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	<title>Caio Túlio Costa &#187; Destaque Principal</title>
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		<title>Exemplos de moral provisória</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 18:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acaba de ser lançado o livro &#8220;Esfera Pública, Redes e Jornalismo&#8221; no qual Caio Túlio Costa, professor titular de Ética Jornalística da Faculdade Cásper Líbero, apresenta uma série de exemplos da moral provisória no jornalismo em seu artigo &#8220;Sobre a moral provisória&#8221;.
Editado pela e-papers, foi organizado pelos professores do curso de pós-graduação da Faculdade Cásper [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba de ser lançado o livro &#8220;Esfera Pública, Redes e Jornalismo&#8221; no qual Caio Túlio Costa, professor titular de Ética Jornalística da Faculdade Cásper Líbero, apresenta uma série de exemplos da moral provisória no jornalismo em seu artigo &#8220;Sobre a moral provisória&#8221;.</p>
<p>Editado pela e-papers, foi organizado pelos professores do curso de pós-graduação da Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo. Além de prefácio de André Lemos, da UFBa, e apresentação de Dimas A. Künsch, da Cásper, o livro é composto de 18 textos de autores distintos.</p>
<p>O índice e a biografia dos autores revela a abrangência da obra:</p>
<p>Primeira parte: Esfera pública interconectada: processos discursivos e contextos de interação</p>
<p>1. &#8220;Os deuses voltam à cena: ciberespaço, razão e delírio&#8221;, por Dimas A. Künsch &#8211; da Cásper Líbero;<br />
2. &#8220;Esfera pública e os media na trajetória de pensamento de Jürgen Habermas&#8221;, por Rousiley C. M. Maia &#8211; da UFMG;<br />
3. &#8220;Esfera pública interconectada, blogosfera e redes sociais&#8221;, por Sergio Amadeu da Silveira &#8211; da Cásper;<br />
4. &#8220;Trocas simbólicas no ciberespaço e os processos de construção de esferas públicas interconectadas&#8221;, por Liráucio Girardi Júnior &#8211; da Cásper;<br />
5. &#8220;Opinião pública e conversação cívica&#8221;, por Heloiza Matos &#8211; da Cásper;<br />
6. &#8220;A argumentação na esfera pública: em busca da articulação discursiva e do entendimento entre atores plurais&#8221;, por Ângela Marques &#8211; da Cásper;<br />
7. &#8220;Mundo, mundo, vasto mundo da vida&#8230;&#8221; por Eugênio Bucci &#8211; da ECA/USP;<br />
8. &#8220;A diluição de fronteiras no campo da Comunicação em tempos de interculturalidade&#8221;, por Laan Mendes de Barros, da Cásper.</p>
<p>Segunda parte: 0 jornalismo e suas interfaces com o ciberespaço, o imaginário e a política</p>
<p>9. &#8220;Mídias sociais conectadas e jornalismo participativo&#8221;, por Walter Teixeira Lima Junior &#8211; da Cásper;<br />
10. &#8220;As mídias sociais e o ciberjornalismo: reconfiguração de vozes&#8221;, por Elizabeth Saad Corrêa &#8211; da ECA/USP;<br />
11. &#8220;Da esfera pública à blogosfera a partir da estética da comunicação&#8221;, por Luís Mauro Sá Martino &#8211; da Cásper;<br />
12. &#8220;Hipermídia, hiperlinguagem e imagem complexa no webjornalismo&#8221;, por Dulcília H. Schroeder Buitoni &#8211; da Cásper;<br />
13. &#8220;Enquetes e sondagens de opinião e a agenda de debates da ciberpolítica&#8221;, por Rosemary Segurado e Vera Chaia &#8211; ambas da PUC-SP;<br />
14. &#8220;A mídia e os acontecimentos de 1968: produção de sentido ou implosão?&#8221;, por Cláudio Novaes Pinto Coelho &#8211; da Cásper;<br />
15. &#8220;Rádio informativo e ecologia da comunicação:o Jornal da CBN como cenário de vinculação sociocultural&#8221;, por José Eugenio de Oliveira Menezes &#8211; da Cásper;<br />
16. &#8220;Jornalismo e imaginário: o lugar do universal&#8221;, por Marcia Benetti &#8211; UFRGS;<br />
17. &#8220;Sobre a moral provisória&#8221;, por Caio Túlio Costa &#8211; Cáper &#8211; e<br />
18. &#8220;O ensino de jornalismo frente à realidade das novas tecnologias&#8221;, por Carlos Costa &#8211; da Cásper.</p>
<p>No seu artigo, Caio Túlio Costa aprofunda a questão específica da &#8220;moral provisória&#8221;, tema de sua tese de doutorado que se tranformou em livro (&#8221;Ética, jornalismo e nova mídia &#8211; uma moral provisória&#8221;, editado pela Zahar em 2009).</p>
<p>Os dois parágrafos iniciais, reproduzidos abaixo, dão o tom do texto que contém vários exemplos de moral provisória no jornalismo:</p>
<p>&#8220;A moral provisória é o jornalismo em estado puro. É uma maneira diferente de entender a profissão, fundada e mantida no imediatismo &#8211; cada vez mais no adiantado da hora. No jornalismo, a moral provisória é o instantâneo do profundo abismo entre os princípios e o dia a dia, entre o teórico e o prático, entre o ideal e a realidade. Ela se nutre do fosso entre o normativo e o funcional. Ela não existiria se não existissem meios escusos para fins nobres. Ela não existiria se não existissem interesses, ilegítimos ou legítimos, sejam individuais, empresariais ou institucionais. Se a moral provisória é usada por motivo honroso, mais assertivamente ainda ela pode ser provisoriamente enganadora, provisoriamente mentirosa, provisoriamente má – definitivamente destrutiva. A moral provisória nasce, cresce e floresce num paradoxo: constrói para destruir – destrói para construir. Justificativas de princípios morais valem para nortear idealmente a imprensa quando investiga um assunto, uma pessoa, uma empresa, uma instituição. Mas são desconsideradas na forma como a imprensa investiga, apura, decide – ela chega a usar ferramentas imorais no processo de captação da informação. Se o motivo é escuso, então, vai-se usar um código moral transitório para justificar o injustificável. Em ambos os momentos, a moral é provisória, interina, momentânea. E o jornalista, temporariamente, é autorizado a ser mau, hipócrita, enganador, mentiroso – o justiceiro.&#8221;</p>
<p>&#8220;Se os profissionais puros, altruístas e de boa fé sustentam, antes de tudo, que o jornalismo deveria ser uma práxis ética (Bucci, 2002: 26), a indústria se planeja, se diz e se maquia exatamente como se a fosse. Ela nunca reconhece ter a moral provisória como recurso. Não. Em público, normativamente, a indústria da notícia se apresenta como a campeã da virtude moral. Mas desanca essa práxis nos bastidores, naquilo que não é escrito nem mostrado, naquilo que está subjacente à investigação, na manipulação e na reutilização da idéia da moral conforme a necessidade, o momento, a situação; para significar isso ou aquilo porque o “interesse público” sempre fala mais alto. Mas o que é interesse público? Quem define o interesse público? A direção da empresa de comunicação? O ocupante do governo da ocasião? O deputado, o empresário, o editor da publicação, o leitor, o consumidor?&#8221;</p>
<p>O livro pode ser encontrado nas boas livrarias e se mostrou desde o primeiro momento indispensável para quem se interessa por comunicação e, em especial, pelo jornalismo em época de grandes trannfor,ações comandadas pela tecnologia.</p>
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		<title>Expo de fotógrafos em prol do IDS</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 15:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leilão de fotos em São Paulo 
Exposição de fotos em São Paulo, de 25 de maio a 1 de junho reúne, em São Paulo, quatro fotógrafos extemporâneos: Adolfo Leirner, Beto Ricardo, Caio Túlio Costa e Leão Serva.
