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	<title>Caio Túlio Costa &#187; redes sociais</title>
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		<title>A política e a revolução na comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 15:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caio Túlio Costa abriu o VIII Encontro do Colegiado dos Presidentes das Assembleias Legislativas, em Florianópolis, em 6 de novembro de 2009.
O jornalista e professor mostrou como Barack Obama arrecadou cerca de US$ 800 milhões na campanha vitoriosa à presidência dos EUA e, como, desse total, quase US$ 200 milhões vieram de pequenas doações via internet.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Caio Túlio Costa</strong> abriu o VIII Encontro do Colegiado dos Presidentes das Assembleias Legislativas, em Florianópolis, em 6 de novembro de 2009.</p>
<p>O jornalista e professor mostrou como Barack Obama arrecadou cerca de US$ 800 milhões na campanha vitoriosa à presidência dos EUA e, como, desse total, quase US$ 200 milhões vieram de pequenas doações via internet.</p>
<p>A partir da análise segundo a qual sem a internet Obama não teria vencido a batalha, o jornalista explicou como a campanha de Obama usou as redes sociais e as ferramentas de administração de usuários. Como resultado, acabou criando a maior equipe de voluntários jamais vista numa campanha eleitoral americana.</p>
<p>Questões discutidas na ocasião: o político brasileiro está preparado para usar de forma correta as redes sociais na sua atividade política? Ele sabe com certeza o que é isso, Rede Social? Sabe que a comunicação interativa permitiu o nascimento de uma nova forma de comunicação, revolucionária, que deu poder de mídia aos cidadãos, às instituições, às empresas em geral? O político brasileiro domina essa nova realidade? Já tem o seu site político? As assembleias legislativas estão bem conectadas?  A internet, os e-mails, o marketing político online, o mensageiro instantâneo e as redes sociais (Orkut,Facebook, Linkedin&#8230;) fazem parte do cotidiano dos políticos brasileiros? Cada um já possui sua comunidade devidamente estabelecida? Já domina o Twitter?</p>
<p>Na conversa com políticos de todo o País, a intenção foi revisitar a questão da rede mundial e das mudanças profundas que ela vem provocando nas comunicações e na comunicação política.</p>
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		<title>Moral Provisória 2.0</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 14:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo (que, em parte, é um excerto do capítulo  &#8221;Relativismos&#8221;, de Ética, Jornalismo e Nova Mídia &#8211; Uma Moral Provisória, Zahar, 2009) publicado no livro Do Broadcast ao Socialcast, recém publicado pela revista Bites e disponível para donwload (clique aqui para baixar).
Caio Túlio Costa
A realidade da esfera pública suporta que qualquer indivíduo (solitário ou investido do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo (que, em parte, é um excerto do capítulo  &#8221;Relativismos&#8221;, de </em>Ética, Jornalismo e Nova Mídia &#8211; Uma Moral Provisória<em>, Zahar, 2009) publicado no livro </em>Do Broadcast ao Socialcast<em>, recém publicado pela revista Bites e disponível para donwload (<a href="http://www.4shared.com/file/140483420/cbbfd6ce/Do_Broadcast_ao_Socialcast.html" target="_blank">clique aqui para baixar</a>).</em></p>
<p><strong>Caio Túlio Costa</strong></p>
<p>A realidade da esfera pública suporta que qualquer indivíduo (solitário ou investido do poder de instituições) exerça um papel relevante na nova mídia. O jornalista deixou de ser o principal instrumento mediador da representação das representações. Menos pelos aspectos relativos e mais pelo desenvolvimento da técnica que transformou a comunicação em algo bi-direcional, interativo, multidirecional, participativo. As representações, individuais ou institucionais, emergem por si mesmas na mídia, sem dependência do jornalista, apesar de ele continuar existindo,<br />
