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	<title>Caio Túlio Costa &#187; Destaque Principal</title>
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		<title>The Guardian: lição de jornalismo aberto</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 16:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PUBLICADO NO SITE DA PROXXIMA 2012 EM 09/05/2012 ÀS 12:32
Executivo da área Digital do jornal britânico, Piers Jones mostrou à plateia do ProXXIma que abrir as portas para os leitores pode ser o segredo do sucesso para os veículos
BÁRBARA SACCHITIELLO
Digital first. Essas palavras, ditas logo no início do seminário de Piers Jones, gerente de produtos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span>PUBLICADO NO SITE DA PROXXIMA 2012 EM 09/05/2012 ÀS 12:32</p>
<p>Executivo da área Digital do jornal britânico, Piers Jones mostrou à plateia do ProXXIma que abrir as portas para os leitores pode ser o segredo do sucesso para os veículos</p>
<p><strong>BÁRBARA SACCHITIELLO</strong></p>
<p>Digital first. Essas palavras, ditas logo no início do seminário de Piers Jones, gerente de produtos para plataformas digitais e redes sociais do The Guardian, deram uma síntese do que o público da edição de 2012 do ProXXima pode acompanhar: um exemplo concreto de um jornal que, apesar de sua tradição de mais um centenário de existência, não teve medo de inovar de acordo com o ritmo das novas tecnologias e forma de consumo de mídia.</p>
<p>Com a presença do jornalista, sócio da MVL Comunicação, Caio Tulio Costa, o seminário de Piers Jones foi uma apresentação das estratégias do The Guardian para manter o interesse e a atenção do público, em diferentes plataformas. O representante do veiculo inglês deixou claro que todo esse exemplo de inovação reside, primeiramente, na premissa de se tratar o digital como prioridade. &#8220;Quando recebemos uma noticia ou informação importante, não existe mais a duvida de coloca-la na internet ou de guarda-la para o papel. O Digital sempre vem à frente&#8221;, resume Jones.</p>
<p>Ele aproveitou o seminário para expor exemplos dos produtos digitais do jornal, como o site, os aplicativos para smartphones e tablets e os perfis do título nas redes sociais. O destaque dessa parte da apresentação foi o aplicativo do The Guardian para o Facebook, que foi desenvolvido após dois meses de trabalho, com o objetivo de criar uma maneira diferente de dar as noticias e entrar em contato com a audiência. Desde setembro de 2011, quando foi lançado, o aplicativo já foi baixado por mais de 11 milhões de pessoas.</p>
<p>Os leitores, alias, são tratados praticamente como colaboradores diretos dos jornalistas do The Guardian. Com enquetes, sugestão de noticias, discussão de assuntos, compartilhamento de informações, participação em eventos promovidos pelo jornal e outros canais de contato, os leitores são, constantemente, estimulados a participar e a colaborar com o conteúdo do grupo de mídia. &#8220;Nosso objetivo é fazer com que as pessoas passem mais tempo conosco. Esse crescimento da audiência, consequentemente, nos dá uma maior base para trabalhar comercialmente nossos produtos e conseguir gerar receita&#8221;, esclarece Jones.</p>
<p><strong>Cabeça no futuro</strong></p>
<p>Exemplo de publicação que segue na trilha do fornecimento gratuito de conteúdo – financiado pela publicidade – o The Guardian acaba indo na contra-mão de boa parte dos grandes jornais do mundo, que vêm estruturando seu modelo de negócios com base na cobrança pelo acesso ao conteúdo digital. Esse posicionamento do jornal britânico, segundo o jornalista Caio Tulio Costa, é um exemplo claro de que o The Guardian conseguiu enxergar algo que muitos veículos ainda relutam a ver: &#8220;O jornalista não é mais o ator principal da notícia. Ele precisa dividir esse palco com os leitores, que colaboram diretamente com o conteúdo&#8221;, frisou Costa.</p>
<p>Questionado sobre a aparente contradição entre priorizar o Digital enquanto a maior parte de sua receita publicitária ainda provem do jornal impresso, Piers Jones respondeu representando a filosofia de um título que, mesmo nascido em 1821, tem os dois pés e a cabeça no futuro: &#8220;Priorizar o Digital nada mais é do que reconhecer a mudança estrutural. O impresso ainda pode ser a maior fonte de receita, mas isso não será para sempre. Não sabemos se estamos construindo um modelo correto. Considerando, porém, a rápida evolução da tecnologia e dos leitores, acredito que vale a pena arriscar&#8221;, finalizou.</p>
<p></span></span></p>
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		<title>Google é a terceira maior empresa de mídia do planeta</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 14:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caio Túlio Costa
Com um faturamnento de US$ 37,9 bilhões no ano passado, o Google entrou para o ranking das maiores empresas de comunicações do mundo, em terceiro lugar.
A lista das 50 maiores empresas de comunicação acaba de ser divulgada na Alemanha pelo IfM, o Institut für Medien-und Kommunikationpolitik, ou Instituto para Políticas de Mídia e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;"><span><strong>Caio Túlio Costa</strong></span></span></div>
<p><span style="font-size: small;"><span>Com um faturamnento de US$ 37,9 bilhões no ano passado, o Google entrou para o ranking das maiores empresas de comunicações do mundo, em terceiro lugar.</p>
<p>A lista das 50 maiores empresas de comunicação acaba de ser divulgada na Alemanha pelo IfM, o Institut für Medien-und Kommunikationpolitik, ou Instituto para Políticas de Mídia e de Comunicação.</p>
<p>O campeão da lista é o conglomerado que reúne Comcast, NBC e Universal, da Philadelphia, nos Estados Unidos, com faturamento recorde US$ 55,8 bilhões.</p>
<p>O segundo lugar é da Disney, que faturou US$ 40,8 bi.</p>
<p>O Google nunca havia entrado na lista, apesar de estar faturando alto há anos.</p>
<p>O fato mais importante é que, entre as 50 maiores, somente dez entre elas são resposáveis por 54% do faturamento global.</p>
<p>As 50 maiores empresas de mídia do planeta faturam no total US$ 563 bilhões. As dez primeiras, cada uma com receita acima de US$ 15 bilhões, faturam US$ 303 bilhões, mais da metade do todo.</p>
<p>Os montantes de faturamento compilados se referem ao ano passado.</p>
<p>Outro dado relevante, desde 2010, é o fato de que a até então primeira colocada, a Time-Warner, ter despencado para o quinto lugar.</p>
<p>A úinica empresa brasileira na lista é a Globo, com US$ 6,5 bilhões de faturamento.</p>
<p>Entre as dez maiores, as seis primeiras são americanas: Comcast, Disney, Google, News Corp., Viacom e Time Warner.</p>
<p>A sétima é japonesa, a Sony.</p>
<p>A oitava é alemã, a Bertelsmann.</p>
<p>A nona é francesa, a Vivendi; e a décima volta a ser americana, a Cox.</p>
<p>O ranking foi feito em Euros, mas veja aqui abaixo a lista completa na ordem e com o respectivo faturamento em bilhões de dólares:</p>
<p>1. Comcast/NBCUniversal, LLC (Philadelphia / USA): US$55,841 bilhões.</p>
<p>2. The Walt Disney Company (Burbank / USA): $40,893</p>
<p>3. Google Inc. (Mountain View/ USA): $37,906</p>
<p>4. News Corp. Ltd. (New York/ USA): $33,405</p>
<p>5. Viacom Inc./CBS Corp. (New York / USA): $29,160</p>
<p>6. Time Warner Inc. (New York / USA): $28,974</p>
<p>7. Sony Entertainment (Tokyo / JP ): $22,987</p>
<p>8. Bertelsmann AG (Gütersloh/GER): $21,232</p>
<p>9. Vivendi S.A. (Paris/ Frankreich): $17,381</p>
<p>10. Cox Enterprises Inc. (Atlanta / USA): $15,330</p>
<p>11. Dish Network Corporation (Englewood, CO / USA): $14,048</p>
<p>12. Thomson Reuters Corporation (New York/ USA): $13,807</p>
<p>13. Liberty Media Corp./Liberty Interactive (Englewood, CO / USA): $12,639</p>