Adolfo é engenheiro e médico, Beto é ambientalista, Caio Túlio é jornalista, professor e consultor e Leão Serva é jornalista. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Leilão de fotos em São Paulo </strong></p>
<p>Exposição de fotos em São Paulo, de 25 de maio a 1 de junho reúne, em São Paulo, quatro fotógrafos extemporâneos: Adolfo Leirner, Beto Ricardo, Caio Túlio Costa e Leão Serva.</p>
<p>Adolfo é engenheiro e médico, Beto é ambientalista, Caio Túlio é jornalista, professor e consultor e Leão Serva é jornalista. Rosely Nagakagawa foi a curadora que reuniu os trabalhos. </p>
<p>Os quatro têm em comum a paixão pela fotografia. Exercem-na em momentos extra-profissionais.</p>
<p>Os resultados destas quatro &#8220;viagens&#8221; pela fotografia estarão em leilão de arrecadação de fundos para o IDS, Instituto Democracia e Sustentabilidade.</p>
<p>Adolfo trabalha recortes e elementos fotográficos no photoshop alcançando efeitos supreendentes. Beto Ricardo mostra visões da montanha Bela Adormecida, em São Grabriel da Cachoeira. Caio Túlio Costa expõe instantâneos colhidos em viagens a Cuba. Vietnã, Tailândia e Portugal. Leão Serva trabalha com polaroids.</p>
<p>A exposição será na galeria (espaço de arte) do Restaurante Trio, na Vila Olimpia  (Rua Gomes de Carvalho, 1759). A exposição vai de 25 de maio até 1 de junho, quando acontece o leilão, às 21 horas. A partir de 25 de maio, as obras poderão ser vistas no Espaço Arte Trio todos os dias no horário do almoço.</p>
<div id="attachment_2277" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Convite1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2277" src="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Convite1-150x150.jpg" alt="Convite para a exposição no Trio" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Convite para a exposição no Trio</p></div>
<p>Todos os leitores deste site estão convidados para a exposição e para o leilão.</p>
<p><strong>Para quem não conhece Adolfo Leirner, ele se define assim:<br />
</strong>&#8220;Com dez anos ganhei uma histórica Kodak Brownie 620. Aos 11, num hotel em Santos onde passava férias havia um fotógrafa com estúdio e laboratório e que me adotou como assistente me ensinando a fotografar e revelar fotos. A seguir me apossei de uma Leica antiga esmaltada em preto que era da minha mãe. No meu 13o. aniversário ganhei um ampliador que completou meu laboratório. Era sócio do Foto Clube Bandeirantes onde ia de noite assistir os debates sobre fotos dos sócios. Com 15 anos ganhei uma Rollei e curtia fotografar eventos esportivos. Às vezes minhas fotos eram aproveitadas em jornais. Aos 17 anos fui estudar no ITA, e a fotografia cedeu lugar aos estudos que me ocupavam integralmente. Fundei uma pioneira fábrica de aparelhos médicos e entrei aos 37 anos na FMUSP, onde fiz graduação, residência, doutorado e docência em Cardiologia. Dirigi por 25 anos um laboratório de Bioengenharia no Incor onde era médico e engenheiro, e “Professor Pardal”. Vivi entre artes e artistas Minha mãe Felícia Leirner era escultora, meus irmãos Nelson e Giselda são artistas de renome além de uma penca de familiares dedicados às artes. Com a idade, cedi aos jovens meu lugar na academia sobrando espaço para retornar à fotografia, agora modificada pela captura e processamento digitais. As câmeras porém permaneceram semelhantes e o manejo foi fácil. Amadurecido pelos ativos 70 anos que deixei para trás encontrei na fotografia uma forma de guardar os momentos que presencio e transformá-los numa crônica gráfica do homem e da história. A série que exponho agora toma como inspiração o conflituoso relacionamento de amor e ódio do homem e das instituições com as várias formas do divino e da arte sacra, usando elementos do vandalismo, do grafitti e da escrita arcaica.&#8221;</p>
<p><strong>Beto Ricardo diz de si mesmo:<br />
</strong>&#8220;Meu contato inicial com a fotografia foi com as imagens da família e de viagens que meu pai fazia com uma Rolleyflex e, algum tempo depois, com uma câmera 35 mm. Slides emoldurados, caxias de metal, projeções caseiras. Aos 19 anos entrei na universidade para cursar ciências sociais, enveredei pela antropologia e adotei uma câmera Nikon FM2 como ferramenta de registro nas minhas viagens e trabalhos de campo. Valorizei as imagens fotográficas tanto quanto os textos, na série de publicações &#8220;Povos Indígenas no Brasil&#8221;, que idealizei em 1978 e da qual fui editor por vários anos. Aprendi com Vincent Carelli a ler editorialmente as fotografias que recebíamos de muitos colaboradores, profissionais e amadores. Ainda neste trabalho associado à luta dos povos indígenas pelo reconhecimento dos seus direitos, descobri a força das fotos yanomami de Claudia Andujar. Com muitas viagens de trabalho pela Amazônia, especialmente no alto Rio Negro, fiz extenso registro dos bastidores de vários processos de lutas dos índios e populações tradicionais por direitos e de vários casos exemplares da diversidade socioambiental do Brasil. Paisagens humanizadas e em movimento. Organizei eventos e exposições sempre vinculados a estes processos, nos quais as fotografias conviveram com desenhos, pinturas, vídeos, objetos, textos e sons. Aprendi um bocado com Pedro Martinelli, nas várias jornadas de viagens na Amazônia que fizemos juntos. Cheguei a operar com duas FM2, uma com filmes côr e outra com pb, antes de adotar mais e mais uma pequena câmera digital. Como editor do ISA (Instituto Socioambiental), tenho incorporado algumas das minhas imagens e de outros colaboradores em várias publicações, nos últimos 15 anos.&#8221;</p>
<div><strong></strong></div>
<p> </p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_2281" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/000003_trRevRev.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2281" src="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/000003_trRevRev-150x150.jpg" alt="Detalhe de foto de Caio Tulio feita em Havana Velha, Cuba" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe de foto de Caio Tulio feita em Havana Velha, Cuba</p></div>
<p> </p>
<p></strong></p>
<p><strong>Caio Túlio Costa explica assim a sua aproximação com a fotografia:<br />
</strong>&#8220;Meu nome é Caio Túlio Costa e tenho 55 anos. Sou jornalista e professor de jornalismo. Ganho a vida como executivo e consultor de novas mídias. Fotografo desde criança por conta da paixão de meu pai pela fotografia. Com ele, aprendi a medir a luz, a calcular a abertura da objetiva e a velocidade exata para disparar o obturador. Ele usava uma Leica manual e uma Rolleiflex, alternadamente, com a ajuda de um fotômetro. Meu pai gostava de slides e as sessões de fotos projetadas na parede da sala de casa eram comuns naquela época em Alfenas, no sul de Minas. Eu me deslumbrava com aquilo. Herdei parte do seu equipamento (a Leica, o fotômetro e um tripé) que acabou sendo furtada de dentro de minha casa. Já em São Paulo, na escola de jornalismo, aprendi a revelar e a ampliar fotos. Usei e abusei do laboratório revelando os amigos, as namoradas e as ruas da cidade. Com a ajuda de uma Nikon F2, depois de uma Leica R8 e mais recentemente de uma Leica digital (D-Lux 3), passei a registrar viagens, em especial as que<br />