continuar representando as diferentes representações e continuar a defender o uso de meios moralmente condenáveis na busca da informação que ele considere de interesse público – porque a definição do que é de interesse público também pode ser contraditada, relativizada. A diferença em relação aos tempos tradicionais: um site universitário pode ser tão ou mais determinante na difusão de informação quanto um blog (seja de um jornalista, seja de um especialista, seja de um amador) ou um site noticioso que emule a mídia tradicional em comparação com o poder de difusão da informação da própria mídia na sua forma clássica.</p>
<p>Yochai Benkler, no livro no qual dialoga com Adam Smith e cujo título <em>The wealth of networks</em> (A riqueza das redes) parafraseia o clássico <em>The wealth of nations</em> (A riqueza das nações, de Adam Smith, o papa do livre mercado), considera que a comunicação em rede desafia o clássico modelo industrial da modernidade por estar centrada num modelo de cooperação e compartilhamento de informação e conhecimento. Portanto, desafia o entendimento clássico de indústria cultural conforme estabelecido pelos teóricos da Escola de Frankfurt, Theodor Adorno e Max Horkheimer. Se há cooperação e compartilhamento então se mitigaria a questão da assimetria e esse modelo, se Benkler estiver certo, colocaria além das corporações e das empresas de mídia a decisão até então unilateral sobre tudo que envolver problemas morais na publicação de fatos, informações, notícias. Para ele, as companhias de comunicação não estão mais sozinhas à frente da publicação de notícia, opinião ou da administração do entretenimento; qualquer um pode estar.</p>
<p>Otimista, Benkler abre o livro, publicado em 2006, discorrendo sobre a oportunidade histórica que a humanidade tem nos próximos anos no sentido de transformar para melhor a vida no planeta. No livro Conectado, em bom português, Juliano Spyer resume muito bem os pressupostos de Benkler:</p>
<p>“1. A maneira como cultura e conhecimento são produzidos e trocados afeta a maneira pela qual a sociedade enxerga o mundo como ele é e como ele pode ser; afeta quem decide sobre estas questões em determinado momento; e afeta como a sociedade e o governo percebem o que pode ser feito a esse respeito;</p>
<p>“2. por 150 anos, as democracias complexas modernas dependeram da indústria para produzir e fazer circular informação e conhecimento. Mas nos últimos 15 anos, mudanças tecnológicas aumentaram a participação da produção não-proprietária e não-comercial, permitindo que indivíduos assumam papéis mais ativos do que era possível no modelo industrial.  A nova condição do indivíduo pode ser uma plataforma para cultivar uma cultura mais crítica e auto-reflexiva, aprofundar a participação democrática e trazer melhoras no desenvolvimento humano em nível mundial. Mas isso dependerá da superação de um desafio;</p>
<p>“3. o crescimento da força de produção e de circulação da informação e da cultura, pelo indivíduo e de maneira colaborativa, fora da economia de mercado, ameaça aqueles que se beneficiam com a economia informacional de caráter industrial. Nos próximos dez anos [até 2016] será decidido qual dos dois modelos prevalecerá, tendo uma implicação em como ficaremos sabendo do que acontece no mundo e de qual maneira poderemos influenciar como vemos o mundo hoje e como ele pode ser no futuro.”</p>
<p>Para Benkler, ainda com a ajuda de Spyer, informação, cultura e conhecimento continuam percebidos pela sociedade como produtos nãorivais. A competitividade teria fortalecido a sociedade ao promover o desenvolvimento de uma economia centrada na produção de informação e cultura e na manipulação de símbolos. Teria erigido um ambiente de comunicação constituído a partir de chips baratos com grande capacidade de processamento. Esse barateamento tornou a comunicação uma tecnologia cada vez mais acessível. As mudanças teriam criado então a “economia informacional em rede”, cuja ponta está na Internet e em qualquer tecnologia que coloque pessoas em interação.</p>