<p>14. Rogers Comm. (Toronto / CA): $12,571</p>
<p>15. Lagardère Media (Paris/ Frankreich): $10,659</p>
<p>16. Reed Elsevier PLC (London/ GB): $9,608</p>
<p>17. Pearson plc (London / UK): $9,402</p>
<p>18. ARD (Berlin, München/GER): $8,660</p>
<p>19. Nippon Hoso Kyokai (Tokyo / Japan): $8,346</p>
<p>20. BBC (London / UK): $7,773</p>
<p>21. Bloomberg L.P. (New York / USA): $7,600</p>
<p>22. Fuji Media Holdings, Inc. (Tokyo / JP): $7,252</p>
<p>23. Charter Comm. Inc. (St. Louis/ USA): $7,204</p>
<p>24. Cablevision Systems Corp. (Bethpage, NY/ USA): $6,701</p>
<p>25. Globo Communicação e Participações S.A. (Rio de Janeiro/ BRA): $6,581</p>
<p>26. Advance Publications (Staten Island, New York / USA): $6,549</p>
<p>27. The McGraw-Hill Comp. Inc. (New York/USA): $6,246</p>
<p>28. Clear Channel Comm. (San Antonio / USA): $6,161</p>
<p>29. Mediaset SpA (Mailand / IT): $5,916</p>
<p>30. The Nielsen Company (Haarlem/ NL): $5,532</p>
<p>31. Gannett Co. Inc. (McLean, Virginia / USA): $5,239</p>
<p>32. Grupo Televisa (Álvaro Obregón / MX): $5,039</p>
<p>33. Yahoo! Inc. (Sunnyvale/ USA): $4,983</p>
<p>34. The Naspers Group (Kapstadt / ZA): $4,797</p>
<p>35. Shaw Communications (Calgary /CA): $4,795</p>
<p>36. Wolters Kluwer nv (Amsterdam / NL): $4,669</p>
<p>37. Bonnier AB (Stockholm / SWE): $4,596</p>
<p>38. Axel Springer AG (Berlin /GER): $4,434</p>
<p>39. France Télévisions S.A. (Paris/ FRA): $4,371</p>
<p>40. Discovery Communications (Silver Spring/ USA): $4,234</p>
<p>41. Tokyo Broadcasting System Holdings, Inc. (Tokyo / Japan): $4,215</p>
<p>42. The Washington Post Company (Washington D.C. / USA): $4,215</p>
<p>43. RAI Radiotelevisione Italiana Holding S.p.A. (Rom / IT): $4,193</p>
<p>44. Quebecor Inc. (Montreal/ CA): $4,079</p>
<p>45. ITV plc (London / GB): $3,900</p>
<p>46. ProSiebenSat.1 (Unterföhring/ GER): $3,836</p>
<p>47. Sanoma Group (Helsinki / FI): $3,822</p>
<p>48. The Hearst Corporation (New York/ USA): $3,800</p>
<p>49. Grupo PRISA (Madrid / ES): $3,778</p>
<p>50. TF1 S.A. (Boulogne, Cedex / FRA): $3,647</p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
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		<title>&#8216;História da Imprensa Paulista&#8217; nasce clássica</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 22:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PUBLICADO NA FOLHA DE S.PAULO DE 24/03/2012, PÁG E-7
CAIO TÚLIO COSTA
ESPECIAL PARA A FOLHA
A universidade brasileira produz uma literatura rarefeita sobre jornalismo. Costuma perder-se em minúcias, em teses absolutamente descartáveis sobre aspectos pueris do fazer comunicação.
A boa notícia é que existem profissionais dispostos a correr por fora e produzir conhecimento sobre o jornalismo.
É o caso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span><em>PUBLICADO NA FOLHA DE S.PAULO DE 24/03/2012, PÁG E-7</em></p>
<p><strong>CAIO TÚLIO COSTA</strong></p>
<p>ESPECIAL PARA A FOLHA</p>
<p>A universidade brasileira produz uma literatura rarefeita sobre jornalismo. Costuma perder-se em minúcias, em teses absolutamente descartáveis sobre aspectos pueris do fazer comunicação.</p>
<p>A boa notícia é que existem profissionais dispostos a correr por fora e produzir conhecimento sobre o jornalismo.</p>
<p>É o caso de Oscar Pilagallo, que dedicou anos à pesquisa resultante nesta história do jornalismo paulista, cosida completamente à margem da academia.</p>
<p>Ele produziu uma obra de fôlego, bem escrita, concisa. Vem composta por incontáveis leituras, entrevistas e documentação. É a &#8220;História da Imprensa Paulista&#8221;, publicada por Três Estrelas, novo selo editorial do Grupo Folha.</p>
<p>Nasce clássica e preenche lacunas que a &#8220;História da Imprensa no Brasil&#8221;, de Nelson Werneck Sodré, não conseguia suprir em relação ao papel da imprensa paulista no cenário nacional.</p>
<p>No fundo, é a história de uma imprensa que começou atrasada no tempo e na tecnologia, ganhou espaço e protagonismo, mas ainda não se encontrou integralmente do ponto de vista da convergência tecnológica. Não é demérito só dela, mas da maioria dos jornais mundo afora, que ainda busca se situar em relação aos desafios da comunicação em rede.</p>
<p>O primeiro jornal da então província, &#8220;O Paulista&#8221;, estreou em 1823. Ou seja, 15 anos depois do primeiro jornal impresso no Brasil, no Rio e, pior, em vez de usar os tipos móveis inventados havia quase 400 anos por Gutenberg, surgiu caligrafado por amanuenses -mesmo com tipografias em quase todas as províncias do império.</p>
<p>Pilagallo mostra como a grande imprensa paulistana, ou a dita imprensa burguesa, ganha relevância e então centraliza a produção jornalística de reconhecida qualidade editorial, em grande medida e por muito tempo lastreada no Rio, em especial nos anos dourados do &#8220;Jornal do Brasil&#8221; (anos 1950 e 1960).</p>
<p>A maioria das atitudes e movimentações políticas relatadas sobre a imprensa paulista provém da leitura dos editoriais, revisitados com acuidade pelo autor ao traçar uma linha do tempo que reflete um processo mais conservador do que liberal.</p>
<p>Há exceções, conhecidas, como &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221; contra a censura (anos 1970) ou a Folha a partir dos anos 1980 (Diretas Já).</p>
<p>É esclarecedora a divisão dos capítulos, que se amalgamam à ordem cronológica. Se de 1823 a 1889 há &#8220;Pioneiros, Panfletários e Cabriões&#8221; -os importunadores, atividade que o jornalismo paulista sempre cultivou no varejo-, de 1889 a 1930 perfila &#8220;A República Empastelada&#8221;.</p>
<p>De 1930 a 1945, a &#8220;Resistência e Cooptação sob Vargas&#8221;. De 1945 a 1964, a &#8220;Conspiração Contra o Perigo Escarlate&#8221; -o perigo comunista, cuja bandeira é de cor vermelha muito viva. De 1964 a 1984 se exibem os anos do &#8220;Jornalismo Possível na Ditadura&#8221;.</p>
<p>De 1984 a 1992, o autor vê &#8220;O Protagonismo das Redações&#8221;. Finalmente, de 1992 até 2010, a imprensa paulista está &#8220;Entre a Convergência e a Polarização&#8221;.</p>
<p>O uso do cachimbo costuma entortar a boca. Talvez por ter trabalhado tanto tempo na Folha, jornal no qual se formou, foi um dos editores e do qual foi correspondente na Inglaterra, há Folha demais e &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221; de menos, como há Diários Associados de menos.</p>
<p>Justiça seja feita, Pilagallo não foge do delicado assunto que liga a &#8220;Folha da Tarde&#8221; à ditadura militar. Também não quero bancar o cri-cri ao apontar errinhos menores, mas Pilagallo peca ao considerar que o &#8220;Suplemento Literário&#8221; de &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221; &#8220;serviria de modelo aos congêneres surgidos na grande imprensa brasileira&#8221;.</p>
<p>Apesar da extraordinária qualidade crítico-literária do caderno cultural paulistano, o modelo foi o &#8220;Suplemento Dominical&#8221; do &#8220;Jornal do Brasil&#8221;, do Rio, criado por Reynaldo Jardim no mesmo ano do paulista projetado por Antonio Candido: 1956.</p>
<p>CAIO TÚLIO COSTA é jornalista, professor na ESPM e sócio da MVL Comunicação.</p>
<p>HISTÓRIA DA IMPRENSA PAULISTA</p>
<p>AUTOR Oscar Pilagallo</p>
<p>EDITORA Três Estrelas</p>
<p>QUANTO R$ 59,90 (368 págs.)</p>
<p>AVALIAÇÃO ótimo</p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
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		<title>Programa do curso de ética para 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 20:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aqui você encontra o programa de 2012 do Curso de Ética Jornalística que o professor Caio Túlio Costa ministra na Cásper Líbero para os alunos do quarto ano (matutino) de jornalismo.