costumo fazer com minha família. Também fiz fotos jornalísticas, poucas, pressionado pelo dia-a-dia do jornal. Confesso ter resistido bastante, mas acabei cedendo à fotografia digital. As fotos deste leilão, escolhidas pela Rosely Nagakagawa, exibem dez instantâneos de três viagens recentes, Cuba, Ásia e Portugal – a passeio – sempre à espreita de algum ângulo nem muito óbvio nem tão comum. Quero frisar que não manipulo as fotos no Photoshop, não recorto foto, não utilizo filtros nem recursos avançados da câmara e sou parcimonioso com as teleobjetivas. Gosto de Eugène Atget, de Cartier-Bresson, de Robert Capa, da Annie Leibovitz e do Bob Wolfenson. Só aceitei expor estas fotos porque é para uma boa causa.&#8221;</p>
<p><strong>Leão Serva se explica dessa forma:</strong>Em 1992, no interior de Angola, minha primeira câmera reflex, uma Minolta que me acompanhava desde a adolescência e já tinha testemunhado outras guerras, foi expropriada por guerrilheiros da Unita. Segui cobrindo guerras.<br />
Para substituir a câmera, comprei uma máquina super-automática, auto-focus, &#8220;auto tudo&#8221;. A consequência foi trágica: anos depois, numa visita a aldeias indígenas do rio Içana, no Alto Rio Negro, me dei conta que já não sabia manipular com inteligência os recursos da câmera. Decidi então comprar equipamentos low techs. Ao longo dos ltimos anos, quando o mundo vivia a corrida à foto digital, eu vivi uma volta ao passado. Primeiro foi uma Leica R3, de 1976; depois, foi uma Rollei 35, de 1966. Mais recentemente, ganhei de um amigo uma linda Polaroid SX70, de 1972, à qual juntei posteriormente duas outras polas. Vivi então uma busca da &#8220;última polaroid&#8221;. Como a empresa não faz mais filmes para elas, os poucos que existem são conservados em geladeira e podem sofrer problemas em sua química, criando efeitos aleatoriamente.<br />
Diz o professor e galerista Eduardo Brandão que todas as fotos já foram feitas e boa parte das pessoas já as viu e as tem na memória. Dessa forma, quando apertamos o botão do obturador, é como se buscássemos refazer uma foto que já vimos. Essa história começa quando os inventores da fotografia retratavam imagens captadas de sua janela. Quase todos os fotógrafos também refizeram essa trajetória, captando imagens da visão de suas janelas. Tenho certeza dessas verdades quando olho o visor da máquina. A maior parte de minhas fotos nesta exposição, todas feitas com a máquina SX70 (algumas com filmes adaptados em casa), mostram lugares clássicos. Fotografei muitos deles repetidamente, inúmeras vezes, nas mais diversas situações de clima e luz, da janela do escritório onde eu trabalhava, da janela de um hotel no Rio ou da janela de casa.<br />
Fotografia para mim nasceu da habilidade de meu pai, um fotógrafo amador talentoso e premiado. Vivo um pouco em busca desse Graal, o olho dele, seu raciocínio cromático, a relação dos filtros e filmes dentro de sua Rolleiflex retangular. Desde que comecei a trabalhar, a câmera passou a ser também um recurso jornalístico para revelar a alma dos personagens que obriga o repórter a se aproximar muito do objeto, que às vezes é o próprio risco. Uma câmera conduz melhor inclusive o trabalho do repórter de texto.<br />
Mas todo esse realismo foi relegado a um segundo plano diante da textura estranha e do acaso imposto pela química dos filmes de polaroid vencidos.<br />
De volta das viagens de guerra, em 1994 as fotos se tornaram tema de uma exposição (&#8221;Todos os Fogos do Front&#8221;) que esteve no Museu da Imagem e do Som (MIS), em SP, e depois em Salvador, Bahia (Casa do<br />
Benin), e em Buenos Aires (Embaixada do Brasil). Mais recentemente, uma dessas polaroids participou da coletiva Mostra São Paulo Original de Fotos (2009).<br />
Nasci em São Paulo em 1959, comecei a trabalhar como jornalista em 1978 e hoje sou diretor de Redação do jornal &#8220;Diário de S.Paulo&#8221;. Tenho alguns livros publicados, os mais recentes são &#8220;Jornalismo e Desinformação&#8221; (Senac, 2001) e &#8220;Cidade Limpa &#8211; O projeto que mudou a cara de S. Paulo&#8221; (2008).&#8221;</p>
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		<title>Ética e mídia em debate em Rio Preto</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 13:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caio Túlio Costa fez palestra na Bienal do Livro 
O jornalista e professor proferiu palestra no espaço &#8220;Palavra&#8221; da Bienal do Livro de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. A palestra foi no domingo, 2 de maio, das 10 às 12 horas, parte da programação da quarta edição da Bienal.
O jornalista abordou temas referentes ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Caio Túlio Costa fez palestra na Bienal do Livro </strong></p>
<p>O jornalista e professor proferiu palestra no espaço &#8220;Palavra&#8221; da Bienal do Livro de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. A palestra foi no domingo, 2 de maio, das 10 às 12 horas, parte da programação da quarta edição da Bienal.</p>
<p>O jornalista abordou temas referentes ao seu livro <em>Ética, jornalismo e nova mídia &#8211; uma moral provisória</em> (Zahar) e os debateu com a platéia.</p>
<p>Discutiu conceitos de moral e ética, realizou exercícios de entendimento de linguagem com os participantes e mostrou os desafios que as novas mídias acrescentam à indústria da comunicação &#8211; com exemplos de como os novos meios digitais estão transformando radicalmente a comunicação.</p>
<p><em>Da Agência Bom Dia, divulgado em 12/04/10 às 17h23: </em></p>
<p><strong>4ª Bienal do Livro de Rio Preto já tem programação </strong><br />
A 4ª Bienal do Livro de Rio Preto já está com a grade de programação definida. O evento será realizado de 30 de abril a 9 de maio, no Centro de Educação, Cultura e Artes da Swift.</p>
<p>Nesta edição da Bienal, &#8220;Palavra&#8221; é o tema da feira literária. O evento contará com seis espaços: Palavra Escrita, Palavra Exposta, Palavra Em Cena, Palavra Lúdica, Palavra Filmada e Palavra Sensorial.</p>
<p>O Palavra Escrita, montado no graneleiro da Swift, reúne 70 estandes de editoras e livrarias, dois de autores locais e um da Academia Rio-pretense de Letras e Cultura.</p>
<p>O <strong>Palavra Exposta</strong>, que ficará no auditório da Swift, é um espaço voltado para palestras com escritores de projeção nacional e internacional. O espaço receberá: Gabriel Chalita, <strong>Caio Túlio Costa</strong>, Joãosinho Trinta, Daniel Piza, Célio Turino, Pedro Bandeira, Gentil de Faria, Ignácio de Loyola Brandão, Augusto Cury, Rosely Sayão, Pasquale Cipro Neto, José Roberto Torero, Márcia Tiburi, Romildo Sant’Anna, Moacyr Scliar, Mário Prata, Maurício Kubrusly. Terá ainda uma mesa redonda com os autores Alfredo Leme Coelho de Carvalho, Salvatore D’Onofrio, Antônio Manoel dos Santos Silva, Hygia Therezinha Calmon Ferreira, Zêqui Elias e Rosalie Gallo y Sanches, da Academia Rio-pretense de Letras e Cultura. A mediação das palestras será feita por David Oscar Vaz.</p>
<p>Também integra a grade de programação do Palavra Exposta, a III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras, nos dias 7 e 8 de maio.</p>
<p>Já o espaço Palavra Em Cena é destinado à leitura e/ou encenação de obras literárias por atores. Participam desta atividade os atores Rosaly Papadopol, Hélio Cícero, Pascoal da Conceição, João Paulo Lorenzon e Antônio Calloni, este último fazendo leitura de seus textos.</p>
<p>Para as crianças, a Bienal tem o espaço Palavra Lúdica, onde acontecerão oficinas, leitura de obras infantis e apresentações de teatro e música. As atividades ficarão por conta de: Ingrid Biesemeyer, Cia. da Casa Amarela, Preto Moreno, Mileny Goto, Hamilton Pereira, Cia. Forrobodó de Teatro e Cultura Popular, Cia. Teatral Poleiro dos Anjos, Cia. da Boca e Maritza Nuñez. Mais o grande destaque será a presença de Zé do Caixão, no dia 8 de maio, às 14h30, fazendo leitura de contos infantis.</p>