<p>As mudanças no comportamento dos consumidores por conta das facilidades tecnológicas compõem a visão de que se chegou finalmente a um mundo convergente e interativo. Há a proliferação do conteúdo e ela é assimétrica. A audiência se fragmentou. A programação da televisão, da internet, também se fragmentou. O público tem acesso a múltiplas plataformas. A publicidade se move para alvos cada vez mais definidos. As fronteiras clássicas da cadeia de comunicação são continuamente desafiadas e até os “valores” de mercado na indústria da comunicação se eslocaram. A captura e a própria manutenção do controle da informação tornou-se  crítica para essa indústria. Para o indivíduo que virou protagonista de um vídeo de sucesso instantâneo e mundial baseado na captura de imagens de uma celebridade, é relativo se aquilo foi capturado e publicado de forma legal ou ilegal – a rede desmantelou a forma clássica de se entender o que é legalidade.</p>
<p>As individualidades próprias, institucionais, empresariais, fazem parte da rede mundial de informações. A preocupação ética, deontológica, se existe formalmente e normativamente nas instruções da mídia tradicional, inexiste em inúmeras de suas práticas. Dependendo da situação, pode existir ou não. As empresas de mídia manejam com hipocrisia o uso das palavras normas, ética e moral. A própria preocupação moral se relativiza mais facilmente neste novo sistema – seja pela falta de experiência dos seus novos atores (indivíduos sem formação técnica em<br />
comunicação), seja pelo derretimento de valores sólidos ou ainda pela própria mimetização da relativização operada pela mídia tradicional. Os códigos morais são provisórios, são temporários, valem de formas distintas e a depender de cada situação.</p>
<p>Além disso, as novas mídias somam idealmente preocupações éticas (normativas) às que já existiam em relação à própria mídia e trazem novos problemas por conta da sua extensão, simultaneidade e possibilidade de unir numa mesma plataforma de comunicação as linguagens da comunicação (texto + imagem + voz, além do movimento) e acrescentar a interatividade, seu maior diferencial. A nova realidade introduziu uma complexidade ética à qual o mercado e as instituições ainda não deram conta.</p>
<p><strong>Caio Túlio Costa</strong> <em>é jornalista, professor de Ética Jornalística na Faculdade Cásper Líbero de São Paulo, doutor em Ciências da Comunicação pela ECA-USP e foi o primeiro Ombudsman da imprensa brasileira.</em></p>
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		<title>Do Broadcast ao Socialcast</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 14:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado no Blue Bus, texto de Elisa Araújo, em 19/10/2009  
&#8216;Do Broadcast ao Socialcast&#8216;, convite a uma pausa para pensar na mudança 8:00 &#8216;Que novo mundo é este?&#8217; é o título do texto assinado por Bruno Fiorentini no livro Do Broadcast ao Socialcast, organizado por Manoel Fernandes (Bites) com a parceria do Marcelo Coutinho. A pergunta não traduz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado no Blue Bus, texto de Elisa Araújo, em 19/10/2009  </em></p>
<p><strong>&#8216;Do Broadcast ao Socialcast</strong>&#8216;, convite a uma pausa para pensar na mudança 8:00 &#8216;Que novo mundo é este?&#8217; é o título do texto assinado por Bruno Fiorentini no livro <em>Do Broadcast ao Socialcast</em>, organizado por Manoel Fernandes (Bites) com a parceria do Marcelo Coutinho. A pergunta não traduz perplexidade &#8211; é um convite a fazer uma pausa para pensar no momento de mudança que estamos vivendo e refletir sobre como somos, ao mesmo tempo, espectadores e protagonistas. Bruno narra um episódio de sua vida pessoal/profissional para mostrar o que é viver em um mundo conectado. Em agosto do ano passado, participou de um evento interno do Yahoo no papel de &#8216;Capitão Yahoo!&#8217;. Se viu fotografado e exposto depois que a imagem foi parar no Flickr, no Valleywag e reproduzida também aqui no Blue Bus. &#8220;Nunca esteve realmente nos meus planos ficar famoso mundo afora usando uma toalha roxa amarrada no pescoço e cuecas para fora da calça, mas acho que isso é o que acontece quando se vive em um mundo acessado, conectado e indexado&#8221; &#8211; resume. 19/10 Elisa Araujo</p>
