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	<title>Caio Túlio Costa &#187; eleições</title>
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		<title>Sem internet não haveria segundo turno, diz Caio Túlio</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 18:32:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PUBLICADO NO OBSERVATÓRIO DO DIREITO À COMUNICAÇÃO EM 16/11/2010
Papel da internet nas eleições foi subestimada pela mídia
Por Lia Segre / Do Observatório do Direito à Comunicação
Especialistas em internet que estiveram à frente das campanhas presidenciais mais votadas acreditam que a internet foi essencial para o desenrolar das eleições. Sem ela não teria acontecido segundo turno, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small;">PUBLICADO NO OBSERVATÓRIO DO DIREITO À COMUNICAÇÃO EM 16/11/2010</p>
<p><strong>Papel da internet nas eleições foi subestimada pela mídia</strong></p>
<p><strong>Por Lia Segre / Do Observatório do Direito à Comunicação</strong></p>
<p>Especialistas em internet que estiveram à frente das campanhas presidenciais mais votadas acreditam que a internet foi essencial para o desenrolar das eleições. Sem ela não teria acontecido segundo turno, acredita Caio Túlio Costa, jornalista, consultor de novas mídias e coordenador de campanha de Marina Silva (PV). A internet possibilitou a criação de novo polo formador de opinião, Marcelo Branco, ativista pela liberdade do conhecimento – como se define &#8211; e coordenador da campanha de Dilma Roussef (PT) nas mídias sociais. &#8220;Pela primeira vez temos um terceiro bloco formador de opinião. Os blocos tradicionais sempre foram os partidos e candidatos, e do outro lado a imprensa. Eles formavam a impressão do leitor&#8221;, contou no 4º Seminário Internacional de Jornalismo Online (MediaOn), que aconteceu dias 9, 10 e 11 na capital paulista. Também participou da mesa a coordenadora da campanha online de José Serra (PSDB), ex-vereadora da cidade Soninha Francine.</p>
<p>Caio Túlio acredita que foi a internet que fez Marina Silva atingir 20 milhões de votos – algo que apontou como inédito no país em se tratando de um 3º colocado no pleito. Inicialmente com um desconhecimento de 60% por parte dos eleitores e com apenas 1 min e 23 s na TV contra 12 min de Dilma e 9 min de Serra, montaram estratégia eficiente na internet, com uso intenso de redes sociais dividida em 12 frentes como Blog, Twitter, sistema de arrecadação online entre outros. Esse trabalho levaou a condidatura a arrecadar 170 mil reais, doados por 2 mil pessoas, em 58 dos 242 dias que duraram sua campanha na internet. Caio segmentou os eleitores por rede social: &#8220;no Orkut a gente falava com os evangélicos, Facebook falávamos com classe média intelecutalizada, no twitter falamos com vanguarda da internet&#8221;.</p>
<p>Marcelo, coordenador de mídias sociais da campanha petista, acredita que a internet dá possibilidade aos eleitores se expressarem pelas redes sociais, &#8221; possibilidade que milhões de pessoas tenham sua expressão e postem isso na internet&#8221;, e passaram a influenciar os candidatos. Soninha mencionou que a propaganda eleitoral tem apenas dez minutos, que um panfleto de debates televisivos não conseguem aprofundar temas tanto quanto a internet, onde se pode oferecer mais conteúdo. Para Marcelo, tratou-se de democratização da campanha, ainda que a base social de apoio ao governo do PT sejam os desconectados.</p>
<p>Ao contrário do candidato José Serra, que Marcelo acredita ter tido o apoio da mídia de massas em vozes como as de Reinaldo Azevedo e Ricardo Noblat, na campanha de Dilma as redes sociais pautaram a &#8220;mass media&#8221;, e não a mídia pautou as redes, como acontecia com o adversário.</p>
<p>Citou como os melhores momentos da campanha online o caso da publicidade da Globo que fazia apologia ao slogan do candidato tucano &#8220;O Brasil pode mais&#8221;, e quando Lula foi entrevistado no Jornal Nacional. Esses fatos que a princípio pareciam negativos para a campanha, ajudaram quando a emissora se desculpou por insinuar preferência. A capa da Época que &#8220;pretendia ser negativa acabou sendo positiva&#8221;, e virou material de campanha em camisetas e canecas. Marcelo também lembrou a repercussão no Twitter do &#8220;Dilma facts by folha&#8221; e o &#8220;bola de papel facts&#8221;, que ficou pouco mais de um dia no Twitter mundial.</p>