Além da ementa do curso &#8211; que abrange o ano todo e a bibliografia &#8211; estão disponíveis, em separado, o cronograma  das aulas e o sistema de avaliação.
Recomenda-se aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui você encontra o programa de 2012 do <a href="http://caiotulio.com/categoria/curso-de-etica/" target="_blank">Curso de Ética Jornalística </a>que o professor Caio Túlio Costa ministra na Cásper Líbero para os alunos do quarto ano (matutino) de jornalismo.</p>
<p>Além da <a href="http://caiotulio.com/conheca-o-programa-completo/" target="_blank">ementa</a> do curso &#8211; que abrange o ano todo e a bibliografia &#8211; estão disponíveis, em separado, o <a href="http://caiotulio.com/roteiro-das-aulas-1o-semestre-de-2009/" target="_blank">cronograma</a>  das aulas e o <a href="http://caiotulio.com/sistema-de-avaliacao/" target="_blank">sistema de avaliação</a>.</p>
<p>Recomenda-se aos alunos que leiam atentamente o programa bem como as indicações de avaliação.</p>
<p>Tanto o programa quanto o sistema de avaliação são objetos de discussão e análise nas primeiras aulas do curso.</p>
<p>Professor e alunos devem chegar a bom termo e à concordância quanto à maneira da condução das atividades escolares.</p>
<p>Recomenda-se também aos alunos que não faltem às aulas iniciais quando todo o processo do curso é discutido e combinado.</p>
<p>Atenção: o cronograma pode sofrer alterações em função do dia da aula magna (prevista para março de 2012) promovida pela faculdade e da Semana de Jornalismo (prevista para o segundo semestre de 2012). Todas as alterações serão informadas neste site.</p>
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		<title>Discurso sobre a lucidez</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 17:19:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado no Observatório da Imprensa em 12/07/2011 na edição 650. Republicado no blog do site mvl.com.br
Caio Túlio Costa
Poucas entrevistas de profissionais de jornais são tão lúcidas quanto a concedida à Folha de S.Paulo na segunda-feira (11/7) por Juan Luis Cebrián, fundador do jornal espanhol El País e presidente do Grupo Prisa (ver &#8220;Google e Facebook [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;"><span><em>Publicado no Observatório da Imprensa em 12/07/2011 na edição 650. Republicado no blog do site mvl.com.br</em></span></span></div>
<p><span style="font-size: small;"><span><strong>Caio Túlio Costa</strong></p>
<p>Poucas entrevistas de profissionais de jornais são tão lúcidas quanto a concedida à Folha de S.Paulo na segunda-feira (11/7) por Juan Luis Cebrián, fundador do jornal espanhol El País e presidente do Grupo Prisa (ver &#8220;<a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/google-e-facebook-sao-os-concorrentes-dos-jornais" target="_blank">Google e Facebook são os concorrentes dos jornais</a>&#8220;).</p>
<p>Ele encadeou duas frases relevantes. A primeira: &#8220;O competidor da <em>Folha</em> não é o <em>Estado de S.Paulo</em>, é o Google, o Facebook, estes são nossos competidores reais&#8221;. E a segunda: &#8220;E não queremos admitir porque não sabemos como competir com eles&#8221;.</p>
<p>Ambas denotam clareza de sentido raras vezes expressa por publishers que se formaram nas mídias clássicas e ainda vivem delas.</p>
<p>Para chegar à compreensão dessas duas frases pequenas, mas enormes na profundidade dos desdobramentos do seu significado, os profissionais desta indústria, não só do Brasil como do exterior, precisam fazer uma operação de catarata. Precisam de uma intervenção que remova o cristalino opacificado dos olhos. Ele impede a visão nítida dos processos em curso.</p>
<p><strong>Domínio inexistente</strong></p>
<p>Para ficar em alguns exemplos de fora: nos EUA, a Time Warner não entendeu o que Cebrián expressa. Ela teve a AOL nas mãos e deixou-a definhar. O magnata Rupert Murdoch, idem. Ele teve o MySpace nas mãos e deixou-o escapulir. O New York Times ainda não viu a intensidade da luz. No Reino Unido, a BBC também entendeu pouco. Na Espanha, por mais paradoxal que possa parecer, nem Cebrián conseguiu convencer o seu grupo de comunicação a investir em linha com os desdobramentos do que ele expressa em palavras, com perfeição.</p>
<p>No Brasil, justiça seja feita, o único grupo de comunicação que entendeu de alguma forma (um tanto esquizofrênica) que a web deve ser abraçada naquilo que teve de mais inusitado em relação à indústria clássica – a interatividade, a impossibilidade de se ter um modelo vertical de negócio como é o da imprensa tradicional – é o Grupo Folha, com a iniciativa pioneira do UOL. Os demais grupos ainda tateiam sem conseguir saber ao certo onde o galo canta, porque, sem dúvida, o ouviram cantar.</p>
<p>Explico-me. Desde o século 19, quando a indústria da comunicação conseguiu ganhar escala, ela se sustenta num modelo que, no fundo, é um modelo de distribuição. Vou colocar o verbo no passado porque parte do que será dito à frente não acontece mais exatamente como sempre aconteceu – como os classificados, que mirraram nos jornais de todo o mundo depois do advento do Google.</p>
<p>Enfim, a empresa de comunicação produzia conteúdo e vendia espaço para publicidade (anúncios de página ou pequenos anúncios, os classificados). Dominava a técnica industrial da produção deste conteúdo informativo e publicitário e imprimia-o em papel (no formato de jornais e revistas) ou espargia-o pelo ar (via televisão e rádio). Em resumo, dominava o negócio da distribuição deste produto – seja via terrestre (entregar em bancas e domicílios) seja no ar (satélites, torres de transmissão).</p>
<p>Dominava toda a cadeia desta indústria, da produção dos conteúdos passando pela industrialização dele em papel ou em ondas de frequências baixas, médias ou altas. Fazia a distribuição deste conteúdo diretamente e unilateralmente para o consumidor. Detinha o domínio total da industrialização e distribuição do produto.</p>
<p>No novíssimo mundo da comunicação, que se pode considerar inaugurado no final do século 20, quando surge a internet comercial, essa verticalização de produção e distribuição, este domínio total do negócio da comunicação, deixou de existir.</p>