<p>É desse mundo &#8220;conectado e indexado&#8221; que trata o livro &#8211; a Web 2.0, a internet das mídias sociais, a web onde o consumidor produz conteúdo e quer &#8220;conversar com as marcas&#8221;. Os autores convidados tratam do tema central sob vários apectos, sempre em textos curtos e de leitura rápida, mas não superficial. Caio Túio Costa escreve sobre a &#8216;Moral Provisória 2.0&#8242; e observa que &#8220;as novas mídias somam idealmente preocupações éticas (normativas) às que já existiam em relaçao à própria mídia&#8221;. José Luiz Schiavoni avalia as mudanças do ponto de vista da comunicação corporativa, Ruy Lindenberg analisa com o olhar de publicitário e Marcos Souza Aranha vê o impacto do &#8216;autor 2.0&#8242; na comunicaçao e no marketing. São ao todo 14 autores convidados. Coutinho, no texto &#8216;Relevância e Audiência &#8211; a importância do capital social&#8217;, resume a transiçao pela qual estamos passando. &#8220;Os avanços nas tecnologias de hardware e software verificados no final dos anos 90 sao a semente para um novo formato de comunicação, o Socialcast, no qual a comunicação não ocorre apenas &#8220;de um para muitos&#8221;, mas é potencializada pela interação &#8220;de muitos com muitos&#8221;. Que tal seguir o Blue Bus pelo ? 19/10 <strong>Elisa Araujo</strong></p>
<p> &#8217;Do Broadcast ao Socialcast&#8217; foi licenciado via Creative Commons e está disponivel para <a href="http://www.4shared.com/file/140483420/cbbfd6ce/Do_Broadcast_ao_Socialcast.html" target="_blank">download aqui</a>.</p>
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		<title>Caio Túlio Costa e Andrew Keen</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 14:01:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Publicado no blog do Mídias na Educação em 12/10/2009

Café Literário: Caio Túlio Costa e Andrew Keen
 
Outro vídeo interessante do Café Literário ocorrido na Bienal do Livro do Rio é o do encontro do jornalista Caio Túlio Costa e do escritor Andrew Keen, que estava lançando o livro O culto do amador &#8211; Como blogs, MySpace, YouTube [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado no blog do Mídias na Educação em 12/10/2009</em></p>
<p><em><br />
</em><strong>Café Literário: Caio Túlio Costa e Andrew Keen<br />
</strong> <br />
Outro <a href="http://midiaseducacao.blogspot.com/2009/10/cafe-literario-caio-tulio-costa-e.html" target="_blank">vídeo interessante</a> do Café Literário ocorrido na Bienal do Livro do Rio é o do encontro do jornalista Caio Túlio Costa e do escritor Andrew Keen, que estava lançando o livro O culto do amador &#8211; Como blogs, MySpace, YouTube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, cultura e valores (Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor). Keen é ex-professor das universidades de Massachusetts e Berkeley (EUA) e foi um dos pioneiros do Vale do Silício, mas se tornou, posteriormente, um dos líderes da crítica à internet.</p>
<p>No trecho que você pode ver [<a href="http://midiaseducacao.blogspot.com/2009/10/cafe-literario-caio-tulio-costa-e.html" target="_blank">clique aqui</a>], Caio Túlio Costa, respondendo a uma pergunta sobre a formação dos professores para o mundo atual, comenta que a educação precisa passar por mudanças, uma verdadeira revolução que, segundo ele, os comunicadores já vivenciam. Andrew Keen fala sobre a Wikipedia e formas como ela poderia ser melhorada, numa posição similar à de Umberto Eco (ver aqui), sugerindo que essa enciclopédia online tivesse maior controle editorial. Os dois autores discutem ainda as diferenças entre os modelos da velha e das chamadas novas mídias.</p>
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		<title>O impacto das redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 15:31:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O impacto das redes sociais e do jornalismo participativo na mídia tradicional foi discutido no Notícia em Foco, da rádio CBN; com o jornalista e professor de ética na Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, Caio Túlio Costa.