<p>Uma das principais características da campanha que o PT fez online contou com engajamento de militantes ou simpatizantes em blogs e redes sociais diversas. Para Soninha, que controlava o conteúdo do site da campanha tucana ao plantalto, a internet permite o engajamento voluntário, um aspecto da campanha que faz diferença pois &#8220;é cada vez é mais dificil as pessoas fazerem campanha de graça&#8221;. Na campanha de Serra, doação por internet não foi substancial. A coordenadora esperava pouco da internet, mas se empolgou ao longo da campanha com o feedback de militantes online inesperados, como donas de casa e idosos.</p>
<p>Campanha online</p>
<p>&#8220;Visitamos os estados, consultamos sete mil pessoas, conhecemos pessoas que seriam motores da campanha da Dilma na internet&#8221;, explica Marcelo, contratado em abril. Foi essa experiência que o permitiu conhecer a base social que daria sustentação para a campanha, que define como descentralizada e feita principalmente por voluntários, acrescenta.</p>
<p>Marcelo acredita que campanha na internet é diferente, e a construção do coletivo tem que se dar de forma colaborativa. &#8220;O que funciona na rede é imprevisivel ainda. Temos que aproveitar qualidade da contrução colaborativa. Não centramos a campanha no dilma.com.br, e blog&#8221;. Foram milhares de ativistas e blogueiros que se somaram à campanha oficial &#8211; &#8220;a melhor cobertura não foi feita por nós, foi feita pelos outros&#8221;. Considera a melhor atuação a feita na blogosfera, e a pior no Facebook.</p>
<p>A campanha de Serra, assim como a de Dilma, separava internet de outras mídias. &#8220;A nossa configuração de internet era diferente. A gente não tinha coordenador de mídias sociais, eu era responsável pelo site oficial&#8221;, afirmou a ex-vereadora que se integrou a campanha em julho. A data avançada impediu a equipe de ter um formato definido para tocar a rede desde o começo, afirmou.</p>
<p>&#8220;O que imaginamos de internauta tipico se mostrou uma minoria na campanha&#8221;, disse Soninha. Ela se surpreendeu por mensagens com sugestões, críticas à campanha, e elogios de pessoas inesperadas, como &#8220;agricultores do interior do Espírito Santo&#8221;, idosos, donas de casa. Para ela, o site e a rede acabaram por ser não só oferta de conteúdo, mas ponto de encontro para militantes dos perfis mais diversificados, cujo encontro físico jamais se daria.</p>
<p>Ameaça</p>
<p>O fórum mais democrático da internet, onde a construção de conteúdo é colaborativa e as pessoas podem se expressar com certa amplitude está ameaçado pela tramitação do Projeto de Lei (PL) 84/99, do senador Eduardo Azeredo (PSDB), lembrou Marcelo e Caio durante o debate do MediaOn. O PL se caracteriza por criminalizar ações da internet como download e compartilhamento de mp3, entre outros.</p>
<p>&#8220;Internet é sempre criminalizada&#8221;, afirmou Marcelo quanto à pergunta sobre baixaria nas eleições. &#8220;Não foi na internet, foi nas campanhas políticas&#8221;. O coordenador da campanha digital petista afirmou a baixaria se deu com acusações falsas, fraudes e declarações suspeitas, que apenas foram reproduzidas na internet e ganharam uma repercussão diferente.</p>
<p>Marcelo e Caio foram a favor de um pacto, no próprio ato do debate, de combate à lei de cibercrimes. &#8220;Não passarão&#8221;, disse um e repetiu o outro. Soninha não se manifestou.</p>
<p> </p>
<p></span></p>
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		<title>Se a eleição fosse pela web, Marina teria vencido no 1º turno</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 16:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado no Portal Imprensa, Últimas Notícias, em 04/11/2010 17:01
Por Ana Ignacio/Da Redação
 

[Para assistir a íntegra da palestra vá para o site da MVL Comunicação]
Nesta quinta-feira (04/11/2010), a equipe responsável pela campanha presidencial da senadora Marina Silva (PV) se reuniu em São Paulo (SP) para falar sobre o trabalho realizado durante a corrida pelo Planalto: &#8220;Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;"><span><em>Publicado no Portal Imprensa, Últimas Notícias, em 04/11/2010 17:01</em></span></span></div>
<div><span style="font-size: small;"><span><strong>Por Ana Ignacio/Da Redação</strong></span></span></div>
<p><span style="font-size: small;"><span> </p>
<p></span></span></p>
<p>[Para assistir a íntegra da palestra vá para o site da <a href="http://www.mvl.com.br/" target="_blank">MVL Comunicação</a>]</p>
<p>Nesta quinta-feira (04/11/2010), a equipe responsável pela campanha presidencial da senadora Marina Silva (PV) se reuniu em São Paulo (SP) para falar sobre o trabalho realizado durante a corrida pelo Planalto: &#8220;Como a internet ajudou Marina Silva a atingir 20 milhões de votos&#8221;, era o tema do encontro que destacou as atuações de comunicação realizada pela equipe nas múltiplas plataformas. Sob responsabilidade da MVL comunicação, a senadora é apontada como um dos fatores que levou as eleições para o segundo turno.</p>