<p>As empresas até podem dominar mais de uma etapa no novíssimo e revolucionário processo da comunicação, mas ainda não apareceu aquela empresa que domine todas as etapas.</p>
<p>É aqui que entra a confusão.</p>
<p><strong>Olhos opacos</strong></p>
<p>Para colocar as coisas de forma a serem entendidas e, assim, obter sucesso na operação de catarata, é importante entender que esta nova indústria se assenta sobre quatro atividades distintas.</p>
<p>Primeira, a daquelas empresas que têm capacidade de produção de conteúdo na forma digital e de prover alguma eficácia na distribuição de anúncios online (sites de jornais, revistas, rádios, emissoras de TV). Segunda: daquelas empresas com capacidade de industrializar os aparelhos que suportam produtos digitais (computadores, consoles de games, aparelhos de telefonia móvel). Terceira, daquelas outras tantas com a expertise necessária para criar mediadores, manipuladores técnicos destes conteúdos (softwares). A quarta atividade pertence àquela parte das empresas que possui as redes de distribuição deste conteúdo (empresas de telecomunicações fixas e móveis, empresas de TV a cabo).</p>
<p>Algumas tentam somar atividades, mas pouquíssimas empresas desafiadoras do velho processo da comunicação o conseguiram. A Microsoft soma produção de software com produção de aparelhos – e conseguiu algo na produção de consoles de games, por exemplo. A Telefonica une produção de conteúdos noticiosos e de entretenimento (Terra) com sua atividade de telecomunicações.</p>
<p>Existem mais exemplos, poucos, mas é preciso ir adiante porque aconteceram coisas ainda mais relevantes. Desde a invenção da internet comercial, o conteúdo deixou de ser distribuído unilateralmente, o que viabilizou a verticalização e o domínio total do negócio. Então o consumidor passou de passivo a ativo. Adorou a interação, gostou de poder transferir para o mundo do megafone online as vitórias e as mazelas da sua vida cotidiana.</p>
<p>Ou seja, as pessoas passaram a ter elas próprias facilidades para criar conteúdos sem ter nenhum, absolutamente nenhum poder econômico. Qualquer um hoje pode se dirigir a um local de acesso público e gratuito à internet e criar um blog ou levantar um vídeo no YouTube. Com isso, poderá ganhar instantes de fama mundial se conseguir tocar corações e mentes com sua mensagem.</p>
<p>A indústria clássica da comunicação, avalizada pelo velho, bom e bem testado modelo de negócio da televisão e do rádio, achou que iria ganhar esta batalha apenas com a venda da publicidade online – primeiro erro. Achou que poderia melhorar as coisas se cobrasse pelo conteúdo que ela transpunha para o ambiente online – outro erro. Até hoje, vide iniciativa recente do New York Times, os jornais se torturam entre o ser e o não ser da cobrança de conteúdo.</p>
<p>Enquanto isso, o Google passou correndo por fora e conseguiu inventar uma maneira de manipular este conteúdo produzido tanto pela mídia clássica quanto pelos neófitos da nova mídia – pessoas, instituições e empresas. Criou um modelo nascido da experimentação do usuário, como constata muito bem Juan Luis Cebrián na entrevista.</p>
<p>Este modelo transformou o Google numa das maiores empresa de publicidade em todo o mundo a partir da sua capacidade extraordinária de indexar bem e de agregar conteúdos produzidos por outrem. Botou a humanidade conectada para trabalhar para ele, botou-a para interagir com seus algoritmos, criou facilidades para devolver à humanidade conectada o que ela quer. E, nota irônica, a maior parte dos resultados de uma busca por uma notícia específica no Google vem dos sites da mídia clássica. Mas se notícia fosse o que mais interessa na rede, então seria bem mais fácil resolver essa equação.</p>
<p>Tudo isso acontece sob os olhos opacos dos tradicionais agentes da indústria da comunicação, que caminham a esmo sem enxergar com clareza o seu futuro. Urge uma operação de catarata bem feita. Juan Luis Cebrián está na ante-sala, com anestesia local, mas está lúcido. Continuarei neste assunto, aqui.</p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
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		<title>O papel da internet na conquista dos votos de Marina Silva</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 13:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PUBLICADO NA REVISTA INTERESSE NACIONAL (Ano 4, Número 13, abril-junho de 2011), págs. 59 a 75.
Caio Túlio Costa*
A internet tem potencial para mudar radicalmente o fazer político. No Brasil, isso começou a ficar mais claro em 2010 e a atuação de Marina Silva na internet representou o maior diferencial na campanha presidencial. Ferramenta imprescindível na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;"><span><em>PUBLICADO NA REVISTA INTERESSE NACIONAL (Ano 4, Número 13, abril-junho de 2011), págs. 59 a 75.</em></span></span></div>
<p><span style="font-size: small;"><span>Caio Túlio Costa*</span></span></p>
<p>A internet tem potencial para mudar radicalmente o fazer político. No Brasil, isso começou a ficar mais claro em 2010 e a atuação de Marina Silva na internet representou o maior diferencial na campanha presidencial. Ferramenta imprescindível na disseminação da causa do desenvolvimento sustentável, a internet teve papel estratégico na composição dos 19.636.359 votos do número 43, de Marina Silva, digitado nas urnas eletrônicas no primeiro turno. [<a href="http://ecorelease.files.wordpress.com/2011/04/paper-marina-silva-14042011.pdf">Clique aqui para baixar o PDF</a>]</p>
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		<title>Wikileaks é liberdade de expressão</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 14:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No &#8220;Entre Aspas&#8221;
O jornalista e professor Caio Túlio Costa participou nesta quinta-feira (2/12/2010) da discussão no programa &#8220;Entre Aspas&#8221;, da Globo News, sobre a função do site Wikileaks e a perseguição que ele sofre do governo americano por ter divulgado documentos secretos que expõem a diplomacia americana.