<p>No Palavra Filmada, espaço destinado para a sétima arte, serão exibidos filmes adaptados de obras literárias brasileiras, tais como “Tieta do Agreste”, “O Grande Mentecapto”, “Memórias Póstumas de Brás Cubas” e “Quincas Borba”.</p>
<p>Para finalizar, o Palavra Sensorial, montado no Anfiteatro da Represa, será o palco de atrações artísticas. O espaço receberá as apresentações da Cia. Manoel Kobachuk, Adriana Calcanotto, Vânia Bastos, Missão Resgate, Escola Viva, Projeto Guri, Aprodança, Casa do Hip Hop, Tunai e Wagner Morais &amp; Lívia Maria.</p>
<p>Programação da 4ª Bienal do Livro<br />
• 30 de Abril &#8211; Sexta-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo “Pai do Mato” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
20h – “Adriana Partimpim–Dois é Show” – Adriana Calcanhotto (Palavra Sensorial)</p>
<p>• 1º de Maio – Sábado<br />
9h30 – Palestra “Pedagogia da Gentileza” – Gabriel Chalita (Palavra Exposta)<br />
20h – Show “Tocar na Banda” – Vânia Bastos (Palavra Sensorial)<br />
20h30 – Leitura: “As Várias Faces de Hilda Hilst” – Rosaly Papadopol (Palavra Em Cena)</p>
<p>• 2 de Maio – Domingo<br />
10h – Palestra “Ética e Mídia” – Caio Túlio Costa (Palavra Exposta)<br />
14h30 – “Leitura de Poemas” – Antônio Calloni (Palavra Em Cena)<br />
15h – Palestra “Pobre Gosta de Luxo, Quem Gosta de Miséria é Intelectual” – Joãosinho Trinta (Palavra Exposta)</p>
<p>• 3 de Maio – Segunda-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo “Traquinagens” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
10h – Música Poesia – Maritza Nuñez (Palavra Lúdica)<br />
15h30 – Oficina “O Dia do Saci: Contos e Curiosidades” – Hamilton Pereira (Palavra Lúdica)<br />
16h – Palestra “Nabuco e a Civilização Brasileira” – Daniel Piza (Palavra Exposta)<br />
19h – Mesa Redonda “Fontes da Criação Literária” – Alfredo Leme Coelho de Carvalho, Salvatore D’Onofrio, Antônio Manoel dos Santos Silva, Hygia Therezinha Calmon Ferreira, Zêqui Elias e Rosalie Gallo y Sanches (Palavra Exposta)<br />
19h30 – “Apresentação musical” – Escola Viva (Palavra Sensorial)<br />
20h30 – “Meninos de Ouro” – Missão Resgate (Palavra Sensorial)<br />
20h – Filme: “Tieta do Agreste” – Direção Cacá Diegues (Palavra Filmada)</p>
<p>• 4 de Maio – Terça-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo “Magia Musical” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
10h – Oficina “Quebra-Cabeças dos Contos de Fadas” – Ingrid Biesemeyer (Palavra Lúdica)<br />
15h30 – Espetáculo “Candim” – Cia. da Casa Amarela (Palavra Lúdica)<br />
16h – Palestra “Ponto de Cultura &#8211; O Brasil de Baixo Para Cima” – Célio Turino (Palavra Exposta)<br />
19h – Palestra “Como Conquistar Quem Não Gosta de Ler” – Pedro Bandeira (Palavra Exposta)<br />
19h30 – “Apresentação de dança” – Aprodança (Palavra Sensorial)<br />
20h – Filme: “O Grande Mentecapto” – Direção Oswaldo Caldeira (Palavra Filmada)<br />
20h30 – Leitura: “A Palavra Poética em Cena” – Hélio Cícero (Palavra Em Cena)</p>
<p>• 5 de Maio – Quarta-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo “Música Maestro” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
10h – Palestra “A História do Livro no Brasil” – Gentil<br />
10h – Espetáculo “De onde veio a palavra que veio da palavra de onde veio” – Cia. Forrobodó de Teatro e Cultura Popular (Palavra Lúdica)<br />
15h30 – “Música Poesia” – Maritza Nuñez (Palavra Lúdica)<br />
18h – Palestra “Processo de Criação: Inspiração existe? Qual o papel do professor na formação do autor e do leitor?” – Ignácio de Loyola Brandão (Palavra Exposta)<br />
19h30 – “Mostra Regional” – Projeto Guri (Palavra Sensorial)<br />
20h – Palestra “O Código da Inteligência – A Excelência Profissional e Emocional” – Augusto Cury (Palavra Exposta)<br />
20h – Filme: “Memórias Póstumas de Brás Cubas” – Direção André Klotzel (Palavra Filmada)</p>
<p>• 6 de Maio – Quinta-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo “Menino, Vou Te Contá!” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
10h – Oficina “Brincando de Ilustrar” – Mileny Goto (Palavra Lúdica)<br />
15h – Palestra “Valores e Competências da Educação Familiar e da Escolar” – Rosely Sayão (Palavra Exposta)<br />
15h30 – “Palavra Sonora” – Preto Moreno (Palavra Lúdica)<br />
18h – Palestra “A Nossa Língua” – Pasquale Cipro Neto (Palavra Exposta)<br />
19h30 – “Hip Hop Classic” – Casa do Hip Hop (Palavra Sensorial)<br />
20h – Palestra “O Velho, o Novo e os Novíssimos Testamentos” – José Roberto Torero (Palavra Exposta)<br />
20h – Filme: “Quincas Borba” – Direção Roberto Santos (Palavra Filmada)<br />
20h30 – Leitura: “Memórias do Mundo: Um Olhar sobre Borges” – João Paulo Lorenzon (Palavra Em Cena)</p>
<p>• 7 de Maio – Sexta-feira<br />
8h e 14h – Espetáculo &#8220;Respeitável Público” – Cia. Manoel Kobachuk (Palavra Sensorial)<br />
10h – Palestra “Filosofia e Literatura” – Márcia Tiburi (Palavra Exposta)<br />
10h – Espetáculo “A Mulher Que Matou os Peixes” – Cia. Teatral Poleiro dos Anjos (Palavra Lúdica)<br />
11h30 às 12h30 – III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Abertura Solene e Apresentação das escritoras (Palavra Exposta)<br />
15h às 18h &#8211; III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Palestras com Mônica López Bordón, Isabel Hernandez, Alicia Torres, Leonor Scliar e Bella Ventura. Mediadora: Nilce Lodi (Palavra Exposta)<br />
15h30 – Espetáculo “A Princesa Diva, Adivinha” – Cia. da Boca (Palavra Lúdica)<br />
18h às 20h &#8211; III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Café Literário e Homenagem a Raquel de Queiroz (Lounge do Palavra Exposta)<br />
18h30 – Palestra “Estética da Oralidade: Literatura Oral Popular” – Romildo Sant’Anna (Palavra Exposta)<br />
20h – Palestra “Criação Literária” – Moacyr Scliar (Palavra Exposta)<br />
20h – Filme: “Tieta do Agreste” – Direção Cacá Diegues (Palavra Filmada)<br />
20h – Show “Nordeste Aqui” – Wagner Morais &amp; Lívia Maria (Palavra Sensorial)</p>
<p>• 8 de Maio – Sábado<br />
10h às 13h &#8211; III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Palestras com Eliane Potiguara, Amanda Pedroso, Araceli Otamendi e Cristina De La Concha. Mediadora: Nilsa Amaral. (Palavra Exposta)<br />
14h30 – Leitura de Contos Infantis – Zé do Caixão (Palavra Lúdica)<br />
15h às 18h &#8211; III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Palestras com Vidaluz Meneses, Lara Moreno, Niminon Suzel Pinheiro e Glória Davila (Palavra Exposta)<br />
18h às 20h &#8211; III Jornada Internacional das Mulheres Escritoras – Café Literário e Encerramento (Lounge do Palavra Exposta)<br />
20h – Palestra “O Ofício do Escritor e a Literatura Policial” – Mário Prata (Palavra Exposta)<br />
20h – Show “25&#8230; ou Mais” Acústico – Tunai (Palavra Sensorial)</p>
<p>• 9 de Maio – Domingo<br />
14h – Palestra “Me Leva Mundão” – Maurício Kubrusly (Palavra Exposta)<br />
15h – Leitura: “Os Sertões: a Terra, o Homem, a Luta” – Pascoal da Conceição (Palavra Em Cena)</p>
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		<title>Programa do curso de ética para 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 13:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já está disponível neste site o programa completo do curso de Ética Jornalística que o professor Caio Túlio Costa ministra na Cásper Líbero para os alunos do quarto ano de jornalismo.