<p>Contrariando o que a grande maioria dos críticos pensa, o jornalista Caio Túlio Costa, coordenador da campanha de Marina, não acredita na tese de que a internet não teve impacto nas eleições brasileiras. &#8220;Dizem que a internet não foi importante, mas no caso da Marina foi o contrário. Foi algo extraordinário&#8221;, disse destacando que a candidata do PV foi a terceira colocada mais votada desde a redemocratização. Normalmente, nos processos eleitorais, os dois principais candidatos possuem muito mais votos que o terceiro. &#8220;Falam também que a arrecadação na internet foi um fracasso, foi um estouro&#8221;, diz destacando que não há como comparar o caso de Obama que teve 632 dias de campanha, enquanto aqui no Brasil foram apenas 246, sendo que as doações, no caso de Marina, foram arrecadas em 58 dias.</p>
<p>Todo o trabalho de comunicação da campanha foi voltado para a internet. A equipe levou Marina Silva para a Campus Party, famosa feira de tecnologia, em janeiro de 2010, para fazer o que eles chamam de &#8220;batismo digital&#8221;. &#8220;Queríamos falar com aquele público. Quem está na Campus Party, está no Twitter. São a vanguarda da internet&#8221;, avalia Costa.</p>
<p>O principal papel da internet na campanha teria sido o de dar espaço para Marina uma vez que ela não tinha muita visibilidade na mídia tradicional. Com tempo de TV muito inferior ao de seus oponentes, foi preciso arranjar uma outra forma de se colocar em destaque. &#8220;A mídia tradicional tinha dois candidatos elegíveis. A internet colocou mais um&#8221;, explica Costa.</p>
<p>&#8220;Estar na rede por estar, é o nada&#8221;</p>
<p>Apesar de não ter obtido sucesso total, uma vez que Marina não foi eleita e nem passou para o segundo turno, os coordenadores de comunicação consideram o trabalho de campanha um sucesso e destacam que um dos fatores que proporcionou isso foi o planejamento das ações. &#8220;Muita gente quer usar a internet para aparecer nas mídias clássicas. Isso não tem a menor importância. É importante que você saiba focar sua presença na rede. Não adianta estar por estar. Tem que respeitar a vocação da rede&#8221;, explica Costa</p>
<p>Além disso, o constante acompanhamento e debate nas redes sociais também são fatores decisivos.&#8221;Sem monitoramento não tem conversa e não tem sentido ficar restrito ao meio virtual porque não dá para votar pela internet. Se desse, ela teria sido eleita no primeiro turno, mas o meio virtual gera conversa&#8221;. Uma conversa muito mais intensa e entre muito mais gente do que os outros meios proporcionam.</p>
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		<title>Palestra sobre eleições e internet</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 02:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado no site Santa Catarina 24 horas em 31 de maio de 2010  
Seminário sobre Eleições e Imprensa reúne profissionais da comunicação em Santa Catarina

Florianópolis &#8211; O panorama das próximas eleições em relação à imprensa e ao aspecto jurídico foi debatido amplamente durante toda a segunda-feira (31) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O encontro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado no site Santa Catarina 24 horas em 31 de maio de 2010  </em></p>
<p><strong>Seminário sobre Eleições e Imprensa reúne profissionais da comunicação em Santa Catarina<br />
</strong><br />
Florianópolis &#8211; O panorama das próximas eleições em relação à imprensa e ao aspecto jurídico foi debatido amplamente durante toda a segunda-feira (31) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O encontro, organizado por intermédio da Escola do Legislativo, reuniu jornalistas, radialistas, assessores de imprensa e demais profissionais da comunicação que participaram de duas palestras. No período matutino, o jornalista Caio Túlio Costa falou sobre a função social dos veículos de comunicação como instrumentos de transparência no processo eleitoral. À tarde, o procurador-chefe substituto da Procuradoria da República em Santa Catarina, André Stefani Bertuol, discorreu sobre a legislação específica, as principais mudanças e os pontos mais polêmicos.</p>
<p>Consultor de novas mídias, primeiro ombudsman da imprensa brasileira e profissional experiente em coberturas de fatos políticos, Caio Túlio Costa fez um panorama da situação dos principais veículos de comunicação do Brasil: revistas, jornais, rádio e televisão. Ele também comparou o comportamento da mídia nacional com a estrangeira e apontou as principais falhas no desempenho da imprensa. “Em geral, divide-se os candidatos entre os que têm condições de se eleger e os que não têm, implantando um sistema diferenciando de cobertura”, afirmou.</p>