O programa, apresentado pela jornalista Mônica Waldvogel, contou também com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No &#8220;Entre Aspas&#8221;</strong></p>
<p>O jornalista e professor Caio Túlio Costa participou nesta quinta-feira (2/12/2010) da discussão no programa &#8220;Entre Aspas&#8221;, da Globo News, sobre a função do site Wikileaks e a perseguição que ele sofre do governo americano por ter divulgado documentos secretos que expõem a diplomacia americana.</p>
<p>O programa, apresentado pela jornalista Mônica Waldvogel, contou também com a participação de Ethevaldo Siqueira, jornalista especializado em telecomunicações.</p>
<p>Em síntese, Caio Túlio considerou que o site tem não só a liberdade, mas o dever de divulgar documentos que sejam de interesse público. Ele defendeu a liberdade de expressão. Quem precisa se proteger e tomar cuidado para que documentos que contenham segredos de Estado não &#8220;vazem&#8221; é a autoridade pública &#8211; o governo americano, no caso.</p>
<p>Caio Túlio também acrecentou que existe jurisprudência para este caso. Em 1971, a Suprema Corte americana se recusou a impedir que os jornais <em> The New York Times</em>  e <em>Washington Post</em> publicassem documentos secretos que davam conta das ações americanas na Guerra do Vietnã. O episódio ficou mundialmente conhecido como &#8220;Os Papéis do Pentágono&#8221;.</p>
<p>Veja o programa <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1386390-7823-ESPECIALISTAS+ANALISAM+VAZAMENTO+DOS+DOCUMENTOS+SECRETOS+AMERICANOS+NA+INTERNET,00.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Repercussão no Twitter:</strong></p>
<p>about 3 hours ago via web nadialapa: @marcogomes CAio Tulio Costa é professor lá da Cásper</p>
<p>about 3 hours ago via TweetDeck rtoi: RT @marcogomes: Os caras da globo news: Ethevaldo Siqueira é o mais velho. Caio Tulio Costa é o mais novo, super esclarecido.</p>
<p>about 4 hours ago via Twitter for iPhone rtoi: &#8220;@marcogomes: Esse é o cara sabido da globonews. Alguem sabe quem é?&#8221; Caio Túlio Costa foi ombudsman da folha e trabalhou no começo do UOL</p>
<p>about 4 hours ago via Twitter for iPad nat_gunji: @marcogomes esse é o Caio Túlio.</p>
<p>about 4 hours ago via TweetDeck marcogomes: Os caras da globo news: Ethevaldo Siqueira é o mais velho. Caio Tulio Costa é o mais novo, super esclarecido.</p>
<p>about 4 hours ago via Twitter for iPhonefrom São Paulo, São Paulo GFortes: @marcogomes Caio Túlio ex CEO uol e IG</p>
<p>about 4 hours ago via Twitter for iPhone dump: @marcogomes É o Caio Tulio, ex CEO do iG &#8211; http://goo.gl/KQocz</p>
<p>about 4 hours ago via Chromed Bird suecesso: RT @renato_ESAMC: O &#8220;entreaspas&#8221; da Globo News está discutindo o Wikileaks. c/ Ethevaldo Siqueira e Caio Túlio Costa.</p>
<p>about 13 hours ago via TweetDeck empresabilidade: O &#8220;entreaspas&#8221; da Globo News está discutindo o Wikileaks. c/ Ethevaldo Siqueira e Caio Túlio Costa.</p>
<p>about 13 hours ago via TweetDeck renato_ESAMC: O &#8220;entreaspas&#8221; da Globo News está discutindo o Wikileaks. c/ Ethevaldo Siqueira e Caio Túlio Costa.</p>
<p>about 13 hours ago via TweetDeck ruycarneiro: Interessante a convesa no &#8220;Entre Aspas&#8221; com Ethevaldo Siqueira e Caio Tulio sobre privacidade na internet e o caso WikiLeaks.</p>
<p>about 13 hours ago via web jocelioleal: Debate na Globonews c caio tulio e etevaldo, c monica waldvogel. Web, vazamento e jornalismo.</p>
<p>about 13 hours ago via Twitter for BlackBerry® SCris_: RT @MonaDorf: &#8220;Qualquer pessoa tem pode de mídia hj&#8221; Caio Tulio. Pois é qqr um pode ser um canal, ao publicar conteúdos&#8230; acho isso maravilhoso!</p>
<p>about 13 hours ago via web MonaDorf: &#8220;Qualquer pessoa tem pode de mídia hj&#8221; Caio Tulio. Pois é qqr um pode ser um canal, ao publicar conteúdos&#8230; acho isso maravilhoso!</p>
<p>about 13 hours ago via web MonaDorf: Se tiver um colapso nos EUA, a internet para por aki! segundo Caio Tulio, q implantou o UOL e tocou campanha da @silva_marina na web</p>
<p>about 13 hours ago via web wbelmonte: RT @MonaDorf: Atenção galera: Caio Tulio e Ethevaldo Siqueira no &#8220;Entre Aspas&#8221; c/ @MonicaWaldvogel s/ privacidade na era digital!!!</p>
<p>about 13 hours ago via web jussaraRomao: RT @MonaDorf: Atenção galera: Caio Tulio e Ethevaldo Siqueira no &#8220;Entre Aspas&#8221; c/ @MonicaWaldvogel s/ privacidade na era digital!!!</p>
<p>about 13 hours ago via web wbelmonte: Caio Túlio Costa está AGORA ao vivo no Entre Aspas da Globonews. Programa excelente, apresentadora excelente, entrevistado excelente.</p>
<p>about 13 hours ago via web jussaraRomao: RT @MonaDorf: Atenção galera: Caio Tulio e Ethevaldo Siqueira no &#8220;Entre Aspas&#8221; c/ @MonicaWaldvogel s/ privacidade na era digital!!!</p>
<p>about 13 hours ago via web wbelmonte: Caio Túlio Costa está AGORA ao vivo no Entre Aspas da Globonews. Programa excelente, apresentadora excelente, entrevistado excelente.</p>
<p>about 13 hours ago via web Joaninhag: RT @MonaDorf Atenção galera: Caio Tulio e Ethevaldo Siqueira no &#8220;Entre Aspas&#8221; c/ @MonicaWaldvogel s/ privacidade na era digital!!!</p>
<p>about 13 hours ago via web LucianaB: RT @MonaDorf: Atenção galera: Caio Tulio e Ethevaldo Siqueira no &#8220;Entre Aspas&#8221; c/ @MonicaWaldvogel s/ privacidade na era digital!!!</p>
<p>about 13 hours ago via web MonaDorf: Atenção galera: Caio Tulio e Ethevaldo Siqueira no &#8220;Entre Aspas&#8221; c/ @MonicaWaldvogel s/ privacidade na era digital!!!</p>
<p>about 13 hours ago via web renatinhacgc: Minha mãe ta vendo um programa da Globonews com a ilustre presença de CAIO TÚLIO COSTA. Continuarei vendo gols do Palmeiras no Youtube.</p>
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		<title>Painel na FGV discute neutralidade na Rede</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 11:24:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornalista e professor Caio Túlio Costa foi um dos palestrantes na quinta-feira, 2 de dezembro de 2010, de painel na Fundação Getúlio Vargas, no Rio, intitulado &#8220;Grandes Volumes de Dados: neutralidade&#8221;.
Conforme explica o site sobre o evento Interfaces 10, os grandes volumes de dados requerem métodos automáticos de tratamento que permitam deles extrair informação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small;"><strong>O jornalista e professor Caio Túlio Costa foi um dos palestrantes na quinta-feira, 2 de dezembro de 2010, de painel na Fundação Getúlio Vargas, no Rio, intitulado &#8220;Grandes Volumes de Dados: neutralidade&#8221;.</strong></p>
<p>Conforme explica o site sobre o evento Interfaces 10, os grandes volumes de dados requerem métodos automáticos de tratamento que permitam deles extrair informação adequada à necessidade do utilizador. Neutralidade, como discutida tradicionalmente no âmbito da governança da Internet, visa garantir a não diferenciação no tráfego dos datagramas, que são unidades básicas de informação que circulam na rede.</p>
<p>No painel discutiu-se o conceito de neutralidade aplicado às camadas de processamento da informação: na seleção automática dos dados relacionados à uma informação, na detecção de padrões intrínsecos aos dados e na visualização dos dados processados.</p>
<p>Participaram do painel:</p>
<p>Alexander Hanff – Privacy International &#8211; Inglaterra</p>
<p>Asla Sá – Centro de Matemática Aplicada – FGV</p>
<p>Caio Túlio Costa – Faculdade Cásper Líbero</p>
<p>Ricardo Morishita – Escola de Direito &#8211; FGV</p>
<p>A moderação ficou a cargo de Carlos Affonso Pereira de Souza, o CAF, do Centro de Tecnologia e Socieade &#8211; FGV</p>