Além da ementa do curso &#8211; que abrange o ano todo e a bibliografia &#8211; estão disponíveis, em separado, o cronograma das aulas, o sistema de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível neste site o programa completo do <a href="http://caiotulio.com/categoria/curso-de-etica/" target="_self">curso de Ética Jornalística</a> que o professor Caio Túlio Costa ministra na Cásper Líbero para os alunos do quarto ano de jornalismo.</p>
<p>Além da <a href="http://caiotulio.com/conheca-o-programa-completo/" target="_self">ementa</a> do curso &#8211; que abrange o ano todo e a bibliografia &#8211; estão disponíveis, em separado, o <a href="http://caiotulio.com/roteiro-das-aulas-1o-semestre-de-2009/" target="_self">cronograma</a> das aulas, o sistema de <a href="http://caiotulio.com/sistema-de-avaliacao/" target="_self">avaliação</a> e o tema da <a href="http://caiotulio.com/atividade-complementar/" target="_self">atividade complementar</a>.</p>
<p>Recomenda-se aos alunos que leiam atentamente o programa bem como as indicações de avaliação. O programa e o sistema de avaliação são objetos de discussão e análise com os alunos no começo do curso. Professor e alunos devem chegar a bom termo e concordância quanto à maneira da condução das atividades escolares.</p>
<p>Recomenda-se também que os alunos não faltem às aulas iniciais quando todo o processo do curso é exaustivamente discutido e combinado com os alunos.</p>
<p>Clique para conhecer o <a href="http://caiotulio.com/conheca-o-programa-completo/" target="_self">Programa de 2010</a>, o <a href="http://caiotulio.com/roteiro-das-aulas-1o-semestre-de-2009/" target="_self">Cronograma</a> das aulas, o sistema de <a href="http://caiotulio.com/roteiro-das-aulas-1o-semestre-de-2009/" target="_self">Avaliação</a> e a <a href="http://caiotulio.com/sistema-de-avaliacao/" target="_self">Atividade complementar</a>.</p>
<p>Atenção: o cronograma ainda pode sofrer alterações em função do dia da aula magna promovida pela faculdade quando os alunos são dispensados das aulas regulares para comperecerem à ela.</p>
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		<title>Para professor,&#8221;STF confundiu conceitos&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 13:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado em O Estado de S. Paulo de 15/12/2009, pág. A8
Segundo Caio Túlio, negar recurso ao &#8216;Estado&#8217; mostra entendimento errôneo sobre liberdade de imprensa
Por Moacir Assunção
O jornalista e professor de ética jornalística da Faculdade Cásper Líbero, Caio Túlio Costa, viu com &#8220;enorme estranheza&#8221; a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que negou provimento ao recurso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado em O Estado de S. Paulo de 15/12/2009, pág. A8</em></p>
<p><strong>Segundo Caio Túlio, negar recurso ao &#8216;Estado&#8217; mostra entendimento errôneo sobre liberdade de imprensa</strong></p>
<p>Por Moacir Assunção</p>
<p>O jornalista e professor de ética jornalística da Faculdade Cásper Líbero, Caio Túlio Costa, viu com &#8220;enorme estranheza&#8221; a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que negou provimento ao recurso do Estado contra a censura imposta pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF). &#8220;A decisão, na verdade uma não-decisão, é de uma estultice tão grande que fico em dúvida se os ministros conhecem a Constituição, o que é grave para membros do STF. Eles fizeram uma enorme confusão de conceitos e demonstraram um entendimento errôneo sobre o que é liberdade de imprensa&#8221;, afirmou, indignado.</p>
<p>O conceito de liberdade de imprensa, afirma o jornalista, está perfeitamente delineado na própria Constituição e não pode ser limitada por decisões judiciais. &#8220;Se um órgão de imprensa tem condições técnicas para divulgar uma determinada notícia, subentende-se que ele é plenamente responsável por isso. Nesse caso, eventuais prejudicados pela divulgação devem buscar reparação nos tribunais, como é, aliás, em todo o mundo.&#8221;</p>
<p>Em sua visão, o STF fez um julgamento que os próprios ministros viram como técnico, mas resvalou no mérito, a julgar pelos pronunciamentos dos cinco que foram responsáveis pela vitória da tese do relator, ministro Cezar Peluso, ante os três que se posicionaram contrários. &#8220;O ministro Gilmar Mendes disse que a Justiça pode impedir, a priori, a publicação de reportagens. Ora, não há sentido algum em sua fala, já que se há problemas com a reportagem o pedido de reparação virá posteriormente, para que não se instale a censura prévia&#8221;, criticou.</p>
<p>CONFUSÃO</p>
<p>Para o jornalista, primeiro ombudsman da Folha de S. Paulo, as declarações do presidente do STF demonstram confusão entre os conceitos constitucionais de liberdade de imprensa e direito à privacidade. &#8220;Se um processo corre em segredo de Justiça, é função de seus guardiães, os órgãos públicos, mantê-lo. Caso a informação chegue a um meio de comunicação, ele tem o direito e o dever de publicar todas as notícias, afinal de contas, esse é o seu papel&#8221;, afirmou.<br />
Ele disse concordar com a fala do decano do STF, ministro Celso de Mello, segundo quem, &#8220;o poder geral da cautela é o novo nome da censura em nosso país&#8221;. &#8220;Os três ministros que foram contrários à tese vencedora &#8211; Carlos Ayres Britto, Cármen Lúcia e Mello &#8211; demonstraram um discurso coerente com o texto constitucional ao rejeitar a censura prévia, mesmo que via Judiciário.&#8221;</p>
<p>Desde o dia 31 de julho, o Estado está proibido de publicar informações sobre a operação da Polícia Federal, que investigou e indiciou por vários crimes o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).</p>
<p><strong>FRASE</strong></p>
<p>Caio Túlio Costa, Professor de Ética Jornalística:</p>
<p>&#8220;O ministro Gilmar Mendes disse que a Justiça pode impedir, a priori, a publicação de reportagens. Ora, não há sentido algum em sua fala, já que se há problemas com a reportagem o pedido de reparação virá posteriormente, para que não se instale a censura prévia&#8221;</p>
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		<title>A comunicação 2.0 vai matar a tradicional?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicada no site ComRemix em 09/11/2009
Entrevista com Caio Túlio Costa
Por Marcio Cavalieri 
Jornalista, professor de ética jornalística na Faculdade Cásper Líbero de São Paulo, doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP e consultor em novas mídias, em comunicação, Caio Túlio Costa foi ombudsman do jornal Folha de S. Paulo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicada no site <a href="http://www.comremix.com.br/entrevista-com-caio-tulio-costa-a-comunicacao-2-0-vai-matar-a-tradicional" target="_blank">ComRemix</a> em 09/11/2009</p>
<p><strong>Entrevista com Caio Túlio Costa</strong></p>
<p>Por Marcio Cavalieri </p>
<p>Jornalista, professor de ética jornalística na Faculdade Cásper Líbero de São Paulo, doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP e consultor em novas mídias, em comunicação, Caio Túlio Costa foi ombudsman do jornal <em>Folha de S. Paulo</em> e diretor dos portais UOL e IG. É  autor de quatro livros: <em>O que é Anarquismo, Cale-se, Ombudsman – O Relógio de Pascal </em>e<em> Ética, jornalismo e nova mídia – uma moral provisória</em>.</p>
<p>Abaixo, a  entrevista concedida por e-mail para o ComRemix:</p>
<p>ComRemix – Com a imensa disponibilidade de fontes encontráveis via web, a tradicional caderneta de contatos do jornalista perdeu força, igualando as possibilidades para comunicadores on e offline. Até que ponto isso é verdade?</p>
<p><strong>Caio Túlio Costa</strong> – Em nenhum ponto isso é verdade. O maior patrimônio de um jornalista é a sua agenda. A internet o ajuda a construir, renovar ou refazer a agenda. Ela facilita. Mas não é preciso ter muita fonte, é preciso ter a fonte certa. Oferta em quantidade não significa oferta de qualidade.</p>
<p>ComRemix – O senhor acredita em uma convergência de canais tradicionais e novos? Matérias impressas que continuam online ou vice-versa?</p>
<p><strong>Caio Túlio Costa</strong> &#8211; A convergência não está nos meios nem nos conteúdos, está no indivíduo. É ele, o indivíduo, quem converge. É ele quem escolhe qual conteúdo e em qual suporte ele deseja ver ou interagir com.</p>
<p>ComRemix – Quais os papéis que a mídia convencional e as novas mídias terão no mundo corporativo?</p>
<p><strong>Caio Túlio Costa</strong> &#8211; O mundo corporativo ganhou poder de mídia com a nova mídia – assim como qualquer indivíduo, qualquer instituição… O papel desse poder, o alcance, a freqüência e a audiência é outra coisa, é outra discussão – mas o fato é que a mídia tradicional não é mais a atriz principal da comunicação – ela tem que dividir esse poder com o indivíduo, com as instituições e com as empresas.</p>
<p>ComRemix – Como as novas mídias e as redes sociais influenciarão mudanças na mídia convencional?</p>
<p><strong>Caio Túlio Costa</strong> – Se eu soubesse responder a isso estaria rico…</p>
<p>ComRemix – Os blogueiros são uma “nova casta” de jornalistas, ou estamos diante de um fato novo? Como os blogueiros mudarão o papel dos jornalistas?</p>
<p><strong>Caio Túlio Costa</strong> &#8211; Não existe nova casta de jornalista – jornalista é o jornalista, aquela pessoa com vocação para a profissão e que se formou para tanto – seja na prática do ofício seja numa universidade. Não há mudança no “papel” do jornalista, ele continua sendo o intermediário, o moderador, o analista, o elo entre o fato, a notícia, a opinião e o público consumidor da informação. Ele é aquele que representa para os outros a representação que os diversos atores do fato lhe fazem ou lhe sugerem. O que mudou foi que o jornalista deixou de ser o ator principal da comunicação unilateral como ela vinha sendo feita desde sempre. Agora, o jornalista divide espaço com o não jornalista (com o indivíduo egocêntrico, com o cidadão, com o blogueiro, com o site de uma instituição qualquer, com o site de uma empresa). Foi isso que mudou – não mudou o papel do jornalista. E ainda há jornalistas que são blogueiros também.</p>
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		<title>A política e a revolução na comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 15:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caio Túlio Costa abriu o VIII Encontro do Colegiado dos Presidentes das Assembleias Legislativas, em Florianópolis, em 6 de novembro de 2009.