No programa, o jornalista foi entrevistado por Mariza Tavares e por Roberto Nonato.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto das redes sociais e do jornalismo participativo na mídia tradicional foi discutido no Notícia em Foco, da rádio CBN; com o jornalista e professor de ética na Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, Caio Túlio Costa.</p>
<p>No programa, o jornalista foi entrevistado por Mariza Tavares e por Roberto Nonato.</p>
<p>Em 21 de setembro de 2009, das 19h às 20h na Rádio CBN. Para ouvir a íntegra, <a href="http://cbn.globoradio.globo.com/programas/noticia-em-foco/2009/09/21/O-IMPACTO-DAS-REDES-SOCIAIS-E-DO-JORNALISMO-PARTICIPATIVO-NA-MIDIA-TRADICIONAL-COM-CAIO.htm" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Internet, vilã ou mocinha?</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 15:29:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[PUBLICADO NO BLOG &#8220;O LIVREIRO&#8220;, SEM DATA, PROVAVELMENTE EM 12/09/2009, UM DIA APÓS O DEBATE DE ANDREW KEEN E CAIO TÚLIO COSTA NA BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO EM 11/09/2009
Andrew Keen sentou no sofá do Café Literário com cara de estrangeiro meio perdido, meio blasé. Mas não demorou a desfiar seu catatau [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>PUBLICADO NO BLOG &#8220;<a href="http://olivreiro.com.br/blog/2009-09-11-internet-vila-ou-mocinha" target="_blank">O LIVREIRO</a>&#8220;, SEM DATA, PROVAVELMENTE EM 12/09/2009, UM DIA APÓS O DEBATE DE ANDREW KEEN E CAIO TÚLIO COSTA NA BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO EM 11/09/2009</em></p>
<div id="attachment_2031" class="wp-caption alignleft" style="width: 429px"><a href="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/keenblog.jpg"><img class="size-full wp-image-2031" title="keenblog" src="http://caiotulio.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/keenblog.jpg" alt="Andew Keen, na Bienal do Livro do Rio" width="419" height="247" /></a><p class="wp-caption-text">Andrew Keen, na Bienal do Livro do Rio</p></div>
<p>Andrew Keen sentou no sofá do Café Literário com cara de estrangeiro meio perdido, meio blasé. Mas não demorou a desfiar seu catatau de polêmicas sobre a liberdade na internet, ao lado do jornalista Caio Tulio Costa, que fazia as vezes de advogado do diabo na mesa “Banalização da cultura na era da rede global”, na Bienal do Livro do Rio. Andrew se define como “autor e palestrante” em seu blog – sim, ele tem blog, Twitter e usa todas as ferramentas que gosta de espinafrar. É autor de O culto do amador, livro cujo subtítulo – que ele próprio admitiu ser pesado demais – explica tudo: “Como blogs, MySpace, Youtube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, cultura e valores”. Apelidado de “Anticristo do Vale do Silício”, ele começou a achar que o oba-oba em relação ao caráter colaborativo da internet estava demais. Ao se dar conta de que alguém tinha que contrabalançar para o outro lado, criou um filão: mostrar como a facilidade tecnológica para fazer circular a informação arruína o profissionalismo e a verdade. No lugar disso, uma infinidade de amadores limitados ou de má-fé disputariam em pé de igualdade a atenção do grande público.</p>
<p>“Ele é um exemplar típico do grupo de intelectuais que está atônito com a rapidez das mudanças”, afirmou Caio, que é autor do livro Ética, jornalismo e nova mídia: uma moral provisória. Andrew fez um muxoxo e Caio completou: “Você é o porta-voz da mídia clássica, dessa maneira de fazer mídia como a gente faz há 500 anos”.</p>
<p>O inglês não gostou do que ouviu, mas não perdeu a pose. Afirmou que não acredita em verdade única e completou: “Não acho que meu livro proponha isso”. Deu alguns exemplos de como a infinidade de blogs e redes sociais criam uma teia de informações irrelevantes que acabam confundindo o leitor comum. “As pessoas devem ser pagas por sua expertise. Não à toa, alguns dos melhores blogs do Oriente Médio são feitos por jornalistas e acadêmicos”. Mais do que nunca, segundo ele, as pessoas precisam ler criticamente, interpretar e chegar às suas próprias conclusões, sobretudo no momento em que os mecanismos de busca misturam informação confiável com outras tantas não confiáveis.</p>
<p>O clima esquentou quando Caio e Andrew debateram sobre os modelos de negócio da TV aberta e do Google – este último, na opinião do inglês, é uma empresa que não produz nenhum tipo de informação e distribui publicidade a partir de algoritmos, prescindindo do fator humano.</p>
<p>O público, provavelmente formado por amadores, roubou a cena com perguntas interessantes e provocativas. Um médico com 25 anos de profissão afirmou que, apesar de haver muita bobagem na internet, nunca conseguiu ter acesso a tantos artigos científicos quanto agora. Outro rapaz questionou: “Quem tem o poder de criticar a credibilidade de um texto do meu blog? Você acha que os jornais têm credibilidade. Um texto meu foi plagiado por um jornal. Devo entender que isso é prova da minha credibilidade?”</p>
<p>Andrew rebateu a ironia com veemência e aproveitou para divulgar o livro que está escrevendo, sobre a era das mídias sociais. “Já estamos entrando num novo momento. A web 2.0 já acabou”. Novo momento, novas questões e só uma certeza: lá estará Andrew Keen para polemizar.</p>
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		<title>Estratégias de mídias sociais nos portais</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 22:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Túlio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Participação em mesa-redonda no Campus Party Brasil 2009 com a presença de Paulo Castro (diretor geral do Terra Brasil) e Guilherme Ribenboim (Yahoo! America Latina) e mediação de Manoel Fernandes (Revista Bites). São Paulo. 23/01/2009.