<p>Programação completa do evento:</p>
<p>INTERFACES 10</p>
<p>Conferência Estratégica</p>
<p>Tecnologia : Sociedade : Inovação</p>
<p>Data: 2 e 3 de dezembro de 2010.</p>
<p>Local: FGV &#8211; Rio de Janeiro</p>
<p>Praia de Botafogo, 190, 12° andar</p>
<p>A conferência estratégica INTERFACES10 promove uma discussão sobre o avanço tecnológico para a promoção de políticas públicas e aperfeiçoamento de práticas privadas brasileiras.</p>
<p>Organizada conjuntamente pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito (CTS-FGV) e pelo Centro de Matemática Aplicada, ambos da Fundação Getulio Vargas, a conferência traz uma perspectiva abrangente tanto de ciências humanas quanto exatas, abordando não só questões políticas, econômicas e jurídicas, mas também questões técnicas. A conferência é realizada graças ao apoio do IDRC (International Development Research Center), no âmbito do projeto Open Business.</p>
<p>Dentre os temas abordados estão incluídas questões que irão propiciar grandes mudanças, como:</p>
<p>- a web semântica;</p>
<p>- o processamento automatizado de dados (como textos, imagens e vídeos);</p>
<p>- a visualização de grandes volumes de dados;</p>
<p>- o uso da tecnologia na educação;</p>
<p>- o impacto tecnológico nas práticas democráticas, incluindo a questão do voto eletrônico e da urna digital;</p>
<p>- a tecnologia em vista da produção cultural e do entretenimento;</p>
<p>- os direitos autorais;</p>
<p>- a cultura da internet;</p>
<p>- a emergência de novos modelos de negócio a partir da apropriação tecnológica;</p>
<p>- governança global da rede, incluindo o papel da ICANN e do IGF</p>
<p>- games e seu impacto social, bem sua análise enquanto mídia;</p>
<p>- o desafio da formalização das práticas tecnológicas periféricas, incluindo lan-houses e outros modelos de negócio;</p>
<p>- estrutura das redes sociais;</p>
<p>- grandes temas como privacidade, inovação aberta, neutralidade da rede e responsabilidade dos provedores;</p>
<p>- propostas de regulamentação legislativa com impacto sobre a rede: reforma dos direitos autorais, marco civil da internet e projeto de lei para o combate aos cibercrimes</p>
<p>O objetivo do seminário é contribuir para o posicionamento estratégico do Brasil com relação às diversas repercussões jurídicas, econômicas, políticas e técnicas, em um cenário de rápida transformação tecnológica.</p>
<p>Programação</p>
<p>02/12/2010</p>
<p>08:00 – Recepção</p>
<p>09:00 – Abertura do evento</p>
<p>09:30 – Painel 1 &#8211; Web Semântica: Representação do Conhecimento</p>
<p>Assunto: A Web Semântica é uma proposta de extensão da Web atual, que criará um ambiente favorável à cooperação entre humanos e máquinas. O objetivo principal da Web Semântica, num primeiro momento, não é treinar as máquinas para que se comportem como seres humanos. Alternativamente, busca-se desenvolver um arcabouço conceitual e tecnológico que torne a informação passível de ser processada automaticamente por máquinas.</p>
<p>Palestrantes confirmados:</p>
<p>Alexandre Rademaker – Centro de Matemática Aplicada &#8211; FGV</p>
<p>Daniel Schwabe – PUC-Rio</p>
<p>Demi Getschko – CGI.br</p>
<p>Pablo Cerdeira &#8211; Escola de Direito &#8211; FGV</p>
<p>Renato Rocha – Centro de Matemática Aplicada – FGV</p>
<p>Moderação: Flavio Codeco Coelho &#8211; Centro de Matemática Aplicada &#8211; FGV</p>
<p>11:15 – Coffee break</p>
<p>11:30 – Painel 2 &#8211; Games: Modelos de Negócio e Cultura</p>
<p>Assunto: Há hoje uma visão equivocada que assimila os games aos brinquedos destinados ao público infantil. Assim, propaga-se uma imagem negativa, normalmente associada a atos de violência, que não necessariamente condiz com a realidade. Em função dessa visão mal-informada de parte da sociedade, os jogos eletrônicos têm sido alvo de proibições e regulamentações exageradamente restritivas, que não levam em conta o aspecto cultural e artístico dessas obras. O objetivo desse painel é trazer essa problemática para a discussão, bem como apresentar os potenciais a serem explorados por estes bens culturais e seu impacto social.</p>
<p>Palestrantes confirmados:</p>
<p>Antonio Marcelo &#8211; Riachuelo Games</p>
<p>Esteban Clua – Media Lab – UFF</p>
<p>James Portnow – Rainmaker Games – EUA</p>
<p>Roberto Ierusalimschy – PUC-Rio / Lua</p>
<p>Moderação: Arthur Protasio &#8211; Centro de Tecnologia e Sociedade &#8211; FGV</p>
<p>13:00 – Almoço</p>
<p>14:00 – Painel 3 &#8211; Grandes Volumes de Dados: neutralidade</p>
<p>Assunto: Grandes volumes de dados requerem métodos automáticos de tratamento que permitam deles extrair informação adequada à necessidade do utilizador. Neutralidade, como discutida tradicionalmente no âmbito da governança da Internet, visa à garantir a não diferenciação no tráfego dos datagramas, que são unidades básicas de informação que circulam na rede. Nesse painel será discutido o conceito de neutralidade aplicado às camadas de processamento da informação: na seleção automática dos dados relacionados à uma informação, na detecção de padrões intrínsecos aos dados e na visualização dos dados processados.</p>
<p>Palestrantes confirmados:</p>
<p>Alexander Hanff – Privacy International &#8211; Inglaterra</p>
<p>Asla Sá – Centro de Matemática Aplicada – FGV</p>
<p>Caio Túlio Costa – Faculdade Cásper Líbero</p>
<p>Ricardo Morishita – Escola de Direito &#8211; FGV</p>
<p>Moderação: Carlos Affonso Pereira de Souza &#8211; Centro de Tecnologia e Socieade &#8211; FGV</p>
<p> </p>
<p>15:30 – Coffee break</p>
<p>16:00 – Keynote speaker</p>
<p>Sean Flynn – Washington College of Law &#8211; EUA</p>
<p>17:30 &#8211; Coquetel</p>
<p>03/12/2010</p>
<p>9:30 – Painel 4 – Educação aberta: propriedade intelectual</p>
<p>Assunto: O livre acesso aos recursos científicos é uma condição para impulsionar o avanço do conhecimento e o desenvolvimento nacional. Além disso, o conhecimento pode ser mais amplamente disseminado por meio de recursos educacionais abertos e formas alternativas de licenciamento, como o creative commons. Os modelos abertos permitem a construção colaborativa dos recursos educacionais e sua livre adaptação a diferentes contextos educativos. Minimizam ainda as barreiras de entrada, principalmente se combinados com a educação on-line. Experiências concretas serão discutidas, como as do Open Access e da Universidade aberta.</p>
<p>Palestrantes confirmados:</p>
<p>Christoph Bruch – Open Access / Max Planck Institute – Alemanha</p>
<p>Juan Carlos Lara &#8211; Derechos Digitales &#8211; Chile</p>
<p>Paulo Cezar Carvalho – Centro de Matemática Aplicada – FGV</p>
<p>Sérgio Branco &#8211; Centro de Tecnologia e Sociedade &#8211; FGV</p>
<p>Stavros Xanthopoylos – FGV Online</p>
<p>Moderação: Joana Varon &#8211; Centro de Tecnologia e Sociedade &#8211; FGV</p>
<p>11:00 – Coffee break</p>
<p>11:30 – Painel 5 &#8211; Eleições e tecnologia</p>
<p>Assunto: Nesse painel serão discutidas as implicações da tecnologia sobre o processo eleitoral, com foco na experiência de adoção da urna eletrônica em escala nacional. O caso brasileiro merece detida análise, pois poucos foram os países que conseguiram levar a cabo de forma bem sucedida a transição do papel para o digital em seus processos eleitorais. Os limites técnicos, as questões jurídicas e experiências comparadas serão trazidas à baila.</p>
<p>Palestrantes confirmados:</p>
<p>Fernando Nery – Modulo Security</p>
<p>J. Alex Halderman – Princeton University– EUA</p>
<p>Jorge Stolfi – UNICAMP</p>
<p>Rop Gonggrijp – XS4All &#8211; Holanda</p>
<p> </p>