O jornalista e professor mostrou como Barack Obama arrecadou cerca de US$ 800 milhões na campanha vitoriosa à presidência dos EUA e, como, desse total, quase US$ 200 milhões vieram de pequenas doações via internet.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Caio Túlio Costa</strong> abriu o VIII Encontro do Colegiado dos Presidentes das Assembleias Legislativas, em Florianópolis, em 6 de novembro de 2009.</p>
<p>O jornalista e professor mostrou como Barack Obama arrecadou cerca de US$ 800 milhões na campanha vitoriosa à presidência dos EUA e, como, desse total, quase US$ 200 milhões vieram de pequenas doações via internet.</p>
<p>A partir da análise segundo a qual sem a internet Obama não teria vencido a batalha, o jornalista explicou como a campanha de Obama usou as redes sociais e as ferramentas de administração de usuários. Como resultado, acabou criando a maior equipe de voluntários jamais vista numa campanha eleitoral americana.</p>
<p>Questões discutidas na ocasião: o político brasileiro está preparado para usar de forma correta as redes sociais na sua atividade política? Ele sabe com certeza o que é isso, Rede Social? Sabe que a comunicação interativa permitiu o nascimento de uma nova forma de comunicação, revolucionária, que deu poder de mídia aos cidadãos, às instituições, às empresas em geral? O político brasileiro domina essa nova realidade? Já tem o seu site político? As assembleias legislativas estão bem conectadas?  A internet, os e-mails, o marketing político online, o mensageiro instantâneo e as redes sociais (Orkut,Facebook, Linkedin&#8230;) fazem parte do cotidiano dos políticos brasileiros? Cada um já possui sua comunidade devidamente estabelecida? Já domina o Twitter?</p>
<p>Na conversa com políticos de todo o País, a intenção foi revisitar a questão da rede mundial e das mudanças profundas que ela vem provocando nas comunicações e na comunicação política.</p>
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		<title>Internet deu poder de mídia ao indivíduo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 17:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado no site Rudge Ramos Online, da Unversidade Metodista de São Paulo, em 27/10/2009, às 11:53
Para Caio Túlio Costa, internet deu poder de mídia ao indivíduo
O jornalista, doutor em ciências da comunicação, abriu o Mix de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo nesta terça-feira (27).
RENATO CASTRONEVES / FOTO JÔ RABELO
da Redação
O primeiro ombudsman da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado no site Rudge Ramos Online, da Unversidade Metodista de São Paulo, em 27/10/2009, às 11:53</em></p>
<p><strong>Para Caio Túlio Costa, internet deu poder de mídia ao indivíduo</strong></p>
<div id="attachment_2084" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/CTCMETODISTA.jpg"><img class="size-full wp-image-2084" title="CTCMETODISTA" src="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/CTCMETODISTA.jpg" alt="Caio Túlio durante palestra na Universidade Metodista" width="200" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">Caio Túlio durante palestra na Universidade Metodista</p></div>
<p>O jornalista, doutor em ciências da comunicação, abriu o Mix de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo nesta terça-feira (27).</p>
<p>RENATO CASTRONEVES / FOTO JÔ RABELO<br />
da Redação</p>
<p>O primeiro ombudsman da imprensa brasileira, o jornalista Caio Túlio Costa, acredita que o mundo passa por uma grande revolução, que tira de alguns grupos o poder da formação de opinião e dá ao cidadão esta nova função. A declaração foi dada durante palestra de abertura do Mix de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo, nesta terça-feira (27), que tem como tema central &#8220;A internet mudou o mundo&#8221;.</p>
<p>“Com a internet, o indivíduo passou a ter poder de mídia”, afirmou Costa ao falar sobre o processo de revolução social causado pela Web e os desafios da cobertura jornalística nos meios digitais.</p>
<p>A interação entre mídia e população também foi destacada durante a apresentação. Para o fundador e ex-diretor geral do UOL e ex-presidente do iG, a comunicação em rede cria alternativas multilaterais de relacionamento.</p>
<p>O jornalista citou exemplos mundiais em que o uso de novas formas de comunicação, como e-mails, celulares e redes sociais, provocou mudanças políticas e sociais de grande impacto.</p>
<p>A queda do presidente Joseph Estrada, nas Filipinas, em 2001, após mobilização de milhares de pessoas via SMS e e-mails, e o uso da internet durante campanha do agora presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foram apontados como exemplos do uso das novas mídias para mudar a vida das pessoas.</p>
<p>Mídia tradicional &#8211; Caio Túlio também falou sobre a adequação das mídias tradicionais à nova fase da comunicação. Segundo ele, “elementos mais conservadores da imprensa não conseguem enxergar o processo revolucionário do jornalismo digital”.</p>
<p>Questionado por um aluno da Metodista sobre o possível desaparecimento dos jornais impressos, Costa respondeu com bom-humor: “Jornal impresso? Aquele que era entregue de porta em porta antigamente?”.</p>
<p>Profissional “multitarefas” &#8211; O surgimento de novas plataformas de comunicação foi colocado pelo jornalista como uma “necessidade” de adequação do profissional da área. Para Costa, a profissão vai exigir cada vez mais formação técnica e intelectual contínua.</p>
<p>“O senso comum não basta para o comunicador. Precisamos rediscutir as questões éticas e o nosso estar no mundo. Minha maior preocupação é com as ferramentas do homem, do espírito, e não apenas com o lado técnico”, completou Costa.</p>
<p>Currículo extenso &#8211; Caio Túlio Costa, 55, é doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, professor de ética jornalística na Faculdade Cásper Lí­bero de São Paulo e  consultor em novas mídias. É autor de quatro livros: Ética, jornalismo e nova mídia – uma moral provisória (Zahar, 2009), O que é Anarquismo (Brasiliense, 1981), Cale-se (A Girafa, 2003) e Ombudsman – O Relógio de Pascal (Geração Editorial, 2006; Siciliano, 1990).</p>
<p>Trabalhou durante 21 anos no Grupo Folha, onde foi editor da Folha Ilustrada, secretário de redação, correspondente na Europa, baseado em Paris, e primeiro ombudsman da imprensa brasileira. Criou a Revista da Folha, fundou e foi o primeiro diretor geral do UOL (Universo Online). Entre 2006 e janeiro de 2009, Caio presidiu o Internet Group, então uma empresa da Brasil Telecom que uniu os portais e serviços do iG, iBest e BrTurbo.</p>
<p><a href="http://www.metodista.br/rronline/mix-de-comunicacao-debate-a-internet-mudou-o-mundo/" target="_blank">Clique aqui para ver entrevista</a> em vídeo gravada pelos alunos da Metodista.</p>
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		<title>A internet mudou o mundo?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 20:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornalista e professor Caio Túlio Costa abriu em 27 de outubro de 2009 o Mix de Comunicação, evento promovido pela Faculdade de Comunicação da Universidade Metodista. Com mediação do professor Ricardo Fotios, Costa introduziu o tema central do encontro: &#8221;A internet mudou o mundo&#8221;. Programação abaixo.