Leia abaixo cobertura do blog Talk:2 em 27/01/2009, às 18:28
 
Interação entre portais e redes sociais

Por Thaís Pontes
Na área do CampusBlog, um debate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participação em mesa-redonda no Campus Party Brasil 2009 com a presença de Paulo Castro (diretor geral do Terra Brasil) e Guilherme Ribenboim (Yahoo! America Latina) e mediação de Manoel Fernandes (Revista Bites). São Paulo. 23/01/2009.</p>
<p><em>Leia abaixo cobertura do blog </em><a href="http://www.talk2.com.br/?cat=10076" target="_blank"><em>Talk:2</em></a><em> em 27/01/2009, às 18:28<br />
</em> <br />
<strong>Interação entre portais e redes sociais<br />
</strong><br />
Por Thaís Pontes</p>
<p>Na área do CampusBlog, um debate com representantes de três grandes portais brasileiros teve como tema o uso das redes sociais pelos portais. Caio Túlio Costa, ex-presidente do iG, Guilherme Ribenboim, do Yahoo! Brasil, e Paulo Castro, do Terra, afirmaram que a tendência é o uso cada vez mais do conteúdo gerado pelo usuário dentro dos grandes portais.</p>
<p>A maior preocupação no uso do conteúdo gerado por usuário é quem se apropria deste produto: o usuário ou o portal? Segundo Ribenboim, do Yahoo!, o usuário sempre deve ser o dono de seu conteúdo. “Todos os portais que tentaram se apropriar do conteúdo não sobreviveram. Hoje tem tanta gente fazendo conteúdo que é impossível tomar conta de tudo. Temos que abrir as portas para que esse conteúdo faça parte do portal de maneira natural. Nosso interesse não é enjaular ninguém”, disse Guilherme Ribenboim, do Yahoo!.</p>
<p>Caio Túlio Costa, do iG, afirma também que o papel dos portais na relação com as redes sociais é dar exposição ao conteúdo do internauta. “Não há, da parte de ninguém, a idéia de controlar o conteúdo criado pelo usuário. O portal não dá outra coisa, a não ser visibilidade. O portal usa sua massa crítica e capacidade de audiência para dar visibilidade ao conteúdo do usuário”, afirmou Caio Túlio Costa.</p>
<p>Outro assunto abordado no debate foi a prática de um portal linkar para outros sites, mesmo que seja da concorrência, o que já acontece no Yahoo! Brasil. “Linkando para outros lugares, o usuário vai saber que no Yahoo! ele vai encontrar o melhor conteúdo da internet, independente de onde esteja”, afirmou Guilherme Ribenboim.</p>
<p>Portais colocando links em suas páginas principais para mandar o usuário para outros domínios já é tendência em alguns grandes conglomerados de mídia. No fim de 2008, o site do “The New York Times” passou a ter uma versão com links para outros jornais e até blogs. Esse links são diferenciados pela cor verde e complementam a navegação do usuário.</p>
<p>Ao fim do debate, o consenso era um só. O mercado para os portais está em fase de transição e o usuário quer cada vez mais ter sua presença na rede, em uma via de duas mãos. “É por isso que o Terra mudou seu conceito recentemente e vai continuar evoluindo nessa direção”, afirmou Paulo Castro, do Terra. “Os portais, se não tomarem cuidado, vão perder relevância”, concluiu Caio Túlio Costa.</p>
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