<p>Moderação: Marly Silva da Motta &#8211; Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea do Brasil &#8211; FGV</p>
<p> </p>
<p>13:00 – Almoço</p>
<p> </p>
<p>14:00 – Keynote Speaker</p>
<p>John Palfrey – Harvard Law School – EUA</p>
<p>[PALESTRANTE CANCELADO EM RAZÃO DA DEMORA NA EXPEDIÇÃO DO VISTO NO CONSULADO DE BOSTON]</p>
<p>O PAINEL SERÁ APRESENTADO PELO PROF. RONALDO LEMOS</p>
<p>15:15 – Coffee break</p>
<p>15:30 – Painel 6 – Música: inovações nos modelos de negócio</p>
<p>Assunto: O debate que gira em torno da crise da indústria fonográfica tornou-se lugar-comum. Já existe a noção clara de que a revolução tecnológica, iniciada nos anos 90, gerou uma mudança não só na maneira em que a sociedade consome música, mas principalmente, nos modos de produção e distribuição. O objetivo desse painel é discutir quais são esses novos modelos e usos inovadores.</p>
<p>Palestrantes confirmados:</p>
<p>Daniel Granados – Produciones Doradas – Espanha</p>
<p>Carolina Botero – Open Business – Colômbia</p>
<p>Mauricio Pardo – Open Business – Colômbia</p>
<p>Paula Magariños – Soto y Magariños Consultoría – Argentina</p>
<p>Carlos Taran &#8211; Open Business &#8211; Argentina</p>
<p>Oona Castro &#8211; Instituto Overmundo</p>
<p>MC Leonardo &#8211; APAFUNK</p>
<p>Moderação: Luiz Fernando Marrey Moncau &#8211; Centro de Tecnologia e Sociedade &#8211; FGV</p>
<p>17:30 &#8211; Coquetel de encerramento</p>
<p></span></p>
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		<title>Aula aberta na ESPM sobre jornalismo</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 14:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PUBLICADO NO ESTADÃO.COM.BR / EDUCAÇÃO
Novo curso de pós em Jornalismo da ESPM faz aula aberta
Evento para divulgar pós com ênfase em direção editorial é gratuito e acontece dia 16
04 de novembro de 2010 &#124; 12h 05
Para divulgar seu novo curso de pós em Jornalismo com ênfase em Direção Editorial, a ESPM fará dia 16, às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: x-small;">PUBLICADO NO ESTADÃO.COM.BR / EDUCAÇÃO</span></div>
<p><span style="font-size: x-small;"><strong>Novo curso de pós em Jornalismo da ESPM faz aula aberta</strong></p>
<p><em>Evento para divulgar pós com ênfase em direção editorial é gratuito e acontece dia 16</em></p>
<p>04 de novembro de 2010 | 12h 05</p>
<p>Para divulgar seu novo curso de pós em Jornalismo com ênfase em Direção Editorial, a ESPM fará dia 16, às 19h30, um aula aberta e gratuita. O evento será apresentado por Eugênio Bucci, diretor da pós, e contará com palestra do doutor em Ciências da Comunicação pela USP e consultor em novas mídias, Caio Túlio Costa, docente do curso. As vagas para a aula aberta são limitadas e é necessário se inscrever.</p>
<p>O objetivo da pós, que tem duração de dois semestres, é preparar jornalistas em meio de carreira para exercer funções editoriais. Entre os docentes do curso estará o diretor de redação do Estado, Ricardo Gandour, o criador do site Observatório da Imprensa e ex-editor-chefe do Jornal do Brasil, Alberto Dines, o ex-ombudsmann da Folha e um dos fundadores do jornal Valor Econômico, Carlos Eduardo Lins da Silva, o secretário estadual de Cultura, João Sayad e o presidente do Grupo Abril, Roberto Civita e o editor de revistas do Grupo Abril, Thomaz Souto Correia.</p>
<p>Mais informações pelo e-mail evento.jornalismo@espm.br ou pelo telefone (11) 5081-8225.</p>
<p> </p>
<p></span></p>
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		<title>Expo de fotógrafos em prol do IDS</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 15:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leilão de fotos em São Paulo 
Exposição de fotos em São Paulo, de 25 de maio a 1 de junho reúne, em São Paulo, quatro fotógrafos extemporâneos: Adolfo Leirner, Beto Ricardo, Caio Túlio Costa e Leão Serva.
Adolfo é engenheiro e médico, Beto é ambientalista, Caio Túlio é jornalista, professor e consultor e Leão Serva é jornalista. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Leilão de fotos em São Paulo </strong></p>
<p>Exposição de fotos em São Paulo, de 25 de maio a 1 de junho reúne, em São Paulo, quatro fotógrafos extemporâneos: Adolfo Leirner, Beto Ricardo, Caio Túlio Costa e Leão Serva.</p>
<p>Adolfo é engenheiro e médico, Beto é ambientalista, Caio Túlio é jornalista, professor e consultor e Leão Serva é jornalista. Rosely Nagakagawa foi a curadora que reuniu os trabalhos. </p>
<p>Os quatro têm em comum a paixão pela fotografia. Exercem-na em momentos extra-profissionais.</p>
<p>Os resultados destas quatro &#8220;viagens&#8221; pela fotografia estarão em leilão de arrecadação de fundos para o IDS, Instituto Democracia e Sustentabilidade.</p>
<p>Adolfo trabalha recortes e elementos fotográficos no photoshop alcançando efeitos supreendentes. Beto Ricardo mostra visões da montanha Bela Adormecida, em São Grabriel da Cachoeira. Caio Túlio Costa expõe instantâneos colhidos em viagens a Cuba. Vietnã, Tailândia e Portugal. Leão Serva trabalha com polaroids.</p>
<p>A exposição será na galeria (espaço de arte) do Restaurante Trio, na Vila Olimpia  (Rua Gomes de Carvalho, 1759). A exposição vai de 25 de maio até 1 de junho, quando acontece o leilão, às 21 horas. A partir de 25 de maio, as obras poderão ser vistas no Espaço Arte Trio todos os dias no horário do almoço.</p>
<div id="attachment_2277" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Convite1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2277" src="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Convite1-150x150.jpg" alt="Convite para a exposição no Trio" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Convite para a exposição no Trio</p></div>
<p>Todos os leitores deste site estão convidados para a exposição e para o leilão.</p>
<p><strong>Para quem não conhece Adolfo Leirner, ele se define assim:<br />
</strong>&#8220;Com dez anos ganhei uma histórica Kodak Brownie 620. Aos 11, num hotel em Santos onde passava férias havia um fotógrafa com estúdio e laboratório e que me adotou como assistente me ensinando a fotografar e revelar fotos. A seguir me apossei de uma Leica antiga esmaltada em preto que era da minha mãe. No meu 13o. aniversário ganhei um ampliador que completou meu laboratório. Era sócio do Foto Clube Bandeirantes onde ia de noite assistir os debates sobre fotos dos sócios. Com 15 anos ganhei uma Rollei e curtia fotografar eventos esportivos. Às vezes minhas fotos eram aproveitadas em jornais. Aos 17 anos fui estudar no ITA, e a fotografia cedeu lugar aos estudos que me ocupavam integralmente. Fundei uma pioneira fábrica de aparelhos médicos e entrei aos 37 anos na FMUSP, onde fiz graduação, residência, doutorado e docência em Cardiologia. Dirigi por 25 anos um laboratório de Bioengenharia no Incor onde era médico e engenheiro, e “Professor Pardal”. Vivi entre artes e artistas Minha mãe Felícia Leirner era escultora, meus irmãos Nelson e Giselda são artistas de renome além de uma penca de familiares dedicados às artes. Com a idade, cedi aos jovens meu lugar na academia sobrando espaço para retornar à fotografia, agora modificada pela captura e processamento digitais. As câmeras porém permaneceram semelhantes e o manejo foi fácil. Amadurecido pelos ativos 70 anos que deixei para trás encontrei na fotografia uma forma de guardar os momentos que presencio e transformá-los numa crônica gráfica do homem e da história. A série que exponho agora toma como inspiração o conflituoso relacionamento de amor e ódio do homem e das instituições com as várias formas do divino e da arte sacra, usando elementos do vandalismo, do grafitti e da escrita arcaica.&#8221;</p>