Publicado no site da Universidade Metodista em 14/10/2009:
Metodista realiza Mix de Comunicação
A Faculdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista e professor <strong>Caio Túlio Costa</strong> abriu em 27 de outubro de 2009 o Mix de Comunicação, evento promovido pela Faculdade de Comunicação da Universidade Metodista. Com mediação do professor Ricardo Fotios, Costa introduziu o tema central do encontro: &#8221;A internet mudou o mundo&#8221;. Programação abaixo.</p>
<p><em>Publicado no site da Universidade Metodista em 14/10/2009:</em></p>
<p><strong>Metodista realiza Mix de Comunicação</strong></p>
<p>A <span>F</span>aculdade de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo realiza, nos dias 27, 28 e 29 de outubro, no Campus Rudge Ramos, o evento <em>Mix de Comunicação</em>. Estarão presentes diversos pro<span>f</span>issionais da área como o consultor de Novas Mídias, <strong>Caio Túlio Costa</strong>, para debater sobre o tema central: “A Internet mudou o mundo”.</p>
<p>A proposta é integrar os alunos dos sete cursos que compõem a área na Universidade (Cinema Digital, Comunicação Mercadológica, Jornalismo, Mídias Digitais, Publicidade e Propaganda, Rádio e TV e Relações Públicas). As palestras do Mix de Comunicação, realizadas simultaneamente ao XII Congresso Metodista, são abertas para toda a comunidade e não é necessário <span>f</span>azer inscrição prévia.</p>
<p>O evento é gratuito e todos os participantes assinarão uma lista de presença. Ao <span>f</span>im do evento, serão emitidas declarações de participação.</p>
<p>Mais in<span>f</span>ormações pelo tele<span>f</span>one (11) 4366-5980 ou pelo e-mail <a href="mailto:roberta.viegas@metodista.br">roberta.viegas@metodista.br</a>.</p>
<p>Programação:</p>
<p><strong>DIA 27 DE OUTUBRO &#8211; PERÍODO MATUTINO<br />
</strong>Palestra de Abertura: “A Internet Mudou o Mundo”<br />
Palestrante: <strong>Caio Túlio Costa</strong>, consultor de Novas Mídias, doutor em Ciências da Comunicação, jornalista e pro<span>f</span>essor de Jornalismo<br />
Local: Salão Nobre<br />
Horário: das 7h30 às 11h</p>
<p>Palestra: “Campanhas de Merchandising Social nas Novelas da TV Globo”<br />
Palestrante: Márcio Schiavo, diretor da Comunicarte<br />
Local: An<span>f</span>iteatro Iota<br />
Horário: das 9h às 11h</p>
<p><strong>DIA 27 DE OUTUBRO &#8211; PERÍODO NOTURNO</strong>Palestra: “A Pesquisa e o Desa<span>f</span>io das Novas Mídias”<br />
Palestrantes: Ângelo <span>F</span>ranzão Neto, presidente do Grupo de Mídia, e Hilton Cesario <span>F</span>ernandes, coordenador de Pesquisas de Opinião e Mercado da APPM<br />
Local: Salão Nobre<br />
Horário: das 19h30 às 23h</p>
<p> </p>
<p>Mostra de Cinema Digital e Premiação do <span>F</span>estival Curta 1 Minuto – <span>F</span>AC Metodista e Sony<br />
Local: An<span>f</span>iteatro Sigma<br />
Horário: das 19h30 às 23h</p>
<p><strong>DIA 28 DE OUTUBRO – PERÍODO MATUTINO<br />
</strong>Palestra: “Jornalismo para a Classe C”<br />
Palestrantes: Carolina Costa, editora da revista AnaMaria, e Gustavo Curcio, editor de Arte, Arquitetura/Decoração e colunista na Editora Abril S/A.<br />
Local: Salão Nobre<br />
Horário: das 07h30 às 11h</p>
<p>Apresentação dos trabalhos dos Cursos de Comunicação no XII Congresso da Metodista</p>
<p><strong>DIA 28 DE OUTUBRO – PERÍODO VESPERTINO</strong>Apresentação dos trabalhos dos Cursos de Comunicação no XII Congresso da Metodista</p>
<p> </p>
<p><strong>DIA 28 DE OUTUBRO – PERÍODO NOTURNO</strong>Apresentação dos trabalhos dos Cursos de Comunicação no XII Congresso da Metodista</p>
<p> </p>
<p><strong>DIA 29 DE OUTUBRO – PERÍODO MATUTINO</strong>Palestra: “A Ética das Ruas e a Ética das Mídias”<br />
Palestrantes: Marco Rossi, diretor da Mega Brasil Comunicação, e Sandrine Lage, jornalista e autora do livro “O poder de (in)<span>f</span>ormar”<br />
Local: Salão Nobre<br />
Horário: das 07h30 às 11h</p>
<p> </p>
<p>Palestra: “A <span>F</span>orça da Reputação como Ativo Tangível nas Organizações”<br />
Palestrantes: Mara Pinheiro, gerente de Comunicação da Votorantim, e Joyce Cristina, gerente de Comunicação da Toyota<br />
Local: An<span>f</span>iteatro Iota<br />
Horário: das 07h30 às 11h</p>
<p><strong>DIA 29 DE OUTUBRO – PERÍODO NOTURNO</strong>Palestra: “A Mídia e a Área Promocional”<br />
Palestrantes: Alberto Leite, diretor executivo e <em>publisher</em> da IT Mídia; Regis Amedi, presidente da Salsa Nova; e Rogério Machado, diretor de <em>Marketing</em> do Jornal O Estado de S. Paulo<br />
Local: Salão Nobre<br />
Horário: das 19h30 às 23h</p>
<p> </p>
<p>Palestra: “Mídias Digitais, Cinema 3D, Games e Ilustração”<br />
Palestrantes: Talita Araujo Moro, publicitária e design grá<span>f</span>ico; Guilherme Albuk, artista de E<span>f</span>eitos Visuais, Animador, diretor e visual jockey; Ra<span>f</span>ael Nani, pós-graduado em Cinema, produtor, roteirista e diretor de <span>f</span>ilmes de <span>f</span>icção, documentários e curtas como: “Dos males o menor”, “Por um triz”; e João Eugênio dos Santos Neto, pro<span>f</span>issional de Web e design de empresas como <span>F</span>ico, Mercador e Volkswagen<br />
Local: An<span>f</span>iteatro Iota<br />
Horário: das 19h30 às 23h</p>
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		<title>Sobre lei, tecnologia e futuro do jornalismo</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 17:19:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Nenhuma Lei, Novas Tecnologias: o Futuro dos Jornalistas e do Jornalismo” foi o tema do debate acontecido sábado, 24 de outubro, das 12h às 14h, na sede do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. O evento compôs parte da programação da entrega dos prêmios Vladimir Herzog de jornalismo.
