfeitamente delineado na própria Constituição e não pode ser limitada por decisões judiciais. &#8220;Se um órgão de imprensa tem condições técnicas para divulgar uma determinada notícia, subentende-se que ele é plenamente responsável por isso. Nesse caso, eventuais prejudicados pela divulgação devem buscar reparação nos tribunais, como é, aliás, em todo o mundo.&#8221;</p>
<p>Em sua visão, o STF fez um julgamento que os próprios ministros viram como técnico, mas resvalou no mérito, a julgar pelos pronunciamentos dos cinco que foram responsáveis pela vitória da tese do relator, ministro Cezar Peluso, ante os três que se posicionaram contrários. &#8220;O ministro Gilmar Mendes disse que a Justiça pode impedir, a priori, a publicação de reportagens. Ora, não há sentido algum em sua fala, já que se há problemas com a reportagem o pedido de reparação virá posteriormente, para que não se instale a censura prévia&#8221;, criticou.</p>
<p>CONFUSÃO</p>
<p>Para o jornalista, primeiro ombudsman da Folha de S. Paulo, as declarações do presidente do STF demonstram confusão entre os conceitos constitucionais de liberdade de imprensa e direito à privacidade. &#8220;Se um processo corre em segredo de Justiça, é função de seus guardiães, os órgãos públicos, mantê-lo. Caso a informação chegue a um meio de comunicação, ele tem o direito e o dever de publicar todas as notícias, afinal de contas, esse é o seu papel&#8221;, afirmou.<br />
Ele disse concordar com a fala do decano do STF, ministro Celso de Mello, segundo quem, &#8220;o poder geral da cautela é o novo nome da censura em nosso país&#8221;. &#8220;Os três ministros que foram contrários à tese vencedora &#8211; Carlos Ayres Britto, Cármen Lúcia e Mello &#8211; demonstraram um discurso coerente com o texto constitucional ao rejeitar a censura prévia, mesmo que via Judiciário.&#8221;</p>
<p>Desde o dia 31 de julho, o Estado está proibido de publicar informações sobre a operação da Polícia Federal, que investigou e indiciou por vários crimes o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).</p>
<p><strong>FRASE</strong></p>
<p>Caio Túlio Costa, Professor de Ética Jornalística:</p>
<p>&#8220;O ministro Gilmar Mendes disse que a Justiça pode impedir, a priori, a publicação de reportagens. Ora, não há sentido algum em sua fala, já que se há problemas com a reportagem o pedido de reparação virá posteriormente, para que não se instale a censura prévia&#8221;</p>
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		<title>Sobre a censura ao Estadão</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 21:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal manteve a censura ao jornal <em>O Estado de S. Paulo</em>, impedido de publicar informações sobre a operação Boi Barrica, que investiga o filho do senador José Sarney, presidente do Senado Federal. Ouça entrevista de Caio Túlio Costa concedida à Radio CBN, programa Noite Total, comandado por Fabíola Cidral, em 10 de desembro de 2009.</p>
<p><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-noite-total/2009/12/10/A-MANUTENCAO-DA-CENSURA-AO-JORNAL-O-ESTADO-DE-SAO-PAULO.htm" target="_blank">Clique aqui para ouvir a entrevista</a>.</p>
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