<p>Como exemplo, o jornalista citou a tese desenvolvida pela professora Susana Salgado, da Universidade Nova de Lisboa, de Portugal. Ela examinou 4.364 peças jornalísticas e comprovou que os órgãos de notícias tornavam-se menos neutros à medida que a campanha tomava corpo, oferecendo espaço proporcional ao desempenho dos candidatos nas pesquisas. Costa também abordou casos de manipulação da informação que ficaram conhecidos do grande público. O levantamento do professor Rogério Christofoletti, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), analisou o erro cometido pela revista Veja contra o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB/RS). O parlamentar teve seu mandato cassado, em 1994, por conta de reportagem da publicação. Mais tarde, o próprio autor do texto, o jornalista Luiz Costa Pinto, reconheceu que havia confundido o valor de “US$ 1 mil” na conta de Ibsen com “US$ 1 milhão”, o que foi determinante para a cassação do político.</p>
<p>A expansão e o poder da internet, a mais nova mídia eleitoral, foi tema da palestra de Caio Túlio e também do procurador André Stefani Bertuol.  Muitas são as dúvidas que ainda pairam sobre a sua utilização, mas ambos os palestrantes concordaram que a utilização da rede mundial é definitiva, o que ficou confirmado no episódio da vitória do presidente dos EUA, Barak Obama. Bertuol, que baseu sua explanação nas Leis nº 9.504/1997 e nº 4.737/1965, o chamado Código Eleitoral, disse que a legislação brasileira começa a se ajustar a essas inovações. Um passo nessa direção foi dado com as alterações jurídicas que começaram a vigorar este ano com a aprovação da Lei 12.034, de 2009, que já prevê a possibilidade de campanhas na web e a liberação do uso de redes sociais e blogs.</p>
<p>A maioria dos participantes apresentou dúvidas também sobre propaganda eleitoral extemporânea. Isto é, as peças de divulgação da candidatura de um político divulgadas antes de 5 de julho, prazo oficial para início da campanha 2010. Como o conjunto de leis permite interpretação, discutiu-se o que caracteriza propaganda fora de época e os meios de prevenção de irregularidades do gênero.</p>
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		<title>A política e a revolução na comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 15:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caio Túlio Costa abriu o VIII Encontro do Colegiado dos Presidentes das Assembleias Legislativas, em Florianópolis, em 6 de novembro de 2009.
O jornalista e professor mostrou como Barack Obama arrecadou cerca de US$ 800 milhões na campanha vitoriosa à presidência dos EUA e, como, desse total, quase US$ 200 milhões vieram de pequenas doações via internet.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Caio Túlio Costa</strong> abriu o VIII Encontro do Colegiado dos Presidentes das Assembleias Legislativas, em Florianópolis, em 6 de novembro de 2009.</p>
<p>O jornalista e professor mostrou como Barack Obama arrecadou cerca de US$ 800 milhões na campanha vitoriosa à presidência dos EUA e, como, desse total, quase US$ 200 milhões vieram de pequenas doações via internet.</p>
<p>A partir da análise segundo a qual sem a internet Obama não teria vencido a batalha, o jornalista explicou como a campanha de Obama usou as redes sociais e as ferramentas de administração de usuários. Como resultado, acabou criando a maior equipe de voluntários jamais vista numa campanha eleitoral americana.</p>
<p>Questões discutidas na ocasião: o político brasileiro está preparado para usar de forma correta as redes sociais na sua atividade política? Ele sabe com certeza o que é isso, Rede Social? Sabe que a comunicação interativa permitiu o nascimento de uma nova forma de comunicação, revolucionária, que deu poder de mídia aos cidadãos, às instituições, às empresas em geral? O político brasileiro domina essa nova realidade? Já tem o seu site político? As assembleias legislativas estão bem conectadas?  A internet, os e-mails, o marketing político online, o mensageiro instantâneo e as redes sociais (Orkut,Facebook, Linkedin&#8230;) fazem parte do cotidiano dos políticos brasileiros? Cada um já possui sua comunidade devidamente estabelecida? Já domina o Twitter?</p>
<p>Na conversa com políticos de todo o País, a intenção foi revisitar a questão da rede mundial e das mudanças profundas que ela vem provocando nas comunicações e na comunicação política.</p>
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