No encontro, o jornalista e professor Pedro Ortiz mediou a discussão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Nenhuma Lei, Novas Tecnologias: o Futuro dos Jornalistas e do Jornalismo” foi o tema do debate acontecido sábado, 24 de outubro, das 12h às 14h, na sede do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. O evento compôs parte da programação da entrega dos prêmios Vladimir Herzog de jornalismo.</p>
<p>No encontro, o jornalista e professor Pedro Ortiz mediou a discussão entre os jornalistas <strong>Caio Túlio Costa</strong>, Rodrigo Savazoni e Igor Ribeiro. Estavam presentes o ministro Paulo Vanucchi, títular da Secretaria Especial de <em>Direitos Humanos, </em>Giancarlo Summa, diretor do Centro de Informação das Nações Unidas e Guto Camargo, presidente do Sindicato -além de platéia composta de jornalistas e estudantes de jornalismo. </p>
<p><strong>Notícias anteriores ao debate:</strong></p>
<p><em>Publicado no site do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo em 23/10/2009:</em></p>
<p><strong>No Sindicato, lançamento do portal com os vencedores do Prêmio Vladimir Herzog       </strong></p>
<p>Será lançado oficialmente neste sábado (24/10), às 11h30, no Auditório Vladimir Herzog do Sindicato (Rua Rego Freitas, 530, sobreloja), o portal com o conteúdo dos trabalhos vencedores dos prêmios Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos desde a sua primeira edição, em 1979. O projeto foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e pelo Centro de Informação da ONU para o Brasil em parceria com o Instituto Vladimir Herzog e o Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo. Na sequência do lançamento haverá um debate sobre as novas tecnologias e o futuro dos jornalistas.</p>
<p>A página vai possibilitar aos internautas, em especial jornalistas e estudantes, o acesso a informações das reportagens premiadas ao longo dos últimos 30 anos de realização do Prêmio. Os trabalhos foram digitalizados e todo o acervo estará disponível para pesquisa. O material poderá ser consultado a partir do dia 24/10, no endereço <a href="http://www.premiovladimirherzog.org.br/">www.premiovladimirherzog.org.br</a>.</p>
<p>Ivo Herzog explica que o novo portal tem um importante objetivo de preservar o acervo do Prêmio Vladimir Herzog. “Foi feito um trabalho exaustivo de pesquisa e conseguimos os arquivos completos de quase todos os trabalhos. É um registro histórico e uma forma de preservar e democratizar todo o conteúdo já premiado.” Ele acrescenta que ainda faltam 205 reportagens para serem digitalizadas. “São materiais cujos arquivos se perderam. Portanto, pedimos aos premiados que verifiquem o site e nos ajude a completá-lo.”</p>
<p><strong>Debate: Novas tecnologias/Futuro dos Jornalistas</strong></p>
<p>A discussão colocará em pauta uma nova realidade que se apresenta para a área de comunicação. <strong>Caio Túlio Costa</strong>, Rodrigo Savazoni e Igor Ribeiro participam do debate com o tema: “Nenhuma Lei, Novas Tecnologias: o Futuro dos Jornalistas e do Jornalismo.” É uma questão muito importante colocada para a categoria, já que o STF derrubou a exigência do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão. “O objetivo é discutir a nova situação com o público formador de opinião, levantar questões relativas ao setor e mostrar o cotidiano abordando a questão legal e situações, como, por exemplo, em que um telefone celular basta como instrumento de trabalho”, conclui Ivo Herzog.</p>
<p style="text-align: left;">Serviço:<br />
Lançamento do site Acervo dos Prêmios Vladimir Herzog<br />
Dia &#8211; 24 de outubro, às 11h30<br />
Local &#8211; Auditório Vladimir Herzog<br />
Rua Rego Freitas 530 – sobreloja &#8211; Centro</p>
<p style="text-align: center;">* * *</p>
<p><em>Publicado  no site de Camila Rodrigues em 23/10/2009</em></p>
<p><strong>Começa neste sábado a série de eventos em homenagem ao jornalista Vladimir Herzog</strong></p>
<p>Dia 24 de outubro – sábado – 11h30<br />
Sindicato dos Jornalistas de SP / Espaço Vladimir Herzog<br />
Rua Rego Freitas, 530 – sobreloja – Vila Buarque, São Paulo<br />
• Lançamento Oficial do site Prêmio Vladimir Herzog<br />
• Debate  “Nenhuma Lei, Novas Tecnologias: o Futuro dos Jornalistas e do Jornalismo”<br />
 <br />
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR) e o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC-Rio) promoveram a digitalização do acervo das matérias que, ao longo de 30 anos, foram agraciadas com o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Este material está disponibilizado em site próprio, a ser lançado nesta data. Na ocasião, a OBORÉ tomou a iniciativa de promover debate, no âmbito do Projeto Repórter do Futuro, para discutir a nova situação que se apresenta para os atuais e futuros jornalistas, com a derrubada da lei de imprensa. Os palestrantes convidados são:</p>
<p><strong>Caio Tulio Costa</strong> – Jornalista, professor de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, Doutor em Ciências da Comunicação pela USP, consultor de novas midias, ex-presidente do UOL e do IG , 1º ombusdman da <em>Folha de S. Paulo</em> onde trabalhou por 21 anos .<br />
 <br />
<strong>Rodrigo Savazoni</strong> – Jornalista formado pela Cásper Líbero, webproducer e realizador multimídia. Foi editor especial do estadao.com.br, responsável pelo desenvolvimento do projeto Vereador Digital, da reformulação do site do Link, entre outros. Entre 2004 e 2007 conduziu a reformulação da Agência Brasil da Radiobras como chefe de redação. Idealizou e coordenou a equipe que desenvolveu o especial multimídia “Nação Palmares”,  vencedor no ano passado do Prêmio Vladimir Herzog, na categoria internet.  Atualmente é Diretor da Fli Multimídia, do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital e integrante da coordenação do Fórum da Cultura Digital Brasileira.  Professor convidado do curso de pós-graduação de jornalismo multimídia da PUC de São Paulo e integra a equipe do Projeto Repórter do Futuro.<br />
 <br />
<strong>Igor Ribeiro</strong> – Jornalista com passagens pela <em>Folha de S.Paulo</em>, <em>O Estado de S. Paulo</em> e Escala Educacional, onde editou e coordenou  títulos voltados ao ensino médio e à universidade. Também colaborou com <em>Jornal da Tarde</em>, <em>Veja</em>, <em>IstoÉ</em>, <em>Bizz </em>e Difusão Cultural do Livro. Atualmente é editor-executivo da revista IMPRENSA.<br />
 <br />
<strong>Pedro Ortiz</strong> ( mediador) – Jornalista, formado pela USP, Diretor-Geral da TV USP e do Canal Universitário de São Paulo, Diretor-Financeiro da Associação Brasileira de Televisão Universitária, Professor de telejornalismo da Faculdade Cásper Líbero, integrante da Coordenação do Projeto Repórter do Futuro e responsável pedagógico do módulo ” Descobrir a Amazônia – Descobrir-se Repórter “.</p>
<p>Dia 25 de outubro – domingo – 18h<br />
Capela Colégio Sion – Av. Higienópolis, 983 – São Paulo<br />
• Concerto VOCEM<br />
 <br />
O último concerto da Série “Cantos de Paz em Tempos de Guerra” será em homenagem a todos os jornalistas, em particular a Vladimir Herzog. Promovido pela Rede Cultural Luther King, o concerto conta com o apoio do Hospital Samaritano, da OBORÉ Projetos Especiais em Comunicações e Artes, do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e da Fundação Padre Anchieta / TV Cultura de São Paulo. Com Coro Luther King. Regência: Maestro Martinho Lutero Galatti. Narração: Heródoto Barbeiro. Solistas: Dênia Campos, Sira Milani e Wagner Dias. Violão: Emiliano Costa. Constam do repertório do concerto obras de G. Fauré, D. Buxtehude, C. Monteverdi, Dori Caymmi,  Nelson Motta, Chico Buarque de Hollanda, Cristóvão Bastos, João Bosco, Aldir Blanc, Edino Krieger, Tradicional Peruano e Negro Spirituals.<br />
 <br />
Dia 26 de outubro – segunda-feira – 19h30<br />
TUCA – Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo<br />
Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo<br />
• 31º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos<br />
• 1º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão<br />
 <br />
Integram a comissão organizadora do Prêmio: Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo; Instituto Vladimir Herzog; Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo; Federação Nacional dos Jornalistas; Associação Brasileira de Imprensa; Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo, Fórum Permanente dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo e Ouvidoria das Polícias de São Paulo.</p>
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