<p><strong>Beto Ricardo diz de si mesmo:<br />
</strong>&#8220;Meu contato inicial com a fotografia foi com as imagens da família e de viagens que meu pai fazia com uma Rolleyflex e, algum tempo depois, com uma câmera 35 mm. Slides emoldurados, caxias de metal, projeções caseiras. Aos 19 anos entrei na universidade para cursar ciências sociais, enveredei pela antropologia e adotei uma câmera Nikon FM2 como ferramenta de registro nas minhas viagens e trabalhos de campo. Valorizei as imagens fotográficas tanto quanto os textos, na série de publicações &#8220;Povos Indígenas no Brasil&#8221;, que idealizei em 1978 e da qual fui editor por vários anos. Aprendi com Vincent Carelli a ler editorialmente as fotografias que recebíamos de muitos colaboradores, profissionais e amadores. Ainda neste trabalho associado à luta dos povos indígenas pelo reconhecimento dos seus direitos, descobri a força das fotos yanomami de Claudia Andujar. Com muitas viagens de trabalho pela Amazônia, especialmente no alto Rio Negro, fiz extenso registro dos bastidores de vários processos de lutas dos índios e populações tradicionais por direitos e de vários casos exemplares da diversidade socioambiental do Brasil. Paisagens humanizadas e em movimento. Organizei eventos e exposições sempre vinculados a estes processos, nos quais as fotografias conviveram com desenhos, pinturas, vídeos, objetos, textos e sons. Aprendi um bocado com Pedro Martinelli, nas várias jornadas de viagens na Amazônia que fizemos juntos. Cheguei a operar com duas FM2, uma com filmes côr e outra com pb, antes de adotar mais e mais uma pequena câmera digital. Como editor do ISA (Instituto Socioambiental), tenho incorporado algumas das minhas imagens e de outros colaboradores em várias publicações, nos últimos 15 anos.&#8221;</p>
<div><strong></strong></div>
<p> </p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_2281" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/000003_trRevRev.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2281" src="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/000003_trRevRev-150x150.jpg" alt="Detalhe de foto de Caio Tulio feita em Havana Velha, Cuba" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe de foto de Caio Tulio feita em Havana Velha, Cuba</p></div>
<p> </p>
<p></strong></p>
<p><strong>Caio Túlio Costa explica assim a sua aproximação com a fotografia:<br />
</strong>&#8220;Meu nome é Caio Túlio Costa e tenho 55 anos. Sou jornalista e professor de jornalismo. Ganho a vida como executivo e consultor de novas mídias. Fotografo desde criança por conta da paixão de meu pai pela fotografia. Com ele, aprendi a medir a luz, a calcular a abertura da objetiva e a velocidade exata para disparar o obturador. Ele usava uma Leica manual e uma Rolleiflex, alternadamente, com a ajuda de um fotômetro. Meu pai gostava de slides e as sessões de fotos projetadas na parede da sala de casa eram comuns naquela época em Alfenas, no sul de Minas. Eu me deslumbrava com aquilo. Herdei parte do seu equipamento (a Leica, o fotômetro e um tripé) que acabou sendo furtada de dentro de minha casa. Já em São Paulo, na escola de jornalismo, aprendi a revelar e a ampliar fotos. Usei e abusei do laboratório revelando os amigos, as namoradas e as ruas da cidade. Com a ajuda de uma Nikon F2, depois de uma Leica R8 e mais recentemente de uma Leica digital (D-Lux 3), passei a registrar viagens, em especial as que<br />
costumo fazer com minha família. Também fiz fotos jornalísticas, poucas, pressionado pelo dia-a-dia do jornal. Confesso ter resistido bastante, mas acabei cedendo à fotografia digital. As fotos deste leilão, escolhidas pela Rosely Nagakagawa, exibem dez instantâneos de três viagens recentes, Cuba, Ásia e Portugal – a passeio – sempre à espreita de algum ângulo nem muito óbvio nem tão comum. Quero frisar que não manipulo as fotos no Photoshop, não recorto foto, não utilizo filtros nem recursos avançados da câmara e sou parcimonioso com as teleobjetivas. Gosto de Eugène Atget, de Cartier-Bresson, de Robert Capa, da Annie Leibovitz e do Bob Wolfenson. Só aceitei expor estas fotos porque é para uma boa causa.&#8221;</p>
<p><strong>Leão Serva se explica dessa forma:</strong>Em 1992, no interior de Angola, minha primeira câmera reflex, uma Minolta que me acompanhava desde a adolescência e já tinha testemunhado outras guerras, foi expropriada por guerrilheiros da Unita. Segui cobrindo guerras.<br />
Para substituir a câmera, comprei uma máquina super-automática, auto-focus, &#8220;auto tudo&#8221;. A consequência foi trágica: anos depois, numa visita a aldeias indígenas do rio Içana, no Alto Rio Negro, me dei conta que já não sabia manipular com inteligência os recursos da câmera. Decidi então comprar equipamentos low techs. Ao longo dos ltimos anos, quando o mundo vivia a corrida à foto digital, eu vivi uma volta ao passado. Primeiro foi uma Leica R3, de 1976; depois, foi uma Rollei 35, de 1966. Mais recentemente, ganhei de um amigo uma linda Polaroid SX70, de 1972, à qual juntei posteriormente duas outras polas. Vivi então uma busca da &#8220;última polaroid&#8221;. Como a empresa não faz mais filmes para elas, os poucos que existem são conservados em geladeira e podem sofrer problemas em sua química, criando efeitos aleatoriamente.<br />
Diz o professor e galerista Eduardo Brandão que todas as fotos já foram feitas e boa parte das pessoas já as viu e as tem na memória. Dessa forma, quando apertamos o botão do obturador, é como se buscássemos refazer uma foto que já vimos. Essa história começa quando os inventores da fotografia retratavam imagens captadas de sua janela. Quase todos os fotógrafos também refizeram essa trajetória, captando imagens da visão de suas janelas. Tenho certeza dessas verdades quando olho o visor da máquina. A maior parte de minhas fotos nesta exposição, todas feitas com a máquina SX70 (algumas com filmes adaptados em casa), mostram lugares clássicos. Fotografei muitos deles repetidamente, inúmeras vezes, nas mais diversas situações de clima e luz, da janela do escritório onde eu trabalhava, da janela de um hotel no Rio ou da janela de casa.<br />
Fotografia para mim nasceu da habilidade de meu pai, um fotógrafo amador talentoso e premiado. Vivo um pouco em busca desse Graal, o olho dele, seu raciocínio cromático, a relação dos filtros e filmes dentro de sua Rolleiflex retangular. Desde que comecei a trabalhar, a câmera passou a ser também um recurso jornalístico para revelar a alma dos personagens que obriga o repórter a se aproximar muito do objeto, que às vezes é o próprio risco. Uma câmera conduz melhor inclusive o trabalho do repórter de texto.<br />
Mas todo esse realismo foi relegado a um segundo plano diante da textura estranha e do acaso imposto pela química dos filmes de polaroid vencidos.<br />
De volta das viagens de guerra, em 1994 as fotos se tornaram tema de uma exposição (&#8221;Todos os Fogos do Front&#8221;) que esteve no Museu da Imagem e do Som (MIS), em SP, e depois em Salvador, Bahia (Casa do<br />
Benin), e em Buenos Aires (Embaixada do Brasil). Mais recentemente, uma dessas polaroids participou da coletiva Mostra São Paulo Original de Fotos (2009).<br />
Nasci em São Paulo em 1959, comecei a trabalhar como jornalista em 1978 e hoje sou diretor de Redação do jornal &#8220;Diário de S.Paulo&#8221;. Tenho alguns livros publicados, os mais recentes são &#8220;Jornalismo e Desinformação&#8221; (Senac, 2001) e &#8220;Cidade Limpa &#8211; O projeto que mudou a cara de S. Paulo&#8221; (2008).&#8221;</p>
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